{"id":4994,"date":"2020-11-09T16:58:26","date_gmt":"2020-11-09T19:58:26","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/?p=4994"},"modified":"2020-11-09T17:00:26","modified_gmt":"2020-11-09T20:00:26","slug":"redimensionar-ou-expandir-particoes-de-disco-no-linux-sem-precisar-desligar-o-computador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/?p=4994","title":{"rendered":"Redimensionar ou expandir parti\u00e7\u00f5es de disco no Linux sem precisar desligar o computador"},"content":{"rendered":"<p>Um recurso, tradicionalmente, adotado por administradores de sistemas Linux, para gerenciar parti\u00e7\u00f5es no disco, \u00e9 usar o\u00a0<strong>Gerenciador de Volume L\u00f3gico (LVM)<\/strong>.<\/p>\n<p>Ele \u00e9\u00a0<strong>um m\u00e9todo<\/strong>\u00a0para alocar espa\u00e7o do disco r\u00edgido, em volumes l\u00f3gicos, que podem ser\u00a0<strong>facilmente redimensionados<\/strong>; diferentemente das parti\u00e7\u00f5es salvas nas tabelas de parti\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Uma das\u00a0<strong>grandes vantagens<\/strong>\u00a0do uso do LVM \u00e9 poder criar uma\u00a0<strong>camada l\u00f3gica<\/strong>\u00a0sobre um disco r\u00edgido ou conjunto de discos e ter condi\u00e7\u00f5es de de criar, excluir, redimensionar e expandir parti\u00e7\u00f5es no disco\u00a0<strong>sem precisar desligar<\/strong>\u00a0o computador ou mover dados.<\/p>\n<div class=\"alert alert-warn\">\n<p>Lembre-se de que toda opera\u00e7\u00e3o com parti\u00e7\u00f5es \u00e9 perigosa, por melhor que seja a t\u00e9cnica. Tenha sempre um backup de seus arquivos. Esta opera\u00e7\u00e3o \u00e9 por sua conta e risco!\u00c9 pr\u00e9-requisito, importante, que o usu\u00e1rio tenha conhecimentos intermedi\u00e1rios\/avan\u00e7ados das ferramentas de manipula\u00e7\u00e3o de disco no Linux.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<h1>VANTAGENS<\/h1>\n<p>Esse t\u00e9cnica \u00e9 \u00f3tima n\u00e3o apenas para servidores, mas tamb\u00e9m para ambientes desktops! Por escrever suas pr\u00f3prias informa\u00e7\u00f5es em separado e\u00a0<strong>manter o controle sobre a localiza\u00e7\u00e3o das parti\u00e7\u00f5es<\/strong>, quais dispositivos s\u00e3o partes delas e o tamanho de cada uma, o\u00a0<strong>LVM permite<\/strong>, caso voc\u00ea fique sem espa\u00e7o, expandir a parti\u00e7\u00e3o desejada e pronto. Assim voc\u00ea ter\u00e1 mais espa\u00e7o dispon\u00edvel,\u00a0<strong>sem complica\u00e7\u00f5es<\/strong>. Resumindo, voc\u00ea nunca mais vai ficar sem espa\u00e7o!!<\/p>\n<p>Isso ocorre, pois o\u00a0<strong>m\u00e9todo tradicional<\/strong>\u00a0faz a aloca\u00e7\u00e3o de todo espa\u00e7o f\u00edsico ao tamanho da parti\u00e7\u00e3o do disco, o que traz muito trabalho quando o espa\u00e7o esgota. Tendo isso em vista, em resumo segue lista do que o LVM pode solucionar:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Uso eficaz de disco<\/strong>, principalmente quando h\u00e1 pouco espa\u00e7o para cria\u00e7\u00e3o de parti\u00e7\u00f5es independentes;<\/li>\n<li>Permite aumentar\/diminuir\u00a0<strong>dinamicamente o tamanho das parti\u00e7\u00f5es<\/strong>\u00a0sem reparticionamento do disco r\u00edgido usando o espa\u00e7o livre em outras parti\u00e7\u00f5es ou utilizando o espa\u00e7o livre reservado para o uso do LVM;<\/li>\n<li>Permite selecionar o\u00a0<strong>tamanho do cluster de armazenamento<\/strong>\u00a0e a forma que eles s\u00e3o acessados entre os discos, possibilitando garantir a escolha da melhor op\u00e7\u00e3o dependendo da forma que os dados ser\u00e3o manipulados pelo servidor;<\/li>\n<li>Permite\u00a0<strong>snapshots dos volumes do disco r\u00edgido<\/strong>, onde um \u201csnapshot\u201d \u00e9 uma imagem do volume l\u00f3gico, onde o LVM \u201cp\u00e1ra\u201d o tempo do volume, deixando-o intacto para trabalhar enquanto o volume l\u00f3gico \u201creal\u201d continua trabalhando e sendo modificado;<\/li>\n<li>Permite um\u00a0<strong>volume l\u00f3gico ter seu espa\u00e7o dividido<\/strong>\u00a0em 3 ou mais HDs, mas para o sistema operacional vai parecer como se fosse apenas um dispositivo<\/li>\n<\/ul>\n<h1>POR QUE DEVO USAR O LVM ?!<\/h1>\n<p>Supondo que voc\u00ea comprou um HD de 600GB. Na instala\u00e7\u00e3o do Linux, voc\u00ea particionou o disco da seguinte forma:<\/p>\n<pre class=\"social-connect-widget\">PARTI\u00c7\u00c3O      TAMANHO\r\n\/boot ---------------------- 800MB\r\n\/     ---------------------- 400GB\r\n\/home ---------------------- 199GB\r\n<\/pre>\n<p>Com o tempo, a parti\u00e7\u00e3o \/home topou com seus arquivos pessoais. Em um\u00a0<strong>cen\u00e1rio sem LVM<\/strong>\u00a0(parti\u00e7\u00e3o de disco f\u00edsica), seria necess\u00e1rio formatar e refazer as parti\u00e7\u00f5es para colocar mais espa\u00e7o no \/home, ou comprar um novo HD maior e refazer tudo, depois copiar os dados.<\/p>\n<p>Com o LVM, al\u00e9m de redimensionar estas parti\u00e7\u00f5es de forma transparente para o SO; voc\u00ea pode adicionar um um novo HD em um volume l\u00f3gico j\u00e1 criado,\u00a0<strong>sem precisar formatar o sistema<\/strong>.<\/p>\n<h1>ESTRUTURA DO LVM<\/h1>\n<p>Existem 3 camadas do LVM, que s\u00e3o agrupadas da seguinte forma:<\/p>\n<ul>\n<li><b>PV (Phisical Volume) \u2013<\/b>\u00a0Corresponde a todo o disco r\u00edgido\/parti\u00e7\u00e3o ou dispositivo de bloco que ser\u00e1 adicionado ao LVM. Por exemplo: \/dev\/sda1, \/dev\/sda2<\/li>\n<li><b>VG (Volume Group) \u2013<\/b>\u00a0Corresponde ao grupo de volumes f\u00edsicos que fazem parte do LVM, onde podem ser v\u00e1rios HD\u2019s. Do grupo de volume s\u00e3o alocados os espa\u00e7os para cria\u00e7\u00e3o dos volumes l\u00f3gicos. Por exemplo: \/dev\/lvmdisk0<\/li>\n<li><b>LV (Logical Volume) \u2013<\/b>\u00a0Corresponde a\u00a0<b>parti\u00e7\u00e3o l\u00f3gica<\/b>\u00a0criada pelo LVM para grava\u00e7\u00e3o de dados. Ao inv\u00e9s de ser identificada por nomes de dispositivos, podem ser usados nomes comuns para se referir as parti\u00e7\u00f5es (tmp,usr,etc.). O Volume l\u00f3gico \u00e9 a\u00a0<b>\u00e1rea onde o sistema de arquivo<\/b>\u00a0\u00e9 criado para grava\u00e7\u00e3o de dados, \u00e9 equivalente a parti\u00e7\u00e3o em um sistema SEM LVM s\u00f3 que l\u00f3gica ao inv\u00e9s de f\u00edsica.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-FpdFzBl_5_Q\/UuJeQL4yIJI\/AAAAAAAACv8\/RUIlsWXuLIM\/s1600\/LVM_original_description.png\" width=\"940\" height=\"450\" border=\"0\" data-pin-no-hover=\"true\" \/><\/p>\n<div class=\"alert alert-warn\">IMPORTANTE: Os volumes f\u00edsicos s\u00e3o combinados em grupos de volume l\u00f3gico (VG), com exce\u00e7\u00e3o da parti\u00e7\u00e3o \/boot\/. Ou seja, a parti\u00e7\u00e3o \/boot\/ n\u00e3o pode estar em um grupo de volume l\u00f3gico (VG) porque o GRUB n\u00e3o pode acess\u00e1-lo. Assim, \u00e9 preciso criar uma parti\u00e7\u00e3o \/boot\/ separada, que n\u00e3o seja parte de um grupo de volume (VG).<\/div>\n<h1>INSTALANDO<\/h1>\n<p>Desde das vers\u00f5es do kernel 2.6, o LVM possui suporte. A maioria das distribui\u00e7\u00f5es Linux tamb\u00e9m incluem os pacotes necess\u00e1rios para o funcionamento do mesmo, o Fedora por exemplo. Ou seja, na grande maioria dos casos, seu sistema dever\u00e1 estar pronto para utilizar o LVM. Por este motivo, tomo como base a instala\u00e7\u00e3o em distros derivadas do Debian.<\/p>\n<div class=\"alert alert-info\">\n<p>Esse ambiente, mostrado abaixo, somente se enquadra em uma situa\u00e7\u00e3o onde existe uma parti\u00e7\u00e3o f\u00edsica reservada para a instala\u00e7\u00e3o do LVM \u2013 caso contr\u00e1rio seus dados ser\u00e3o sobrescritos no momento da cria\u00e7\u00e3o do grupo l\u00f3gico (VG). \u00c9 bastante indicado para usu\u00e1rios que j\u00e1 possuem seu sistema instalado e parti\u00e7\u00f5es criadas dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>Caso voc\u00ea esteja pensando em instalar o LVM no momento da instala\u00e7\u00e3o, basta selecionar uma distro que possue este suporte\u00a0?<\/p>\n<\/div>\n<p>Sendo assim, para instalar a ferramenta \u201clvm2\u201d, no Ubuntu, execute o comando:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo apt-get install lvm2<\/div>\n<h1>M\u00c3O NA MASSA<\/h1>\n<p>No exemplo a seguir, existe uma m\u00e1quina virtual com duas parti\u00e7\u00f5es f\u00edsicas (SDA = sda1 + sda3). Assim, ser\u00e1 criado um grupo l\u00f3gico na parti\u00e7\u00e3o \u201csda3\u201d, com tamanho m\u00e1ximo de 3GB.<\/p>\n<p>Primeiramente, para acompanhar a listagem das parti\u00e7\u00f5es execute o comando \u201cfdisk -l\u201d:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo fdisk -l<\/div>\n<pre class=\"social-connect-widget\">Disco \/dev\/sda: 21.5 GB, 21474836480 bytes\r\n255 cabe\u00e7as, 63 setores\/trilhas, 2610 cilindros, total de 41943040 setores\r\nUnidades = setores de 1 * 512 = 512 bytes\r\nTamanho do setor (l\u00f3gico\/f\u00edsico): 512 bytes \/ 512 bytes\r\nTamanho da E\/S (m\u00ednimo\/ideal): 512 bytes \/ 512 bytes\r\nIdentificador do disco: 0x0009eae8\r\n\r\nDispositivo Boot In\u00edcio Fim Blocos Id Sistema\r\n\/dev\/sda1   *        2048    30134271    15066112   83  Linux\r\n\/dev\/sda2        38537214    41940991     1701889    5  Estendida\r\n<b>\/dev\/sda3        30134272    38535167     4200448   83  Linux <\/b>\r\n\/dev\/sda5        38537216    41940991     1701888   82  Linux swap \/ Solaris\r\n<\/pre>\n<p>Depois de detectar qual parti\u00e7\u00e3o voc\u00ea ir\u00e1 trabalhar, desmonte-a executando o comando abaixo:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo umount \/dev\/sda3<\/div>\n<p>Finalmente, podemos d\u00e1 inicio a cria\u00e7\u00e3o do LVM. Execute o comando \u201cpvcreate\u201d, respons\u00e1vel por adicionar a parti\u00e7\u00e3o ao pool l\u00f3gico do LVM :<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo pvcreate \/dev\/sda3<\/div>\n<pre class=\"social-connect-widget\">Physical volume \"\/dev\/sda3\" successfully created\r\n<\/pre>\n<p>Depois, para criar o grupo de volume (VG) chamado\u00a0<b>vgpool-teste<\/b>, \u00e9 preciso executar o comando \u201cvgcreate\u201d:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo vgcreate vgpool-teste \/dev\/sda3<\/div>\n<pre class=\"social-connect-widget\">Volume group \"vgpool-teste\" successfully created\r\n<\/pre>\n<p>Agora que foi criado um volume f\u00edsico (PV) e um grupo de volume (VG), \u00e9 hora de criar um volume l\u00f3gico (LV). Vamos criar uma chamada\u00a0<b>log-1<\/b>, associando ao VG criado e atribuindo o tamanho desse volume l\u00f3gico (LV), neste caso 1GB (n\u00e3o podendo ultrapassar o tamanho m\u00e1ximo de 3GB):<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo lvcreate -n log-1 -L 1G vgpool-teste<\/div>\n<pre class=\"social-connect-widget\">Logical volume \"log-1\" created\r\n<\/pre>\n<p>Seguindo, esse pensamento ainda restam 2GB para serem aproveitados ;-). Ent\u00e3o, vamos criar mais um volume l\u00f3gico de 2GB; chamado\u00a0<b>log-2<\/b>:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo lvcreate -n log-2 -L 2G vgpool-teste<\/div>\n<pre class=\"social-connect-widget\">Logical volume \"log-2\" created\r\n<\/pre>\n<p>PRONTO! Agora temos duas parti\u00e7\u00f5es (volumes l\u00f3gicos \u2013 LV) novas que podem ser formatadas como se fossem parti\u00e7\u00f5es comuns.<\/p>\n<h2>FORMATA\u00c7\u00c3O<\/h2>\n<p>Agora que temos nossas duas parti\u00e7\u00f5es, podemos format\u00e1-las como qualquer outro dispositivo f\u00edsico. Para tal, execute os comandos abaixo para format\u00e1-las:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo mkfs.ext3 \/dev\/vgpool-teste\/log-1 -L log-1<\/div>\n<pre class=\"social-connect-widget\">mke2fs 1.41.1 (01-Sep-2008)\r\nFilesystem label=linux\r\nOS type: Linux\r\nBlock size=4096 (log=2)\r\nFragment size=4096 (log=2)\r\n\r\n<span style=\"font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;\">Por fim, seguindo essa l\u00f3gica; esses volumes l\u00f3gicos (LV) tamb\u00e9m podem ser montados como qualquer outro dispositivo.<\/span>\r\n<\/pre>\n<p>Basta, executar o comando \u201cmount\u201d:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo mount \/dev\/vgpool-teste\/log-1 \/mnt<\/div>\n<h1>COMO SABER SE TUDO DEU CERTO ?!<\/h1>\n<div class=\"alert alert-info\">\u00c9 importante exibir o status dos nossos dispositivos. Lembre-se, s\u00e3o tr\u00eas componentes diferentes que comp\u00f5em uma parti\u00e7\u00e3o LVM completa, o volume f\u00edsico (PV, ou Physical Volume), o grupo de volume (VG, ou Volume Group) e o volume l\u00f3gico (LV, ou Logical Volume).<\/div>\n<ul>\n<li><b>Verificar Volume F\u00edsico (PV)<\/b>\u00a0\u2013 Executar o comando \u201cpvdisplay\u201d<\/li>\n<li><b>Verificar Grupo de Volume (VG)<\/b>\u00a0\u2013 Executar o comando \u201cvgdisplay\u201d<\/li>\n<li><b>Verificar Volume L\u00f3gico (LV)<\/b>\u00a0\u2013 Executar o comando \u201clvdisplay\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 importante que execute os comandos acima para saber se tudo ocorreu bem!<\/p>\n<h1>UTILIZANDO OS BENEF\u00cdCIOS DO LVM<\/h1>\n<h4># Adicionando um novo disco ao Volume de Grupo (VG)<\/h4>\n<p>Hipoteticamente, depois de instalar um novo HD de 8GB (mapeado como \/dev\/sde), voc\u00ea deve criar uma nova parti\u00e7\u00e3o dentro deste HD com o \u201cfdisk\u201d. Depois executar o LVM, adicionando o \/dev\/sde1 ao LVM com o comando \u201cpvcreate\u201d e depois utilizar o comando \u201cvgextend\u201d para adicionar esta nova parti\u00e7\u00e3o ao meu grupo de volume (VG):<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo pvcreate \/dev\/sde1<\/div>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo vgextend vgpool-teste \/dev\/sde1<\/div>\n<h4># Expandir o tamanho de um volume l\u00f3gico<\/h4>\n<p>Para aumentar, o volume l\u00f3gico, para mais 4GB execute o comando lvextend:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo lvextend -L+4G \/dev\/vgpool-teste\/log-1<\/div>\n<p>Contudo, para obter \u00eaxito \u00e9 preciso redefinir o sistema de arquivos:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo resize2fs \/dev\/vgpool-teste\/log-1<\/div>\n<h1>REMOVENDO O LVM<\/h1>\n<p>Primeiramente, voc\u00ea precisa desmontar o volume:<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo umount \/mnt<\/div>\n<p>E seguir os seguintes passos (comandos):<\/p>\n<div class=\"terminal-widget\">sudo lvremove \/dev\/vgpool-teste\/log-1<br \/>\nsudo lvremove \/dev\/vgpool-teste\/log-2<br \/>\nsudo vgremove vgpool-teste<br \/>\nsudo pvremove \/dev\/sda3 \/dev\/sde1<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um recurso, tradicionalmente, adotado por administradores de sistemas Linux, para gerenciar parti\u00e7\u00f5es no disco, \u00e9 usar o\u00a0Gerenciador de Volume L\u00f3gico (LVM). Ele \u00e9\u00a0um m\u00e9todo\u00a0para alocar espa\u00e7o do disco r\u00edgido, em volumes l\u00f3gicos, que podem ser\u00a0facilmente redimensionados; diferentemente das parti\u00e7\u00f5es salvas nas tabelas de parti\u00e7\u00f5es. Uma das\u00a0grandes vantagens\u00a0do uso do LVM \u00e9 poder criar uma\u00a0camada l\u00f3gica\u00a0sobre [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[1,730,830,42,51,439,495,127,548],"tags":[378,1312,353,1512,276,1509,14,361,698,645,1510,1511,1421,1508,393],"class_list":["post-4994","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-viazap","category-clusterweb","category-debian","category-leitura-recomendada","category-linux-linuxrs","category-midia","category-profissional-de-ti","category-sistemas-de-armazenamento","category-ubuntu-2","tag-como","tag-computador","tag-de","tag-desligar","tag-disco","tag-expandir","tag-linux","tag-no","tag-o","tag-ou","tag-particoes","tag-precisar","tag-redimensionar","tag-saiba","tag-sem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4994","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4994"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4994\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4997,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4994\/revisions\/4997"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}