{"id":732,"date":"2014-04-06T02:44:19","date_gmt":"2014-04-06T05:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.viazap.com.br\/?p=732"},"modified":"2014-04-06T02:44:19","modified_gmt":"2014-04-06T05:44:19","slug":"configuracao-definitiva-do-samba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/?p=732","title":{"rendered":"Configura\u00e7\u00e3o definitiva do Samba"},"content":{"rendered":"<table width=\"100%\" border=\"0\" cellspacing=\"3\" cellpadding=\"3\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<div>Para o compartilhamento de diret\u00f3rios via rede, com a possibilidade de configurar permiss\u00f5es de controle de acesso, o\u00a0<em>Samba<\/em>\u00a0sobressai-se sobre os concorrentes.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de que, o mesmo tamb\u00e9m \u00e9 capaz de compartilhar diret\u00f3rios de um sistema de arquivos\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vivaolinux.com.br\/linux\/\">Linux<\/a>\u00a0(<span>ext<\/span>,\u00a0<span>JFS<\/span>&#8230;) atrav\u00e9s da rede, possibilitando o acesso ao mesmo, utilizando o protocolo cliente\u00a0<span>smb<\/span>, para distribui\u00e7\u00f5es\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vivaolinux.com.br\/linux\/\">GNU\/Linux<\/a>, e o pr\u00f3prio Windows Explorer (explorador de diret\u00f3rios), para sistemas operacionais Microsoft Windows.<\/p>\n<h1>Vantagens<\/h1>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao seu concorrente propriet\u00e1rio ($$), o sistema operacional Microsoft Windows Server, o Samba \u00e9 muit\u00edssimo mais completo, apresenta menos erros (conhecidos tamb\u00e9m como bugs), al\u00e9m do que, como o software Samba deve ser instalado em um servidor GNU\/Linux, a possibilidade de ter o servidor infectado por malware (v\u00edrus, cavalos de troia, worms, etc), \u00e9 M\u00cdNIMA.<\/p>\n<p>E, por fim, a configura\u00e7\u00e3o de permiss\u00e3o de acesso de diret\u00f3rios \u00e9 feita INTEIRAMENTE utilizando ferramentas da distribui\u00e7\u00e3o GNU\/Linux, o que torna muitas das t\u00e9cnicas hacking ineficazes.\u00a0<!--more--><\/p>\n<h1>Desvantagem<\/h1>\n<p>Ent\u00e3o, qual o principal motivo de o mercado utilizar, principalmente, Windows Server para tal servi\u00e7o, voc\u00ea se pergunta?<\/p>\n<p>Simples: em sistemas Windows, configurar o sistema para compartilhar diret\u00f3rios \u00e9 brincadeira de crian\u00e7a, j\u00e1 em sistemas Linux, o arquivo de configura\u00e7\u00f5es do Samba \u00e9 assustador para quem nasceu no mundo do &#8220;mas onde \u00e9 que clica?&#8221;.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, ao t\u00e9rmino da configura\u00e7\u00e3o, o sistema durar\u00e1 por muitos anos (se n\u00e3o, eternamente), se tudo depender do sistema operacional, pois n\u00e3o h\u00e1 agentes &#8220;feitos para destruir o sistema&#8221;, como em outros sistemas operacionais propriet\u00e1rios.<\/p>\n<h1>Conclus\u00e3o<\/h1>\n<p>No mundo Windows, a configura\u00e7\u00e3o \u00e9 simples e r\u00e1pida, por\u00e9m, a mesma precisar\u00e1 ser refeita de tempos em tempos, pois, todo tipo de Malware est\u00e1 preparado para destruir o sistema, al\u00e9m disso, erros de sistema ser\u00e3o frequentes, confundindo o usu\u00e1rio e o setor de TI da empresa.<\/p>\n<p>Utilizando um servidor GNU\/Linux, por vias normais, a configura\u00e7\u00e3o \u00e9 mais lenta, por\u00e9m, uma vez terminada a configura\u00e7\u00e3o do mesmo, a equipe de TI apenas necessitar\u00e1 pensar em &#8220;como agregar fun\u00e7\u00f5es a mais&#8221;.<\/p>\n<p>Chega de enxaquecas e gastos desnecess\u00e1rios com manuten\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><b>Etapa 1<\/b><\/p>\n<div>\n<h1>Instalando o Samba e criando os diret\u00f3rios a serem compartilhados<\/h1>\n<p>Vamos botar a m\u00e3o na massa!<\/p>\n<p>A configura\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita em um servidor\u00a0<em>Debian 7<\/em>\u00a0(Wheezy), por\u00e9m, pode ser adaptada facilmente para CentOS, Red Hat e outras distribui\u00e7\u00f5es\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vivaolinux.com.br\/linux\/\">GNU\/Linux<\/a>.<\/p>\n<p>Utilizaremos um terminal modo texto.<\/p>\n<h1>Instala\u00e7\u00e3o<\/h1>\n<p>Instale o pacote\u00a0<span>samba<\/span>\u00a0em seu servidor Debian:<\/p>\n<p><strong># aptitude install samba<\/strong><br \/>\nOu:<br \/>\n<strong># apt-get install samba<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 criado o arquivo de configura\u00e7\u00f5es do servidor Samba.<\/p>\n<p>Localiza\u00e7\u00e3o do arquivo:\u00a0<span>\/etc\/samba\/smb.conf<\/span><\/p>\n<h1>Configura\u00e7\u00e3o: Parte 1 &#8211; Criando os diret\u00f3rios<\/h1>\n<p>Antes de come\u00e7ar a criar os diret\u00f3rios que, posteriormente, estar\u00e3o dispon\u00edveis via rede, planeje no papel quantos departamentos (grupos de pessoas\/usu\u00e1rios) sua empresa possui.<\/p>\n<p>Crie um diret\u00f3rio no caminho de sua prefer\u00eancia, em seu sistema de arquivos:<\/p>\n<p><strong># mkdir \/samba<\/strong><\/p>\n<p>Em seguida, crie um subdiret\u00f3rio para cada departamento de sua empresa:<\/p>\n<p><strong># mkdir \/samba\/marketing<br \/>\n# mkdir \/samba\/&#8221;departamento pessoal&#8221;<br \/>\n# mkdir \/samba\/dire\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Obs.: a forma mais simples de criar um diret\u00f3rio que cont\u00e9m nome espa\u00e7ado em GNU\/Linux, \u00e9 digitando-se apenas o nome espa\u00e7ado entre aspas (ex.: &#8220;diret\u00f3rio com nome espa\u00e7ado&#8221;).<\/p>\n<p>Depois de criado os subdiret\u00f3rios, a etapa 1 estar\u00e1 terminada.<\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><b>Etapa 2<\/b><\/p>\n<div>\n<h1>Configura\u00e7\u00e3o: Parte 2 &#8211; Arquivo de configura\u00e7\u00e3o do Samba<\/h1>\n<p>O Samba, assim como muitos outros servidores\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vivaolinux.com.br\/linux\/\">GNU\/Linux<\/a>, deve ser configurado alterando-se os par\u00e2metros presentes em um arquivo de configura\u00e7\u00e3o, e estes par\u00e2metros alterados, ser\u00e3o ent\u00e3o, futuramente, carregados nas vari\u00e1veis do software servidor, durante sua inicializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O arquivo de configura\u00e7\u00e3o do Samba encontra-se em:\u00a0<span>\/etc\/samba\/smb.conf<\/span><\/p>\n<p>\u00c9 recomend\u00e1vel renomear o arquivo, pois, iniciaremos a configura\u00e7\u00e3o de nosso servidor a partir do zero!<\/p>\n<p><strong># mv \/etc\/samba\/smb.conf \/etc\/samba\/smb.conf.original<\/strong><\/p>\n<p>Aqui, utilizaremos o editor de textos\u00a0<span>Nano<\/span>, por ser o editor de textos padr\u00e3o do GNU\/Linux, isto \u00e9, o mesmo encontra-se por padr\u00e3o, em qualquer distribui\u00e7\u00e3o GNU\/Linux, ao contr\u00e1rio do\u00a0<span>Vim\/Vi<\/span>, entre outros:<\/p>\n<p><strong># nano \/etc\/samba\/smb.conf<\/strong><\/p>\n<p>Em seu terminal, neste momento, voc\u00ea deve estar visualizando um arquivo novo, rec\u00e9m-criado por voc\u00ea, utilizando o editor de textos\u00a0<span>Nano<\/span>.<\/p>\n<p>O arquivo de configura\u00e7\u00f5es Samba est\u00e1 dividido em se\u00e7\u00f5es, e cada se\u00e7\u00e3o \u00e9 representada da seguinte forma:\u00a0<span>&#8220;[nome da se\u00e7\u00e3o 1]&#8221; &#8220;[nome da se\u00e7\u00e3o 2]&#8221;<\/span>&#8230;<\/p>\n<p>Para configurar o Samba, iniciaremos pela se\u00e7\u00e3o\u00a0<span>global<\/span>.<\/p>\n<div># A se\u00e7\u00e3o global cont\u00e9m par\u00e2metros de configura\u00e7\u00f5es globais, os quais ser\u00e3o aplicados a todo o<br \/>\n#servidor, e a todo compartilhamento.<br \/>\n[global]<br \/>\nserver string = nomedoserver\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Nome DNS<br \/>\nnetbios name = nomedoserver\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Nome NetBIOS<br \/>\nworkgroup = WORKGROUP\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Grupo de trabalho das m\u00e1quinas Windows<\/p>\n<p>#Op\u00e7\u00f5es para security:<br \/>\n# none &#8211; Nada de senhas!<br \/>\n# user &#8211; Requer uma senha Unix, mesmo antes mesmo de escolher o compartilhamento ao qual<br \/>\n#pretende acessar.<br \/>\n# share &#8211; Requere uma senha Unix, apenas se ao acessar o compartilhamento voc\u00ea n\u00e3o tiver<br \/>\n#permiss\u00f5es para acess\u00e1-lo.<br \/>\nsecurity = share<br \/>\n#No arquivo de log, ser\u00e3o armazenadas informa\u00e7\u00f5es sobre cada conex\u00e3o realizada ao servidor.<br \/>\n#&#8217;%m&#8217; \u00e9 uma vari\u00e1vel que corresponde ao nome da m\u00e1quina que acessar o servidor Samba.<br \/>\nlog file =\u00a0\u00a0\/var\/logs\/samba\/samba.log\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#para um log centralizado<br \/>\n#log file = \/var\/logs\/samba\/%m.log #para um log por m\u00e1quina conectada<\/p><\/div>\n<p>Depois de terminada a configura\u00e7\u00e3o global, deve-se configurar os compartilhamentos:<\/p>\n<div>#Compartilhando<br \/>\n#[nome do compartilhamento]<br \/>\n[Publicidade e Marketing]<br \/>\ncomment = Acesso Restrito ao setor de Marketing<br \/>\npath = \/samba\/marketing<br \/>\npublic = yes\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Acesso sem senha, p\u00fablico (yes ou no)<br \/>\nwritable = yes\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Permitir altera\u00e7\u00f5es no diret\u00f3rio? (yes ou no)<br \/>\n#valid users = deixe para mais tarde\u00a0\u00a0 #Mais tarde!<\/div>\n<p>J\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel testar nossas configura\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Vamos, para isso reiniciar o servi\u00e7o do Samba:<\/p>\n<p><strong># \/etc\/init.d\/samba restart<\/strong><\/p>\n<p>Ou:<\/p>\n<p><strong># \/etc\/init.d\/samba stop<br \/>\n# \/etc\/init.d\/samba start<\/strong><\/p>\n<p>Ou:<\/p>\n<p><strong># service samba restart<\/strong><\/p>\n<p>Ou ainda:<\/p>\n<p><strong># service samba stop<br \/>\n# service samba start<\/strong><\/p>\n<p>Vamos testar nossa configura\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Em um computador Windows, presente na mesma rede e configurado no mesmo grupo de trabalho do Samba, chame o di\u00e1logo\u00a0<span>Executar<\/span>, e ent\u00e3o, digite:<\/p>\n<ul>\n<li><span>\\\\[server string]<\/span><\/li>\n<li>E aperte:\u00a0<span>OK<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Linux: Configura\u00e7\u00e3o definitiva do Samba\" src=\"http:\/\/img.vivaolinux.com.br\/imagens\/artigos\/comunidade\/configuracao_samba_1.png\" width=\"420\" height=\"227\" \/><\/div>\n<p>Caso tenha escolhido o valor\u00a0<span>none<\/span>\u00a0ou\u00a0<span>share<\/span>\u00a0para o par\u00e2metro\u00a0<span>security<\/span>, nenhum prompt de senha ser\u00e1 apresentado.<\/p>\n<p>Caso tenha escolhido o valor\u00a0<span>user<\/span>\u00a0para\u00a0<span>security<\/span>, terminaremos a configura\u00e7\u00e3o na se\u00e7\u00e3o &#8220;Configura\u00e7\u00e3o &#8211; Parte 3 (Configurando Permiss\u00f5es)&#8221;.<\/p>\n<p>Voc\u00ea, provavelmente, ter\u00e1 acesso com permiss\u00f5es de somente leitura ao diret\u00f3rio &#8220;Publicidade e Marketing&#8221;. Configuraremos isso mais tarde.<\/p>\n<h1>Curiosidade<\/h1>\n<p>Sabe por que n\u00e3o se deve convidar usu\u00e1rios ao servidor, com frases do g\u00eanero: &#8220;Bem-Vindo ao compartilhamento&#8230;&#8221;?<\/p>\n<p>Certa vez, um hacker invadiu um dos servidores de uma certa empresa, e ao ter acesso ao shell da empresa, recebeu a seguinte mensagem &#8220;Bem-Vindo \u00e0 empresa y&#8221;.<\/p>\n<p>Mais tarde, o mesmo foi descoberto, e julgado em tribunal. Por\u00e9m, o mesmo alegou ter sido &#8220;bem recebido&#8221; na empresa, e ganhou a causa, sem sofrer penalidades.<\/p>\n<p>Agora, lhe pergunto: Voc\u00ea convidaria um hacker ao seu servidor?<\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><b>Etapa 3<\/b><\/p>\n<div>\n<h1>Configurando permiss\u00f5es &#8211; Usu\u00e1rios e Grupos<\/h1>\n<p>Agora, vamos sair um pouco do arquivo de configura\u00e7\u00f5es do Samba e criarmos os usu\u00e1rios que realizar\u00e3o login via rede atrav\u00e9s do Samba.<\/p>\n<p>Os usu\u00e1rios do Samba, assim como citado anteriormente, s\u00e3o usu\u00e1rios comuns do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vivaolinux.com.br\/linux\/\">GNU\/Linux<\/a>.<\/p>\n<p>Vamos cri\u00e1-los.<\/p>\n<p><strong># useradd joana_dark<br \/>\n# useradd diego_hipolito<br \/>\n# useradd maradonna<\/strong><\/p>\n<p>Os tr\u00eas usu\u00e1rios acima, ser\u00e3o usu\u00e1rios do Samba, pertencentes ao grupo\u00a0<span>marketing<\/span>. Por\u00e9m, para cada um deles, foi criado um diret\u00f3rio\u00a0<span>\/home<\/span>.<\/p>\n<p>Abaixo, segue os mesmos comandos, por\u00e9m, com par\u00e2metros que impossibilitar\u00e3o o uso do login e senha para login local no servidor, e negar\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o de uma pasta pessoal (<span>\/home\/[usu\u00e1rio]<\/span>):<\/p>\n<p><strong># useradd &#8211;no-create-home -s \/bin\/false joana_dark<br \/>\n# useradd &#8211;no-create-home -s \/bin\/false diego_hipolito<br \/>\n# useradd &#8211;no-create-home -s \/bin\/false maradonna\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O par\u00e2metro &#8220;-s&#8221; especifica um shell de comandos para ser atribu\u00eddo ao usu\u00e1rio criado. O shell\u00a0<span>\/bin\/false<\/span>, como o nome sugere, \u00e9 um shell falso, e qualquer usu\u00e1rio que utiliza este shell n\u00e3o ser\u00e1 capaz de logar-se corretamente no sistema GNU\/Linux. Ainda bem que para o usu\u00e1rio acessar os compartilhamentos, ele n\u00e3o precisa de um shell v\u00e1lido, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p>Caso voc\u00ea tenha criado um usu\u00e1rio sem especificar o shell, o usu\u00e1rio \u00e9 configurado com o shell padr\u00e3o de sua distro. Para alter\u00e1-lo, edite diretamente o arquivo de texto\u00a0<span>\/etc\/passwd<\/span>, ou execute o comando\u00a0<span>usermod -s \/bin\/false [nomeDoUsu\u00e1rioExistente]<\/span>.<\/p>\n<p><strong># nano \/etc\/passwd<\/strong><br \/>\nOu:<br \/>\n<strong># usermod -s \/bin\/false [nomeDoUsu\u00e1rioExistente]<\/strong><\/p>\n<p>Os usu\u00e1rios acima, foram criados sem qualquer tipo de senha, pois, os usu\u00e1rios do Samba n\u00e3o necessitam de uma senha de logon no GNU\/Linux, portanto, configurar uma senha \u00e9 opcional.<\/p>\n<p>Vamos adicionar estes usu\u00e1rios para serem utilizados no Samba:<\/p>\n<p><strong># smbpasswd -a joana_dark<br \/>\n# smbpasswd -a diego_hipolito<br \/>\n# smbpasswd -a maradonna<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 se pode testar o login destes usu\u00e1rios em seu servidor Samba, utilizando um cliente Microsoft Windows.<\/p>\n<p>* Aviso: logar n\u00e3o quer dizer &#8220;acesso garantido aos diret\u00f3rios&#8221;, isso ainda estamos ao passo de configurar.<\/p>\n<p>Para facilitar a administra\u00e7\u00e3o e ter compartilhamentos Samba extremamente seguros, devemos organizar os usu\u00e1rios em grupos. Em uma empresa, \u00e9 muito simples: o nome dos grupos de usu\u00e1rios dever\u00e3o ser os mesmos de cada departamento da empresa.<\/p>\n<p>Vamos criar o(s) grupo(s):<\/p>\n<p><strong># addgroup marketing<br \/>\n# addgroup departamento_pessoal<br \/>\n# addgroup direcao<\/strong><\/p>\n<p>Neste exemplo, apesar de criarmos tr\u00eas grupos, apenas o grupo\u00a0<span>marketing<\/span>\u00a0ser\u00e1 configurado.<\/p>\n<p>Agora, vamos agrupar os funcion\u00e1rios da empresa nos grupos correspondentes, de acordo com o seu departamento.<\/p>\n<p>Em nosso caso, os tr\u00eas funcion\u00e1rios pertencer\u00e3o ao mesmo grupo (departamento)\u00a0<span>marketing<\/span>:<\/p>\n<p><strong># adduser joana_dark marketing<br \/>\n# adduser diego_hipolito marketing<br \/>\n# adduser maradonna marketing<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><b>Etapa 4<\/b><\/p>\n<div>\n<h1>Configura\u00e7\u00e3o: Parte 3 &#8211; Configurando Permiss\u00f5es (Permiss\u00f5es de acesso e seguran\u00e7a)<\/h1>\n<p>Primeiramente, vamos criar um diret\u00f3rio pessoal para cada um dos tr\u00eas membros do grupo\u00a0<span>marketing<\/span>:<\/p>\n<p><strong># mkdir \/samba\/marketing\/maradonna<br \/>\n# mkdir \/samba\/marketing\/diego_hipolito<br \/>\n# mkdir \/samba\/marketing\/joana_dark<\/strong><\/p>\n<p>* Aviso: os nomes dos diret\u00f3rios n\u00e3o necessitam ser os mesmos que o do usu\u00e1rio.<\/p>\n<p>Primeiramente, ao diret\u00f3rio raiz do departamento, iremos configurar quem o &#8220;comandar\u00e1&#8221;, e o grupo de usu\u00e1rios que o comandar\u00e1:<\/p>\n<p><strong># chown root.marketing \/samba\/marketing<\/strong><\/p>\n<p>O comando\u00a0<span>chown<\/span>\u00a0(change owner), segue a seguinte sintaxe:<\/p>\n<p><strong>chown [usu\u00e1rio_dono].[grupo_dono] [diret\u00f3rio]<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea deve estar perguntando-se: mas, por que devemos ter o usu\u00e1rio\u00a0<span>root<\/span>\u00a0de dono, uma vez que o mesmo sempre possui acesso irrestrito a todos os diret\u00f3rios?<\/p>\n<p>E a resposta \u00e9 simples: o usu\u00e1rio dono, neste momento n\u00e3o ser\u00e1 importante. O mais importante \u00e9 que o grupo\u00a0<span>marketing<\/span>\u00a0agora, \u00e9 dono de seu pr\u00f3prio diret\u00f3rio. \u00d3timo!<\/p>\n<p>Agora, vamos a uma das partes mais divertidas, a configura\u00e7\u00e3o das permiss\u00f5es.<\/p>\n<p>A partir deste momento, o diret\u00f3rio\u00a0<span>\/samba\/marketing<\/span>\u00a0pertence ao usu\u00e1rio\u00a0<span>root<\/span>, tamb\u00e9m ao grupo\u00a0<span>marketing<\/span>\u00a0e a todos os membros deste grupo.<\/p>\n<p>\u00c9 extremamente recomend\u00e1vel conhecer permiss\u00f5es (<span>chmod<\/span>) a partir deste ponto.<\/p>\n<p><strong># chmod 000 \/samba\/marketing<\/strong><\/p>\n<p>Sintaxe do comando:<\/p>\n<p><strong>chmod [permiss\u00e3o_usu\u00e1rio_dono][permiss\u00e3o_grupo_dono][permiss\u00e3o_para_qualquer_outro_usu\u00e1rio] [diret\u00f3rio]<\/strong><\/p>\n<p>Para cada permiss\u00e3o (dono, grupo, ou outros usu\u00e1rios), pode-se atribuir um n\u00famero entre 0 e 7, para permitir o n\u00edvel de acesso ao diret\u00f3rio especificado.<\/p>\n<p>Abaixo, ser\u00e1 explicado cada n\u00edvel de acesso, sem maiores detalhes:<\/p>\n<pre>   \r\n  Permiss\u00e3o   Bin\u00e1rio  Decimal\r\n  ---         000        0\r\n  --x         001        1\r\n  -w-         010        2\r\n  -wx         011        3\r\n  r--         100        4\r\n  r-x         101        5\r\n  rw-         110        6\r\n  rwx         111        7<\/pre>\n<p>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.infowester.com\/linuxpermissoes.php\">www.infowester.com<\/a><\/p>\n<p>Onde:<\/p>\n<ul>\n<li><span>R<\/span>\u00a0&#8211; Read (Leitura) :: Permiss\u00e3o de &#8220;olhar&#8221; o conte\u00fado.<\/li>\n<li><span>W<\/span>\u00a0&#8211; Write (Escrita) :: Permiss\u00e3o de gravar novos arquivos e alterar os j\u00e1 existentes.<\/li>\n<li><span>X<\/span>\u00a0&#8211; Execution (Execu\u00e7\u00e3o) :: Permiss\u00e3o de abrir o diret\u00f3rio e abrir arquivos que est\u00e3o no mesmo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Se n\u00e3o compreendeu permiss\u00f5es\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vivaolinux.com.br\/linux\/\">GNU\/Linux<\/a>, voc\u00ea deve estudar sobre a mesma, e o link acima, o auxiliar\u00e1 muito em seu aprendizado.<\/p>\n<p>Vamos analisar novamente o comando digitado anteriormente:<\/p>\n<p><strong># chmod 000 \/samba\/marketing<\/strong><\/p>\n<pre>   \r\n Usu\u00e1rio             Grupo               Outros usu\u00e1rios (n\u00e3o donos)\r\n   0                     0                     0\r\n Leitura=negada,     Leitura=negada,     Leitura=negada,\r\n Escrita=negada,     Escrita=negada,     Escrita=negada,\r\n Execu\u00e7\u00e3o=negada.    Execu\u00e7\u00e3o=negada.    Execu\u00e7\u00e3o=negada.<\/pre>\n<p>Sendo assim, ningu\u00e9m ter\u00e1 acesso ao diret\u00f3rio, correto?<\/p>\n<p>Vamos ser bonzinhos, e liberar o acesso ao usu\u00e1rio e ao grupo? Planejando&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; O usu\u00e1rio (root) poder\u00e1 receber qualquer permiss\u00e3o.<br \/>\n&#8211; O grupo receber\u00e1 acesso de leitura e execu\u00e7\u00e3o (r-x &#8211; 5).<br \/>\n&#8211; Qualquer outro usu\u00e1rio ter\u00e1 seu acesso completamente negado!<\/p>\n<p><strong># chmod 750 \/samba\/marketing<\/strong><\/p>\n<pre>   \r\n  Usu\u00e1rio               Grupo                   Outros usu\u00e1rios (n\u00e3o donos)\r\n    7                     5                         0\r\n  Leitura=concedida,    Leitura=negada,         Leitura=negada,\r\n  Escrita=concedida,    Escrita=negada,         Escrita=negada,\r\n  Execu\u00e7\u00e3o=concedida.   Execu\u00e7\u00e3o=concedida.     Execu\u00e7\u00e3o=negada.<\/pre>\n<p>Reinicie os daemons do Samba:<\/p>\n<p><strong># \/etc\/init.d\/samba restart<\/strong><\/p>\n<p>Pronto, agora experimente acessar o servidor Samba de um cliente Windows, acesse o diret\u00f3rio compartilhado\u00a0<span>Marketing<\/span>\u00a0e uma senha lhe ser\u00e1 pedida.<\/p>\n<p>Voc\u00ea deve, apenas, poder ver o conte\u00fado do diret\u00f3rio, mas n\u00e3o poder\u00e1 alter\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o pode acessar o diret\u00f3rio? Isso \u00e9 comum e ser\u00e1 resolvido assim que alterarmos algumas configura\u00e7\u00f5es do arquivo de configura\u00e7\u00f5es do Samba, ok? N\u00e3o se desespere.<\/p>\n<p>Iremos agora, tornar os usu\u00e1rios pertencentes ao grupo\u00a0<span>marketing<\/span>\u00a0donos de seus pr\u00f3prios subdiret\u00f3rios:<\/p>\n<p><strong># chown maradonna.marketing \/samba\/marketing\/maradonna<br \/>\n# chown diego_hipolito.marketing \/samba\/marketing\/diego_hipolito<br \/>\n# chown joana_dark.marketing \/samba\/marketing\/joana_dark<\/strong><\/p>\n<p>Agora, cada usu\u00e1rio \u00e9 dono de um diret\u00f3rio diferente, e, al\u00e9m disso, o grupo tamb\u00e9m \u00e9 dono de cada diret\u00f3rio dos usu\u00e1rios do grupo\u00a0<span>marketing<\/span>.<\/p>\n<p>Vamos configurar o n\u00edvel de acesso de cada usu\u00e1rio, para cada um dos tr\u00eas diret\u00f3rios:<\/p>\n<p><strong># chmod 750 \/samba\/marketing\/maradonna<br \/>\n# chmod 750 \/samba\/marketing\/diego_hipolito<br \/>\n# chmod 750 \/samba\/marketing\/joana_dark<\/strong><\/p>\n<p>Vamos analisar o comando.<\/p>\n<p><strong># chmod 750 \/samba\/marketing\/joana_dark<\/strong><\/p>\n<p>O usu\u00e1rio dono (joana_dark) recebeu a permiss\u00e3o 7 (acesso total), os membros do grupo\u00a0<span>marketing<\/span>\u00a0receberam a permiss\u00e3o 5 (r-x &#8211; Read &amp; Execution &#8211; Leitura + Execu\u00e7\u00e3o), permitindo a estes, acessarem o diret\u00f3rio livremente, por\u00e9m, n\u00e3o poder\u00e3o alterar ou salvar quaisquer dados.<\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><b>Etapa 5<\/b><\/p>\n<div>\n<h1>Configura\u00e7\u00e3o: Parte 3 &#8211; Configurando Permiss\u00f5es (Realizando altera\u00e7\u00f5es no arquivo de configura\u00e7\u00e3o do Samba)<\/h1>\n<p><strong># nano \/etc\/samba\/smb.conf<\/strong><\/p>\n<p>Oba! Estamos novamente configurando o\u00a0<span>smb.conf<\/span>.<\/p>\n<p>Faremos agora, os ajustes finais.<\/p>\n<div>#Compartilhando<br \/>\n#[nome do compartilhamento]<br \/>\n[Publicidade e Marketing]<br \/>\ncomment = Acesso Restrito ao setor de Marketing<br \/>\npath = \/samba\/marketing<br \/>\npublic = no\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Acesso sem senha, p\u00fablico (yes ou no)<br \/>\nwritable = yes\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Permitir altera\u00e7\u00f5es no diret\u00f3rio? (yes ou no)<br \/>\nvalid users = @marketing\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#Apenas os membros do grupo marketing acessar\u00e3o o compartilhamento.<br \/>\nforce group = marketing\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0#For\u00e7a o acesso do grupo marketing somente.<\/div>\n<p>Salve o documento e, em seguida, reinicie os daemons do Samba:<\/p>\n<p><strong># \/etc\/init.d\/samba restart<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 ainda um par\u00e2metro chamado\u00a0<span>veto files<\/span>, para voc\u00ea acrescentar \u00e0 um compartilhamento. O mesmo \u00e9 \u00fatil para vetar nomes de arquivos e\/ou extens\u00f5es, facilitando para o administrador impedir a dissemina\u00e7\u00e3o de arquivos perigosos que sejam alojados no servidor, e desencorajar os usu\u00e1rios \u00e0 guardarem arquivos pessoais nos diret\u00f3rios compartilhados. Veja abaixo um exemplo de uso do par\u00e2metro:<\/p>\n<div>veto files = *.exe\/*.com\/*. scr\/*.rar\/*.zip\/*.ace*.cab\/*.bat\/*.inf\/<\/div>\n<p>O par\u00e2metro\u00a0<span>veto files<\/span>\u00a0pode ser aplicado \u00e0 um compartilhamento, ou diretamente na se\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>Quer mais? Que tal gerenciar o seu servidor com o\u00a0<span>WEB Admin<\/span>\u00a0para o Samba, o SWAT?<\/p>\n<p><strong># aptitude install swat<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o, abra seu navegador de Internet preferido e digite o seguinte endere\u00e7o na barra de endere\u00e7os de seu navegador:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>http:\/\/localhost:901<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<div><a href=\"http:\/\/img.vivaolinux.com.br\/imagens\/artigos\/comunidade\/configuracao_samba_2.png\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Linux: Configura\u00e7\u00e3o definitiva do Samba\" src=\"http:\/\/img.vivaolinux.com.br\/imagens\/artigos\/comunidade\/thumb_configuracao_samba_2.png\" width=\"500\" height=\"281\" border=\"0\" \/><\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o Para o compartilhamento de diret\u00f3rios via rede, com a possibilidade de configurar permiss\u00f5es de controle de acesso, o\u00a0Samba\u00a0sobressai-se sobre os concorrentes. Al\u00e9m de que, o mesmo tamb\u00e9m \u00e9 capaz de compartilhar diret\u00f3rios de um sistema de arquivos\u00a0Linux\u00a0(ext,\u00a0JFS&#8230;) atrav\u00e9s da rede, possibilitando o acesso ao mesmo, utilizando o protocolo cliente\u00a0smb, para distribui\u00e7\u00f5es\u00a0GNU\/Linux, e o pr\u00f3prio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[1,42,51,68,271,127],"tags":[40,450,451],"class_list":["post-732","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-viazap","category-leitura-recomendada","category-linux-linuxrs","category-redes-2","category-seguranca-2","category-sistemas-de-armazenamento","tag-configuracao","tag-definitiva","tag-do-samba"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/732","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=732"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/732\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":733,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/732\/revisions\/733"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=732"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=732"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.clusterweb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=732"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}