fev 112019
 

On some of our development servers, we run many instances of the Apache httpd web server on the same system. By “many”, I mean 30 or more separate Apache instances, each with its own configuration file and child processes. This is not unusual on DevCamps setups with many developers working on many projects on the same server at the same time, each project having a complete software stack nearly identical to production.

On Red Hat Enterprise Linux 5, with somewhere in the range of 30 to 40 Apache instances on a server, you can run into failures at startup time with this error or another similar one in the error log:

[error] (28)No space left on device: Cannot create SSLMutex

The exact error will depend on what Apache modules you are running. The “space left on device” error does not mean you’ve run out of disk space or free inodes on your filesystem, but that you have run out of SysV IPC semaphores.

You can see what your limits are like this:

# cat /proc/sys/kernel/sem
250 32000 32 128

I typically double those limits by adding this line to /etc/sysctl.conf:

kernel.sem = 500 64000 64 256

That makes sure you’ll get the change at the next boot. To make the change take immediate effect:

# sysctl -p

With those limits I’ve run 100 Apache instances on the same server.

fev 112019
 

The service “httpd” appears to be down.

OK just to give an update on this thread, so hopefully it helps someone else in the future.

Apologies in advance to any Level 18 Fire Breathing +5 SysAdmins; this is noob stuff :)

The cPanel team examined my server and determined that Apache had ran out of Semaphores.

Each time HTTPD crashed it didn’t release the semaphores and eventually my server ran out (I had 128). The cPanel team kindly cleared down the “locked” semaphores as follows:

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dez 072018
 

CONFIGURANDO O APACHE2 DO PRIMEIRO SERVIDOR

Vamos começar instalando o apache2 e algumas libs:

 sudo apt-get install apache2 php7.2 libapache2-mod-php7.2
$ sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php7.2-mysql
$ sudo apt-get install apache2-prefork-dev

Habilitando os módulos do apache para o redirecionamento e para o proxy pass:

 sudo a2enmod env proxy_ajp proxy_balancer proxy proxy_connect proxy_http rewrite ssl headers

Para desabilitar os mods basta usar:

 sudo a2dismod [nome-dos-módulos]

Agora iremos criar o arquivo na pasta do apache2:

 sudo nano /etc/apache2/sites-available/meuSite

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Spring Boot Secured By Let’s Encrypt

 Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Hospedagem, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Redes, Segurança  Comentários desativados em Spring Boot Secured By Let’s Encrypt
set 272018
 

In this article, we want to know how we can (1) generate a valid certificate for free; (2) configure a Spring Boot app with it; and lastly (3) how to renew it when it expires.

In my previous blog post, we became familiar with configuration of an Spring Boot Application with a self-signed certificate. Self-signed certificates are good for specific purposes such as test and development. But, if one needs to ship his application to production, certificates should be signed by known and legitimate Certificate Authorities (CA).

These types of certificates are usually expensive. If you want to harden your application with TLS, you need to purchase one of them. The price and complex configuration of application servers made a barrier for many web applications to use secure connections.

In the post-Snowden era, no one needs to convince us that having secure connection using HTTPS is a must. There are lots of efforts to increase awareness of developers and IT administrators to employ such technologies for every single website they make. But how?

Let’s Encrypt projects aims at bringing HTTPS to World Wide Web not only for free but also with the simplest way of configuration.

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set 192018
 

Constantemente surge uma nova tecnologia no ramo de hospedagem de sites, com intuito de melhorar a performance deles. O HD SSD é mais uma dessas novas “técnicas”.

Acredito que você já tenha ouvido falar neste termo, que tanto tem sido usado pelas empresas de hospedagem, e logo surgiu a dúvida o que é hospedagem com HD SSD e quais são suas vantagens e desvantagens?

Preparamos esse post para que você, de forma simples e rápida, descubra o que é a hospedagem com HD SSD bem como seus pontos positivos e negativos. Fique conosco e confira!


O QUE É HOSPEDAGEM COM HD SSD?
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jul 122018
 

O interface de administração do Zimbra é muito boa entretanto ela não permite a criação e edição de listra negra e branca de e-mails ou domínios de e-mail, mas podemos fazer a lista de forma muito simples pelo terminal.

Para executar os comandos abaixo você deve está conectado no servidor com o usuários zimbra:

# su zimbra

Edite o arquivo de configuração salocal.cf.in que fica em /opt/zimbra/conf

$ vim /opt/zimbra/conf/salocal.cf.in

No final no arquivo iremos criar a blacklist e whitelist, vamos até o final e editamos da seguinte forma.

#Lista Negra(Bloqueia por dominio ou e-mail)

blacklist_from usuario@clusterweb.com.br

blacklist_from *@clusterweb.com.br

#Lista Branca(Libera por domínio ou e-mail)

whitelist_from usuario@clusterweb.com.br

whitelist_from *@clusterweb.com.br

Quando colocamos a conta de e-mail exemplo usuario@clusterweb.com.br nós bloqueamos ou liberamos especificamente os e-mails vindos dessa conta, se colocarmos o * antes do @ significa que todas as mensagens estão bloqueadas ou liberadas daquele determinado domínio exemplo *@clusterweb.com.br

Terminada a edição da lista precisamos salvar e sair do arquivo, devido a permissão desse arquivo talvez seja necessário sair com um :wq! Para salvar sem problemas.

Precisamos agora reiniciar os serviços zmmtactl e zmamavisdctl para as listas entrarem em funcionamento.

$ zmmtactl restart

$ zmamavisdctl restart

Com essa criação de lista negra e branca os e-mail não ficarão nem parados na caixa de spam, eles serão bloqueados automaticamente no caso da blacklist e direcionados para a caixa de entrada no caso da whitelist.

APACHE – COMPARTILHAMENTO DE RECURSOS – VIRTUALHOSTS

 Apache2, CentOS 7 / RHEL 7, Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Hospedagem, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Ubuntu  Comentários desativados em APACHE – COMPARTILHAMENTO DE RECURSOS – VIRTUALHOSTS
jun 192018
 

INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES DO APACHE

 

Recentemente me deparei com uma necessidade incomum em minha breve, mas ativa, carreira de desenvolvedor/suporte. Eu estava envolvido em alguns projetos distintos que precisavam ser disponibilizados para testes antes do uso efetivo das ferramentas, todos na mesma época e usando estruturas de pastas diferentes entre si.

A princípio, a resolução deste “problema” é simples, hospedar estes projetos em servidores diferentes ou jogar todos estes projetos no Document Root do Apache e referenciar os diretórios pela URL. Ok, funcionaria, mas, na ocasião, era necessário informar domínios diferentes para cada projeto.

Então, para que fique mais claro, o cenário era o seguinte:

  • Apenas um servidor para hospedar os projetos;
  • Projetos com estrutura de pastas diferentes;
  • Necessidade de uso de domínios diferentes para acessar cada projeto.

Na época encontrei diversas dicas como “crie um arquivo .httpsaccess na raiz do seu projeto…”, “altere o arquivo do framework X, caso seu projeto use esse framework…”, alguns como “crie um arquivo PHP com essa classe aqui…” e alguns engenhosos recomendando o cadastro regras de NAT do IPTables para usar portas diferentes e passar o link especificando a porta. Todas estas sugestões funcionariam? Sim, algumas demandando mais tempo, outras menos, mas, em minha opinião, nenhuma era a ideal.

Então, como resolver? A maioria das pessoas que conheço -me incluo aqui-, talvez pela facilidade de instalação e uso básico do Apache ou mesmo por ser uma situação incomum em ambientes pequenos, configurar mais de um site por servidor, “lê” guias de instalação do Apache e não se dão conta de que é possível hospedar diversos sites usando uma única instalação do Apache.

Basicamente, o que faremos é fazer com o que o Apache “leia” a URL e decida o que fazer de acordo com o endereço informado. Por exemplo:

  • Se o usuário indicar a URL “https://meusite.com.br”, redirecione a requisição pra pasta “meusite/”;
  • Se o usuário indicar a URL “https://projeto.com.br”, redirecione, então, para “projeto/public”;
  • Se o usuário indicar a URL “https://projeto.com.br/admdb”, redirecione para o diretório do PHPMyAdmin, que não tem nada a ver com o diretório “projeto”.

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Como Abrir um Site Externo dentro de uma página HTML dicas wordpress

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abr 252018
 

Hoje vou está compartilhando com você como abrir um website externo através da configuração do iframe dentro do HTML do seu site.

Funciona também em WordPress!

Foi através desse código que conseguimos realizar um trabalho de personalização no site de um cliente.

A solicitação do cliente era exibir uma vitrine de vendas de apostilas dentro de uma página do site em WordPress.

Essas informações seriam puxadas através de um site de afiliados e exibida dentro do seu site.

A solução ideal para esta configuração seria criar um link apontando para o site de afiliados ou então utilizando o iframe dentro da página do site.

Foi então, que através do iframe configurado no site, conseguimos exibir a vitrine de afiliados não sendo necessário o visitante sair do site para ir até o site das apostilas.

Tudo isso de uma maneira bem simples e fácil de ser feita.

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set 252017
 

A ferramenta logrotate tem como objetivo rotacionar automaticamente logs de aplicativos segundo a necessidade e a organização que o administrador de sistemas (SysAdmin) deseje. Todo administrador experiente reconhece a importância dos logs e principalmente o quão relevante é ter os logs disponíveis e organizados para um momento onde é necessária uma rápida consulta aos mesmos. Esta ferramenta é muito útil para os SysAdmin e possui recursos flexíveis que por vezes não são explorados. É relevante salientar que alguns aplicativos possuem seu desempenho comprometido quando seus arquivos de log chegam a tamanhos muito grandes.

Instalar logrotate

Para instalar o logrotate basta efetuar o procedimento padrão da distribuição Linux que está sendo utilizada.

Gentoo

  # emerge -va app-admin/logrotate

Ubuntu

  # apt-get install logrotate

CentOS

  # yum install logrotate

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set 122017
 

Vamos dar uma olhada no sistema de afiliados que vem embutido no whmcs e explicar algumas coisas que causam confusão entre os usuários.

Como funciona?

O programa de afiliados do whmcs está inicialmente desabilitado logo após a instalação. Cabe à você ir ao painel, Setup > General Settings > Aba Affiliates e ativá-lo usando a caixa de seleção, como mostra a figura abaixo.

Aqui neste painel, você faz as configurações gerais (você pode definir comissões diferentes por produto ou cliente).

  • Enable/Disable – Deixando a caixa selecionada você ativa o programa
  • Affiliate Earning Percentage – Porcentagem da comissão a ser paga sobre o valor da venda
  • Affiliate bonus deposit – Valor inicial a ser creditado na conta (para ser usado como incentivo)
  • Affiliate payout amout – Valor mínimo para saque das comissões
  • Affilaite Commission delay – Período de validação da conta (no nosso exemplo acima, as comissões só apareceram na conta do afiliado após 30 dias) para evitar fraudes
    • As comissões em período de validação aparecem no painel do afiliado como pendentes.
  • Affiliate Links – Código para o afiliado colar no site.
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set 122017
 

1 – Entre em www.livezilla.net e clique em “Download” e depois em “Download Livezilla Full Version” para baixar o programa. Execute o programa e siga os passos do assistente para concluir a instalação.

 

2 – Crie um banco de dados MySQL em seu painel de controle cPanel, para isso basta efetuar os seguintes passos:

a) Efetue o login no seu painel de controle cPanel em www.seudominio.com/cpanel

b) Clique em “Assistente de Banco de dados MySQL”

c) No campo que aparecer preencha com o nome chat e clique em “Próximo passo”

d) Vão surgir 2 novos campos. Preencha o campo “Nome de usuário” com chat e a senha escolha qualquer uma de sua preferência. Clique em “Criar usuário”

e) Marque a opção “Todos os privilégios” e clique em “Próximo passo”

f) Seu banco de dados foi criado com sucesso. Anote os dados do banco de dados pois você irá usar logo em seguida (Nome, usuário e senha escolhidos)

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set 032017
 

Como instalar o Magento.

Das diversas aplicações que você pode instalar em um Cloud, o e-commerce é aquela que mais combina com a escalabilidade e alta disponibilidade que a solução Cloud oferece.

Neste tutorial, vamos instalar o Magento (http://www.magentocommerce.com/download) com Ubuntu.

Vamos começar:

Entre via ssh no seu servidor por um terminal, como o nativo do Mac ou o Putty(Windows), utilizando o IP, login root e senha que está no seu painel.

ssh root@IP_DO_SERVIDOR

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