jun 182020
 

INTRODUÇÃO

O objetivo de um mecanismo de replicação de dados é permitir a manutenção de várias cópias idênticas de um ­­­­mesmo dado em vários servidores de bancos de dados (SGBD). Os principais benefícios da replicação de dados são a redundância, o que torna o sistema tolerante a falhas, a possibilidade de um balanceamento de carga do sistema, já que o acesso pode ser distribuído entre as réplicas, e finalmente, ter-ser o backup online dos dados, já que todas as replicas estariam sincronizadas. Este artigo, apresenta uma introdução ao mecanismo de replicação do MySQL, bem como as configurações básicas para realização desta tarefa.

VISÃO GERAL DA REPLICAÇÃO

O MySQL permite um tipo de replicação conhecido como Master-Slave, onde temos um servidor atuando como master e um ou mais servidores atuando como slave. O master grava em um log binário de alteração todos os comandos de atualizações da base de dados. Desta forma, todas as alterações ocorridas no master são imediatamente replicadas para os outros servidores slave.

A replicação no mysql é principalmente compatível com a anterior, isto é, um servidor mais novo pode normalmente ser um escravo de um servidor mais velho sem nenhum problema. Porém, versões mais antigas dos servidores são, freqüentemente, incapazes de servir como slaves de versões mais novas, pois eles não podem entender novas características ou a sintaxe SQL que o servidor mais novo utiliza, e pode haver diferenças no formato dos arquivos que a replicação usa, por exemplo, você não pode replicar de um master MySQL 5.0 para um slave MySQL 4.0.

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abr 192020
 

rsync é uma ferramenta de cópia e sincronização de arquivos e diretórios muito versátil e simples de utilizar. Com o rsync é possível copiar arquivos localmente (no mesmo sistema de arquivos), ou para um outro host na rede utilizando qualquer shell remoto, ou ainda por meio de um daemon remoto do rsync.

O rsync utiliza um algoritmo de transferência de dados que permite enviar apenas as diferenças entre os arquivos enviados e os existentes no destino, desta forma diminuindo a quantidade de dados enviados, e aumentando a performance da transferência. Por isso, é largamente utilizado como ferramenta de backup de dados, assim como comando de cópia normal do dia-a-dia.

O rsync também possui suporte à cópia de links, dispositivos, proprietários, grupos e permissões, além de não necessitar de privilégios de superusuário (root) para realizar seu trabalho.

Para que os dados sejam transferidos com segurança, o rsync assume que um servidor SSH esteja em execução ao menos em um dos hosts onde ocorrerá a transferência de arquivos.

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FreeNAS – Habilite e configure o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x compatível com APIs S3 – com base no MinIO

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abr 122020
 

Hoje, trago a você o passo a passo para configurar o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x, que utiliza o MinIO como uma plataforma para atender às APIs do S3.

O que é o MinIO?

O MinIO é um servidor de armazenamento de objetos de código aberto lançado sob a licença Apache v2. É compatível com o serviço de armazenamento em nuvem do Amazon S3. O MinIO segue uma filosofia de design minimalista.

O MinIO é leve o suficiente para ser empacotado com a pilha de aplicativos. Está localizado no lado do NodeJS, Redis, MySQL e similares. Diferentemente dos bancos de dados, o MinIO armazena objetos como fotos, vídeos, arquivos de log, backups, imagens de contêiner / VM etc. O MinIO é mais adequado para armazenar notas de informações que variam de KBs a TBs cada. Em um sentido simplista, é como um servidor FTP com uma simples API get / put sobre HTTP.

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FreeNAS – configure o armazenamento de objetos de repositório do Veeam Backup conectado ao FreeNAS (MinIO)

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abr 122020
 

Se o víssemos em um diagrama muito simples, teríamos o seguinte: uma combinação de extensões locais (Repositórios de Backup) denominada Camada de Desempenho, à qual é adicionada uma Camada de Capacidade baseada no Armazenamento de Objetos, para a qual são enviadas as cópias que não fazemos precisa ter no nível de desempenho:

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jul 202019
 

Se você possui contas Google Drive, Dropbox, OneDrive e outras opções, veja como fazer para usar vários serviços de armazenamento na nuvem com RcloneBrowser no Ubuntu, Arch Linux e derivados.

 

Use vários serviços de armazenamento na nuvem com RcloneBrowser

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jul 172019
 

Introduction

Proxmox VE 6.x introduces several new major features. Carefully plan the upgrade, make and verify backups before beginning, and test extensively. Depending on the existing configuration, several manual steps—including some downtime—may be required.

Note: A valid and tested backup is always needed before starting the upgrade process. Test the backup beforehand in a test lab setup.

In case the system is customized and/or uses additional packages (for example GlusterFS) or any other third party repositories/packages, ensure those packages are also upgraded to and compatible with Debian Buster.

In general, there are two ways to upgrade a Proxmox VE 5.x system to Proxmox VE 6.x:

  • A new installation on a new hardware (and restoring VMs from the backup)
  • An in-place upgrade via apt (step-by-step)

In both cases emptying the browser cache and reloading the GUI page is required after the upgrade.

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jul 102019
 

How posso instalar e usar uma prisão FreeBSD gerenciar chamado iocage no servidor FreeNAS a partir da linha de comando? Como faço para criar a cadeia FreeNAS com o comando iocage?

iocage é uma ferramenta de jail ou gerenciador de contêineres para o FreeBSD. Ele também está disponível no sistema NAS baseado no FreeNAS. Ele vem com alguns dos melhores recursos e tecnologias que o sistema operacional FreeBSD tem a oferecer. A ferramenta iocage fornece facilidade de uso com uma sintaxe de comando simples e fácil de entender para o gerenciamento de jails. Esta página mostra como gerenciar o FreeNAS Jails com a opção de linha de comando iocage.

Etapa 1 – Login no servidor FreeNAS

Use o comando ssh: Torne – se um usuário root usando o comando sudo: Encontre o endereço IP do seu servidor FreeNAS e o nome da interface, digite: Anote sua interface de rede real. Você deve ativar, ou seja, definir um zpool ativo para uso iocage. Meu nome zpool é nixcraft (use para obter uma lista de zpool), então eu corro:
ssh [email protected]
ssh [email protected]

$ sudo -i

# ifconfig
FreeNAS encontrar endereço IP e nome da interface
zpool list
# iocage activate nixcraft

 

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abr 242019
 

Resumo

A alta disponibilidade compõe-se por uma arquitectura de dois ou mais computadores configurados para que possam trabalhar em conjunto. Desta forma, cada computador monitoriza os demais e em caso de falha assume os serviços que ficaram indisponíveis. Neste projecto são abordadas questões relativamente a hardware e software, privilegiando as soluções de alta disponibilidade baseadas em software. No mercado existem várias soluções para alcançar esse objectivo, mas o elevado custo de implementação e licenciamento impede a adopção desses sistemas por empresas economicamente limitadas. Para contornar essa limitação, foi utilizado software Open Source que permite a implementação de alta disponibilidade a baixo custo. Neste projecto é abordada a alta disponibilidade em servidores Web, recorrendo a software de código aberto e hardware vulgar. No capítulo direccionado aos conceitos básicos são apresentados alguns conceitos necessários para a compreensão do projecto, de seguida são explicados os diferentes tipos de cluster e respectivas vantagens de implementação, posteriormente os pontos de falha existentes nos sistemas computacionais bem como possíveis soluções. Finalmente é apresentada uma solução que garante alta disponibilidade através da utilização dos softwares Heartbeat, Keepalived, Haproxy, Apache, Mysql, GlusterFS e do módulo Bonding. Embora o objectivo deste projecto seja direccionado para os servidores Web, é possível recorrer aos mesmos mecanismos na implementação de outras soluções que exijam alta disponibilidade.

 

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dez 072018
 

CONFIGURANDO O APACHE2 DO PRIMEIRO SERVIDOR

Vamos começar instalando o apache2 e algumas libs:

 sudo apt-get install apache2 php7.2 libapache2-mod-php7.2
$ sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php7.2-mysql
$ sudo apt-get install apache2-prefork-dev

Habilitando os módulos do apache para o redirecionamento e para o proxy pass:

 sudo a2enmod env proxy_ajp proxy_balancer proxy proxy_connect proxy_http rewrite ssl headers

Para desabilitar os mods basta usar:

 sudo a2dismod [nome-dos-módulos]

Agora iremos criar o arquivo na pasta do apache2:

 sudo nano /etc/apache2/sites-available/meuSite

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Armazenamento Free – 1GB

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jul 072018
 

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jun 102018
 

PARAVIRTUALIZAÇÃO COM XEN

 Backup, CentOS 7 / RHEL 7, Clusterweb, ClusterWeb, Leitura Recomendada, Linux, XenServer  Comentários desativados em PARAVIRTUALIZAÇÃO COM XEN
abr 242018
 

SOBRE O XEN – INTRODUÇÃO

Neste artigo explicarei de forma bastante objetiva o funcionamento, configuração e operação do Xen e como criar e administrar máquinas virtuais.

Para começar, vamos explicar o que é o Xen para entender o processo de paravirtualização e fazermos uma comparação com o modelo de virtualização total.

“O Xen é um dos mais populares exemplos de paravirtualização. Na virtualização total, o sistema operacional visitante tenta executar tarefas protegidas e, por estarem no espaço de aplicação do sistema operacional hospedeiro, não podem ser executadas. No entanto, o VMM intervém e executa ou simula a execução dessas, o que reduz o desempenho da virtualização total. Já a paravirtualização apresenta-se como uma alternativa a isso, na medida em que o sistema operacional visitante é modificado para não tentar executar diretamente na CPU as tarefas protegidas, mas entregar essas ao VMM. Este tipo de virtualização tem um ganho de desempenho significativo frente à total.

Uma das maiores vantagens do uso do Xen como VMM na paravirtualização é o fato de que este apresenta um desempenho melhor do que os produtos de virtualização total, quando a máquina física hospedeira não tem instruções de hardware de suporte a virtualização. No entanto, há a necessidade de que o sistema visitante seja portado para o Xen, o que não chega a ser uma desvantagem, já que os sistemas operacionais mais comuns no mercado têm versões para o Xen. Alguns dos sistemas suportados pelo Xen são Linux, FreeBSD e Windows XP.