Armazenamento Free – 1GB

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jul 072018
 

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jun 102018
 

Sistemas RAID (Redundant Array of Independent Disks)

 Leitura Recomendada, Midia, Profissional de TI, Segurança, Sistemas de Armazenamento  Comentários desativados em Sistemas RAID (Redundant Array of Independent Disks)
set 132017
 

Introdução

Mais do que simplesmente guardar dados, soluções de armazenamento devem fornecer acesso à informação de maneira eficiente, em tempo hábil e, dependendo do caso, oferecendo algum tipo de proteção contra falhas. É neste ponto que os sistemas RAID (Redundant Array of Independent Disks) entram em ação.

Nas próximas linhas, o InfoWester explicará o que é RAID e mostrará quais os seus principais níveis. Continue reading »

set 132017
 

A sigla RAID significa montar arranjos com mais que um disco rígido num storage ou servidor, objetivando assim redundância e/ou performance no sistema de forma econômica. O array de discos é utlizado por servidores, workstations, storages e outros sistemas computacionais para melhor performance e maior segurança no armazenamento de informações. Na prática, dois ou mais discos rígidos são associados de forma lógica para obter-se algum tipo de benefício. Continue reading »

COMO REALIZAR MIGRAÇÃO DE WINDOWS PARA LINUX EM UMA EMPRESA

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abr 032017
 

FAZENDO A MIGRAÇÃO DO SISTEMA PROPRIETÁRIO PARA O LINUX

 

PLATAFORMA DO SOFTWARE PROPRIETÁRIO (WINDOWS)

O parque de máquinas da empresa usa o sistema operacional Windows, porém, grande parte do parque de máquinas não possui licenças do sistema, foi detectada a necessidade de adotar um sistema operacional livre para gerar economia para a empresa na compra de licenças e, também, trazer mais segurança para a rede de computadores da empresa, pois a maioria dos softwares maliciosos, conhecidos como vírus, foram desenvolvidos para os sistemas operacionais proprietários.

 

DISTRIBUIÇÃO LINUX UTILIZADA

A distribuição escolhida para implantação foi o Debian 8, codinome Jessie, com a interface gráfica LXDE. A distribuição Debian é conhecida mundialmente por sua estabilidade, cada pacote do sistema passa por diversos testes. Após 2 anos de testes, é lançada uma nova versão do sistema operacional estável para download. A distribuição Debian tem um ótimo suporte, pois possui uma comunidade de usuários e mantenedores grande.
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fev 012017
 

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jan 212017
 

INTRODUÇÃO

 

O título deste artigo é Convertendo Sistemas de Arquivos. No entanto, poderia ser também “Brincando com Sistemas de Arquivos”, pois foi justamente isso que fiquei fazendo após descobrir a existência de um programa chamado fstransform, cuja finalidade é converter um sistema de arquivo em outro sem a necessidade de formatação.

ALERTA

Desde já quero esclarecer que todos os passos realizados aqui foram efetuados em uma máquina virtual e que os arquivos contidos nesse HD Virtual não eram importantes. Apesar que em todos os testes os resultados foram positivos, sem nenhuma perda de dados, eu recomendo fortemente a realização de um backup de todos os arquivos e sistemas envolvidos, caso o leitor deseje efetuar essas conversões também.

Recomendo ainda que, assim como fiz, efetue esses testes primeiro em um ambiente virtualizado para não colocar em risco seus arquivos e sistemas. Não me responsabilizo por qualquer perda de dado que venha a ocorrer com o uso desta ferramenta.

A fonte de onde extraí boa parte das informações referentes a esse artigo, é do link abaixo:

A tradução é livre e acrescentei algumas informações a mais baseadas na minha experiência de uso do programa.

Em meus testes, nenhum arquivo foi perdido, todos eles abriram normalmente. No entanto, reforço novamente: não faça nada sem backup.

No texto original, citado no link acima, o autor informa que somente são possíveis conversões entre os sistemas de arquivos tradicionais do Linux:

  • Ext2
  • Ext3
  • Ext4
  • JFS
  • XFS
  • ReiserFS

De Ext4 para NTFS, por exemplo, ele afirma que não é possível. Mas não foi bem isso que ocorreu nos meus testes.

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dez 092015
 

CONFIGURANDO O AMBIENTE

 

É fato que devemos ter backups íntegros das nossas aplicações e servidores. Um backup confiável pode ser a diferença entre você ter que trabalhar durante algumas horas ou alguns dias ou até mesmo a diferença entre o sucesso ou a falência de uma empresa. Nada é mais frustrante, desmotivante e caro do que ter que refazer todo um sistema por uma simples falha no seu backup.

Para que o nosso script consiga usar a API, precisamos instalar o curl. O curl é uma ferramenta de linha de comando open source que transfere dados para uma URL, suportando DICT, FTP, FTPS, Gopher, HTTP, HTTPS, IMAP, IMAPS, LDAP, LDAPS, POP3, POP3S, RTMP, RTSP, SCP, SFTP, SMB, SMTP, SMTPS, Telnet e TFTP. Suporta certificados SSL, HTTP POST, HTTP PUT, upload FTP, proxies, HTTP/2, cookies, autenticação de usuário e senha (Basic, Plain, Digest, CRAM- MD5, NTLM, Negotiate e Kerberos) , tunneling proxy e muito mais.

Para instalá-lo, basta executar o comando:

# yum install curl

Você precisará do git para efetuar o download dos scripts. Para quem não conhece, o git é um sistema de controle de versão, gratuito e open source. Para você trabalhar com o GitHub ou BitBucket, você precisa ter o git instalado em sua máquina. Então vamos instalá-lo.

# yum install git

Com o curl e git instalados, precisamos configurar o nosso usuário de MySQL que fará os dumps dos nossos bancos via mysqldump. Omysqldump é um utilitário do MySQL que executa backups lógicos, produzindo um conjunto de instruções SQL que podem ser executadas para reproduzir as definições de objeto de banco de dados originais e os dados da tabela. Ele despeja um ou mais bancos de dados MySQL para backup. O comando mysqldump também pode gerar a saída em formato CSV, ou em formato XML.

A configuração do MySQL é rápida e o usuário terá apenas permissão de leitura. Lembrando que por motivos óbvios de segurança, devemos liberar o acesso apenas para localhost ou para o IP do servidor que se conectará e fará os backups.

mysql> GRANT SELECT, SHOW VIEW, TRIGGER, LOCK TABLES, RELOAD, SUPER, FILE ON *.* TO backup@localhost IDENTIFIED BY ‘SUASENHA’;

Com o shell e o MySQL prontos para fazer o backup, vamos ao próximo passo, que é o Dropbox!

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dez 052015
 
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nov 232015
 
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nov 132015
 

1. LVM

LVM significa “Logic Volume Manager”, em português “Gerenciador de volume lógico”, ele gerencia discos e dispositivos de armazenamento em massa. No LVM um volume é o equivalente a uma partição de um disco.

1.1 Usos do LVM

O LVM é muito utilizado em servidores linux por oferecer uma capacidade de ajuste dinâmico de seus volumes.

Se você por exemplo que refazer o desenho de partições de um disco, no método tradicional você precisaria fazer backup dos dados, apagar as partições, criar um novo layout de partições, formatar as partições, reinstalar o sistema operacional e depois ainda fazer o restore dos dados, algo chato e demorado.

Se você utilizar LVM estará administrando seu armazenamento em uma camada de abstração, você trabalhará com volumes físicos (PV), grupos de volumes (VG) e volumes lógicos (LV), guarde esses nomes.

Quando você cria uma partição do disco destinada a uso via LVM esta partição será um PV (Physical Volume), e fará parte de algum VG (Volume Group), já os LV são ‘fatias’ de algum VG.

Um VG pode ser criado com um ou mais PVs e o LVM lhe permite adicionar outros PVs a um VG para aumentar a capacidade de armazenamento quando for necessário.

Imagine um VG como se fosse um grande dispositivo de armazenamento composto por vários PVs, a capacidade total de armazenamento de um VG é a soma da capacidade dos PVs associados a ele.

LVs (Logical Volumes) são fatias do seu VG (volume group), imagine que você tem um VG com capacidade de 100 GB, você pode ter 10 LVs de 10GB ou dois LVs de 50GB, isso é configurável, para o sistema operacional linux, um LV equivale a uma partição de um disco, pode ser formatada e montada da mesma forma que uma partição de um disco comum.

A grande vantagem do LVM é que você pode redimensionar VGs e LVs, aumentando ou diminuindo seu tamanho, e se estiver utilizando um sistema de arquivos que suporte resize, algo como ext3 ou ext4, poderá também aumentar e diminuir o sistema de arquivos sem precisar reconstruir todas as partições e reinstalar seu ambiente.

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nov 022015
 

CONCEITOS GERAIS

 

NOTA: Esse artigo é uma tradução livre (com notas do tradutor) da documentação disponível emhttp://wiki.xenproject.org/wiki/Xen_Overview.

Um hypervisor é um software de computador, um firmware ou hardware sobre o qual é possível criar e executar máquinas virtuais. O hypervisor também é conhecido como VMM – Monitor de Máquinas Virtuais (em inglês). A máquina real onde o hypervisor é executado é chamada de máquina hospedeira (host); as máquinas virtualizadas são chamadas de visitantes (guest). De acordo com [1], hypervisores são classificados em:

Tipo-1 – Nativo ou “Bare Metal”, são os hypervisores que executam diretamente sobre o hardware, assumindo diretamente seu controle e gerenciando os sistemas operacionais visitantes. Um visitante é executado como um processo do hospedeiro.

Tipo-2 – Hypervisores hospedados (hosted) são hypervisores que executam sobre um sistema operacional e são executados como uma aplicação do espaço usuário. O tipo-2 cria uma abstração sobre o sistema operacional do hospedeiro que permite compartilhar recursos de hardware. São exemplos de hypervisores do tipo-2: Virtualbox e VMWare Workstation.

Atualmente, essas duas tecnologias se confundem em ambientes que não são totalmente claros: como o KVM – Kernel-based Virtual Machine – e o FreeBSD bhyve que são módulos do kernel que efetivamente convertem sistemas do tipo-2 em sistemas do tipo-1.
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nov 012015
 

DESCRITIVO DO AMBIENTE

 

Nesta etapa vou apresentar o ambiente criado.

NOTA: é importante que todos os servidores tenham acesso direto à Internet. Em muitas corporações, principalmente no Governo, que é o meu caso, é necessário um IP válido, liberações de firewall etc. Neste artigo estou visando somente o funcionamento da solução.

Também vou considerar que os servidores Squid já estejam configurados e em funcionamento.

Para todos os servidores foi usado o Centos 6.4.

O LVS (Linux Virtual Server) é muito usado em soluções de servidores Web, por quê não utilizá-lo em outras situações? Este recurso permite que as requisições que cheguem nele sejam direcionadas à outros servidores (2, 3, 4, N servidores).

Foi usado o LVS em modo direct-routing.

  1. o cliente faz a requisição
  2. o LVS encaminha ao PROXY
  3. o proxy responde direto ao cliente

(o caminho de volta não passa pelo LVS)

Servidor LVS:

ETH0=192.168.0.1/24
ETH0:0= 192.168.0.4/24

Servidor Proxy1:

ETH0=192.168.0.2/24
lo:0=192.168.0.4/32

Servidor Proxy1:

ETH0=192.168.0.3/24
lo:0=192.168.0.4/32

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