ago 162018
 

O QUE É INTEL GVT-G

 

Intel GVT (iGVT, Intel® Graphics Virtualization Technology) é uma solução desenvolvida pela Intel para permitir que parte ou toda a capacidade das GPU (Graphics Processing Unit) Intel seja cedida para convidados KVM ou Xen, suas implementações chamadas KVMGT e XenGT, respectivamente. Há três formas diferentes de se aplicar a tecnologia iGVT:

  • Aceleração gráfica virtual dedicada (iGVT-d): um convidado por GPU;
  • Aceleração gráfica virtual compartilhada (iGVT-s): múltiplos convidados por GPU;
  • GPU virtual: (iGVT-g): múltiplos convidados por GPU. Nesse artigo, será dado foco nessa implementação.

Intel GVT-g (ou iGVT-g, Intel® Graphics Virtualization Technology-g) é uma tecnologia que permite criar GPU virtuais que podem ser utilizadas por convidados KVM ou Xen. Dependendo da quantidade de memória RAM disponível e da fatia de memória dada a cada convidado, é possível ter até sete convidados utilizando a mesma GPU Intel.

Através dela, é possível criar máquinas virtuais capazes de utilizar as capacidades de codificação e decodificação de vídeo da Intel (Intel QSV e/ou VAAPI), é possível utilizar a aceleração 3D para o uso de programas de CAD (Computer Aided Design) e jogos. Tudo isso dentro do convidado e ainda permitindo ao hospedeiro utilizar a GPU.
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jun 222018
 

INTRODUÇÃO

Pretendo abordar nesse tutorial a migração das máquinas virtuais do Citrix XenServer para o ProxMox. Por mais que a versão 6.2 do Citrix XenServer tenha se tornado 100% opensource, nunca fiquei 100% satisfeito com o XenCenter (ferramenta de gerenciamento do Citrix XenServer) ser disponibilizado apenas para Windows. Com isso,  fui obrigado a ter uma máquina virtual com Windows apenas para gerenciar os servidores Citrix Xen. Assim, surgiu o interesse em migrar para o KVM (Kernel-based Virtual Machine) que possui várias ferramentas de gerenciamento. Por considerar mais prática e intuitiva, a escolha feita foi pelo ProxMox VE.

 

EXPORTANDO A VM DO XENSERVER

É inegável que  XenCenter seja muito intuitivo. Mas na maioria das vezes, o procedimento de exportação de VM (Menu: VM>Export) não funciona corretamente:
citrix-export-error

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PARAVIRTUALIZAÇÃO COM XEN

 Backup, CentOS 7 / RHEL 7, Clusterweb, ClusterWeb, Leitura Recomendada, Linux, XenServer  Comentários desativados em PARAVIRTUALIZAÇÃO COM XEN
abr 242018
 

SOBRE O XEN – INTRODUÇÃO

Neste artigo explicarei de forma bastante objetiva o funcionamento, configuração e operação do Xen e como criar e administrar máquinas virtuais.

Para começar, vamos explicar o que é o Xen para entender o processo de paravirtualização e fazermos uma comparação com o modelo de virtualização total.

“O Xen é um dos mais populares exemplos de paravirtualização. Na virtualização total, o sistema operacional visitante tenta executar tarefas protegidas e, por estarem no espaço de aplicação do sistema operacional hospedeiro, não podem ser executadas. No entanto, o VMM intervém e executa ou simula a execução dessas, o que reduz o desempenho da virtualização total. Já a paravirtualização apresenta-se como uma alternativa a isso, na medida em que o sistema operacional visitante é modificado para não tentar executar diretamente na CPU as tarefas protegidas, mas entregar essas ao VMM. Este tipo de virtualização tem um ganho de desempenho significativo frente à total.

Uma das maiores vantagens do uso do Xen como VMM na paravirtualização é o fato de que este apresenta um desempenho melhor do que os produtos de virtualização total, quando a máquina física hospedeira não tem instruções de hardware de suporte a virtualização. No entanto, há a necessidade de que o sistema visitante seja portado para o Xen, o que não chega a ser uma desvantagem, já que os sistemas operacionais mais comuns no mercado têm versões para o Xen. Alguns dos sistemas suportados pelo Xen são Linux, FreeBSD e Windows XP.

set 132017
 

A sigla RAID significa montar arranjos com mais que um disco rígido num storage ou servidor, objetivando assim redundância e/ou performance no sistema de forma econômica. O array de discos é utlizado por servidores, workstations, storages e outros sistemas computacionais para melhor performance e maior segurança no armazenamento de informações. Na prática, dois ou mais discos rígidos são associados de forma lógica para obter-se algum tipo de benefício. Continue reading »

maio 242017
 

qemu-img convert: raw, qcow2, qed, vdi, vmdk, vhd

The qemu-img convert command can do conversion between multiple formats, including qcow2, qed, raw, vdi, vhd, and vmdk.

qemu-img format strings
Image format Argument to qemu-img
QCOW2 (KVM, Xen) qcow2
QED (KVM) qed
raw raw
VDI (VirtualBox) vdi
VHD (Hyper-V) vpc
VMDK (VMware) vmdk

This example will convert a raw image file named image.img to a qcow2 image file.

$ qemu-img convert -f raw -O qcow2 image.img image.qcow2

Run the following command to convert a vmdk image file to a raw image file.

$ qemu-img convert -f vmdk -O raw image.vmdk image.img

Run the following command to convert a vmdk image file to a qcow2 image file.

$ qemu-img convert -f vmdk -O qcow2 image.vmdk image.qcow2

NoteThe -f format flag is optional. If omitted, qemu-img will try to infer the image format.

When converting an image file with Windows, ensure the virtio driver is installed. Otherwise, you will get a blue screen when launching the image due to lack of the virtio driver. Another option is to set the image properties as below when you update the image in the Image service to avoid this issue, but it will reduce virtual machine performance significantly.

$ openstack image set --property hw_disk_bus='ide' image_name_or_id

VBoxManage: VDI (VirtualBox) to raw

If you’ve created a VDI image using VirtualBox, you can convert it to raw format using the VBoxManage command-line tool that ships with VirtualBox. On Mac OS X, and Linux, VirtualBox stores images by default in the ~/VirtualBox VMs/ directory. The following example creates a raw image in the current directory from a VirtualBox VDI image.

$ VBoxManage clonehd ~/VirtualBox\ VMs/image.vdi image.img --format raw
maio 242017
 

Veja como migrar uma máquina virtual KVM QEMU para XEN

No servidor QEMU crie a imagem da máquina virtual

# dd if=/caminho/servidor of=/caminho/servidor.img

No mesmo servidor, crie o arquivo VHD.

# qemu-img convert -O vpc /caminho/servidor.img /caminho/servidor.vhd

Agora é só importar para o XEN e pronto!

fev 012017
 

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nov 132015
 

1. LVM

LVM significa “Logic Volume Manager”, em português “Gerenciador de volume lógico”, ele gerencia discos e dispositivos de armazenamento em massa. No LVM um volume é o equivalente a uma partição de um disco.

1.1 Usos do LVM

O LVM é muito utilizado em servidores linux por oferecer uma capacidade de ajuste dinâmico de seus volumes.

Se você por exemplo que refazer o desenho de partições de um disco, no método tradicional você precisaria fazer backup dos dados, apagar as partições, criar um novo layout de partições, formatar as partições, reinstalar o sistema operacional e depois ainda fazer o restore dos dados, algo chato e demorado.

Se você utilizar LVM estará administrando seu armazenamento em uma camada de abstração, você trabalhará com volumes físicos (PV), grupos de volumes (VG) e volumes lógicos (LV), guarde esses nomes.

Quando você cria uma partição do disco destinada a uso via LVM esta partição será um PV (Physical Volume), e fará parte de algum VG (Volume Group), já os LV são ‘fatias’ de algum VG.

Um VG pode ser criado com um ou mais PVs e o LVM lhe permite adicionar outros PVs a um VG para aumentar a capacidade de armazenamento quando for necessário.

Imagine um VG como se fosse um grande dispositivo de armazenamento composto por vários PVs, a capacidade total de armazenamento de um VG é a soma da capacidade dos PVs associados a ele.

LVs (Logical Volumes) são fatias do seu VG (volume group), imagine que você tem um VG com capacidade de 100 GB, você pode ter 10 LVs de 10GB ou dois LVs de 50GB, isso é configurável, para o sistema operacional linux, um LV equivale a uma partição de um disco, pode ser formatada e montada da mesma forma que uma partição de um disco comum.

A grande vantagem do LVM é que você pode redimensionar VGs e LVs, aumentando ou diminuindo seu tamanho, e se estiver utilizando um sistema de arquivos que suporte resize, algo como ext3 ou ext4, poderá também aumentar e diminuir o sistema de arquivos sem precisar reconstruir todas as partições e reinstalar seu ambiente.

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nov 022015
 

CONCEITOS GERAIS

 

NOTA: Esse artigo é uma tradução livre (com notas do tradutor) da documentação disponível emhttp://wiki.xenproject.org/wiki/Xen_Overview.

Um hypervisor é um software de computador, um firmware ou hardware sobre o qual é possível criar e executar máquinas virtuais. O hypervisor também é conhecido como VMM – Monitor de Máquinas Virtuais (em inglês). A máquina real onde o hypervisor é executado é chamada de máquina hospedeira (host); as máquinas virtualizadas são chamadas de visitantes (guest). De acordo com [1], hypervisores são classificados em:

Tipo-1 – Nativo ou “Bare Metal”, são os hypervisores que executam diretamente sobre o hardware, assumindo diretamente seu controle e gerenciando os sistemas operacionais visitantes. Um visitante é executado como um processo do hospedeiro.

Tipo-2 – Hypervisores hospedados (hosted) são hypervisores que executam sobre um sistema operacional e são executados como uma aplicação do espaço usuário. O tipo-2 cria uma abstração sobre o sistema operacional do hospedeiro que permite compartilhar recursos de hardware. São exemplos de hypervisores do tipo-2: Virtualbox e VMWare Workstation.

Atualmente, essas duas tecnologias se confundem em ambientes que não são totalmente claros: como o KVM – Kernel-based Virtual Machine – e o FreeBSD bhyve que são módulos do kernel que efetivamente convertem sistemas do tipo-2 em sistemas do tipo-1.
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out 082015
 
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