nov 232015
 
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Planos de Hospedagem

nov 132015
 

1. LVM

LVM significa “Logic Volume Manager”, em português “Gerenciador de volume lógico”, ele gerencia discos e dispositivos de armazenamento em massa. No LVM um volume é o equivalente a uma partição de um disco.

1.1 Usos do LVM

O LVM é muito utilizado em servidores linux por oferecer uma capacidade de ajuste dinâmico de seus volumes.

Se você por exemplo que refazer o desenho de partições de um disco, no método tradicional você precisaria fazer backup dos dados, apagar as partições, criar um novo layout de partições, formatar as partições, reinstalar o sistema operacional e depois ainda fazer o restore dos dados, algo chato e demorado.

Se você utilizar LVM estará administrando seu armazenamento em uma camada de abstração, você trabalhará com volumes físicos (PV), grupos de volumes (VG) e volumes lógicos (LV), guarde esses nomes.

Quando você cria uma partição do disco destinada a uso via LVM esta partição será um PV (Physical Volume), e fará parte de algum VG (Volume Group), já os LV são ‘fatias’ de algum VG.

Um VG pode ser criado com um ou mais PVs e o LVM lhe permite adicionar outros PVs a um VG para aumentar a capacidade de armazenamento quando for necessário.

Imagine um VG como se fosse um grande dispositivo de armazenamento composto por vários PVs, a capacidade total de armazenamento de um VG é a soma da capacidade dos PVs associados a ele.

LVs (Logical Volumes) são fatias do seu VG (volume group), imagine que você tem um VG com capacidade de 100 GB, você pode ter 10 LVs de 10GB ou dois LVs de 50GB, isso é configurável, para o sistema operacional linux, um LV equivale a uma partição de um disco, pode ser formatada e montada da mesma forma que uma partição de um disco comum.

A grande vantagem do LVM é que você pode redimensionar VGs e LVs, aumentando ou diminuindo seu tamanho, e se estiver utilizando um sistema de arquivos que suporte resize, algo como ext3 ou ext4, poderá também aumentar e diminuir o sistema de arquivos sem precisar reconstruir todas as partições e reinstalar seu ambiente.

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nov 022015
 

CONCEITOS GERAIS

 

NOTA: Esse artigo é uma tradução livre (com notas do tradutor) da documentação disponível emhttp://wiki.xenproject.org/wiki/Xen_Overview.

Um hypervisor é um software de computador, um firmware ou hardware sobre o qual é possível criar e executar máquinas virtuais. O hypervisor também é conhecido como VMM – Monitor de Máquinas Virtuais (em inglês). A máquina real onde o hypervisor é executado é chamada de máquina hospedeira (host); as máquinas virtualizadas são chamadas de visitantes (guest). De acordo com [1], hypervisores são classificados em:

Tipo-1 – Nativo ou “Bare Metal”, são os hypervisores que executam diretamente sobre o hardware, assumindo diretamente seu controle e gerenciando os sistemas operacionais visitantes. Um visitante é executado como um processo do hospedeiro.

Tipo-2 – Hypervisores hospedados (hosted) são hypervisores que executam sobre um sistema operacional e são executados como uma aplicação do espaço usuário. O tipo-2 cria uma abstração sobre o sistema operacional do hospedeiro que permite compartilhar recursos de hardware. São exemplos de hypervisores do tipo-2: Virtualbox e VMWare Workstation.

Atualmente, essas duas tecnologias se confundem em ambientes que não são totalmente claros: como o KVM – Kernel-based Virtual Machine – e o FreeBSD bhyve que são módulos do kernel que efetivamente convertem sistemas do tipo-2 em sistemas do tipo-1.
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nov 012015
 

DESCRITIVO DO AMBIENTE

 

Nesta etapa vou apresentar o ambiente criado.

NOTA: é importante que todos os servidores tenham acesso direto à Internet. Em muitas corporações, principalmente no Governo, que é o meu caso, é necessário um IP válido, liberações de firewall etc. Neste artigo estou visando somente o funcionamento da solução.

Também vou considerar que os servidores Squid já estejam configurados e em funcionamento.

Para todos os servidores foi usado o Centos 6.4.

O LVS (Linux Virtual Server) é muito usado em soluções de servidores Web, por quê não utilizá-lo em outras situações? Este recurso permite que as requisições que cheguem nele sejam direcionadas à outros servidores (2, 3, 4, N servidores).

Foi usado o LVS em modo direct-routing.

  1. o cliente faz a requisição
  2. o LVS encaminha ao PROXY
  3. o proxy responde direto ao cliente

(o caminho de volta não passa pelo LVS)

Servidor LVS:

ETH0=192.168.0.1/24
ETH0:0= 192.168.0.4/24

Servidor Proxy1:

ETH0=192.168.0.2/24
lo:0=192.168.0.4/32

Servidor Proxy1:

ETH0=192.168.0.3/24
lo:0=192.168.0.4/32

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