maio 292022
 
Two hands, one holding a red pill and the other a blue pill.

 

Virtual machines try really hard to convince their operating systems that they’re running on physical hardware. So can you tell from the Linux command line if the computer is physical or virtual?

Virtual Machines and Hypervisors

A traditional computer is a physical object. It’s a collection of different pieces of hardware that are plugged and bolted together so that you can load an operating system, install applications, launch them, and use them.

Hardware is expensive. Being restricted to one operating system per physical computer means the cost of running several operating systems soon becomes prohibitive. A better solution would be to allow a single physical computer to run a selection of operating systems at the same time, with each one thinking it’s running in its own, unique hardware.

A hypervisor makes this possible. A hypervisor—also called a virtual machine manager or virtual machine monitor—is software that lets you create virtual machines. These behave as though they were individual, physical computers although they run on the same physical host, sharing its hard drive space, memory, and CPU cores.

Of course, the host computer has to be powerful enough to cope with the demands of the collection of virtual machines, but, given sufficient RAM and processing power in the host, virtual machines can run at near bare-metal speeds.

Since the release of the 2.6.20 kernel in 2007, Linux has had Kernel-based Virtual Machine support baked right in. Linux has several hypervisors available to it, such as VirtualBox, GNOME Boxes, and QEMU-KVM. They make use of the native KVM capability of Linux, building upon the native kernel functionality by adding user interfaces and functionality such as being able to take a snapshot of a virtual machine.

Virtual machines bring cost savings, efficiencies, simplified deployments, and—provisioned correctly—security benefits. They also facilitate scalability. New servers can be automatically spun up as demand for a service increases and shut down when demand drops. This makes them hugely popular both in the cloud and in on-premise infrastructure.

Perhaps you’re remotely administering a Linux server and you need to know whether it is a virtual machine or a physical box. Or you have a script that needs to know what type of platform it is executing on. Here are several ways you can detect if the computer you’re working on is physical or virtual.

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set 162021
 

wget https://download2.mikrotik.com/routeros/6.44.5/chr-6.44.5.img.zip

apt-get update

apt-get install unzip

unzip chr-6.44.5.img

qemu-img info chr-6.44.5.img

qemu-img resize chr-6.44.5.img +10G

qemu-img info chr-6.44.5.img

qm importdisk 100 chr-6.44.5.img local-lvm

rm chr-6.44.5.img

Hardware : Add Unused Disk

– Detach scsi1

– Remove Unused Disk

Options : Boot Order

– Boot Device 1: scsi0

Redimensionar discos ProxMox

 Clusterweb, ClusterWeb, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Proxmox, Virtualização  Comentários desativados em Redimensionar discos ProxMox
set 132019
 

1. Redimensionando o Disco Convidado

Considerações gerais

Quando você redimensiona o disco de uma VM, para evitar confusão e desastres, pense no processo como adicionar ou remover um prato de disco.

Se você aumentar o disco rígido, depois de adicionar a placa de disco, a tabela de partições e o sistema de arquivos não saberão nada sobre o novo tamanho; portanto, você deve agir dentro da VM para corrigi-lo.

Se você reduzir (encolher) o disco rígido, é claro que remover a última placa do disco provavelmente destruirá o seu sistema de arquivos e removerá os dados nele! Portanto, neste caso, é fundamental atuar com antecedência na VM , reduzindo o sistema de arquivos e o tamanho da partição. O SystemRescueCD é muito útil, basta adicionar o iso como cdrom da sua VM e definir a prioridade de inicialização para o CD-ROM.

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jul 172019
 

Introduction

Proxmox VE 6.x introduces several new major features. Carefully plan the upgrade, make and verify backups before beginning, and test extensively. Depending on the existing configuration, several manual steps—including some downtime—may be required.

Note: A valid and tested backup is always needed before starting the upgrade process. Test the backup beforehand in a test lab setup.

In case the system is customized and/or uses additional packages (for example GlusterFS) or any other third party repositories/packages, ensure those packages are also upgraded to and compatible with Debian Buster.

In general, there are two ways to upgrade a Proxmox VE 5.x system to Proxmox VE 6.x:

  • A new installation on a new hardware (and restoring VMs from the backup)
  • An in-place upgrade via apt (step-by-step)

In both cases emptying the browser cache and reloading the GUI page is required after the upgrade.

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jul 102019
 

How posso instalar e usar uma prisão FreeBSD gerenciar chamado iocage no servidor FreeNAS a partir da linha de comando? Como faço para criar a cadeia FreeNAS com o comando iocage?

iocage é uma ferramenta de jail ou gerenciador de contêineres para o FreeBSD. Ele também está disponível no sistema NAS baseado no FreeNAS. Ele vem com alguns dos melhores recursos e tecnologias que o sistema operacional FreeBSD tem a oferecer. A ferramenta iocage fornece facilidade de uso com uma sintaxe de comando simples e fácil de entender para o gerenciamento de jails. Esta página mostra como gerenciar o FreeNAS Jails com a opção de linha de comando iocage.

Etapa 1 – Login no servidor FreeNAS

Use o comando ssh: Torne – se um usuário root usando o comando sudo: Encontre o endereço IP do seu servidor FreeNAS e o nome da interface, digite: Anote sua interface de rede real. Você deve ativar, ou seja, definir um zpool ativo para uso iocage. Meu nome zpool é nixcraft (use para obter uma lista de zpool), então eu corro:
ssh [email protected]
ssh [email protected]

$ sudo -i

# ifconfig
FreeNAS encontrar endereço IP e nome da interface
zpool list
# iocage activate nixcraft

 

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jun 292019
 

Se você usa Linux, alguma vez já notou uma lentidão extrema – a ponto de algumas vezes deixar o sistema irresponsivo – ao copiar arquivos grandes, de alguns gigabytes, para mídias lentas, como pendrives USB (especialmente aqueles “genéricos”, que oferecem baixa performance)? Se o seu computador é 64 bits e tem bastante memória RAM (8 GB ou mais), muito provavelmente já notou isso. Tanto é que até o Linus Torvalds já abordou esse problema [1], há alguns anos atrás; mesmo assim, ainda não há uma solução definitiva, mas existem tunings do subsistema de Virtual Memory do kernel do Linux que minimizam esse problema.

Antes de continuar, é preciso entender um pouco sobre alguns conceitos do gerenciamento de memória do Linux. Não vou entrar em muitos detalhes, pois este não é um artigo acadêmico, mas no final colocarei algumas referências para quem quiser se aprofundar mais. Um primeiro conceito que deve ficar claro é: o Linux trabalha por padrão com buffered I/O. De forma simplificada, isso significa que as operações de escrita simplesmente copiam os dados para a memória RAM [2], e depois, em background, o kernel vai fazendo a escrita em si (flush) no dispositivo destino. Dado isto, entra o segundo conceito: dirty memory, que é justamente essa informação que está temporariamente na memória RAM, esperando ser escrita em um dispositivo de armazenamento.

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maio 242019
 

PRELIMINARES

 

Um pouco da história sobre este estudo.

Resolvi criar este artigo devido à dificuldade em encontrar material de apoio sobre como utilizar o script “ghettoVCB.sh” para efetuar snapshots de máquinas virtuais de servidores ESXi 5.0, de forma automatizada.

O script ghettoVCB é simples, prático e fácil de configurar na sua forma básica (caminho_destino + número_cópias), que é o que, na prática, todo administrador precisa (efetuar snapshot das máquinas virtuais quentes salvando no destino desejado).

E é com este intuito que escrevi este tutorial. O meu objetivo era montar uma solução *FREE* automatizada para snapshot das VMs, utilizando recursos simples e básicos.

Para isso, utilizei também um servidor (em VM) Ubuntu Server 11.04 64 bits. Neste material, cito a possibilidade de backup através de um servidor NFS na rede, mostrando de forma simples e objetiva, como instalar e configurar este recurso.

Resumindo, este artigo trata da minha experiência na configuração do script, efetuando snapshot das VMs quentes, com agendamento programado em um servidor GNU/Linux com Ubuntu Server 11.04, salvando as snapshots em um case de HD conectado à porta USB da máquina física ESXi e também em um storage com FreeNAS instalado em máquina física através de NFS e iSCSI.

Como abordo de forma simples o script ghettoVCB, sugiro visitar a comunidade VMware para informações específicas sobre o funcionamento da ferramenta:

fev 252019
 

O que é hospedagem de site é um questionamento bastante recorrente para quem quer começar um blog, um site ou uma loja virtual na internet.

Afinal, para você se estabelecer na rede com um projeto online, você precisa deste tipo de serviço para ter uma página permanente na internet. Assim, se você se encaixa em qualquer um destes perfis, saiba que você está no lugar certo.

Mas o que é hospedagem de site? Hospedagem de site é um serviço online que permite a publicação de um site ou aplicação na internet. Quando você adquire uma hospedagem, basicamente você está alugando um espaço dentro de um servidor.

Nele ficam armazenados todos os arquivos e dados necessários para o bom funcionamento do site.

Um servidor é um computador físico que nunca é desligado para que seu site ou aplicação esteja sempre online.

Seu provedor de hospedagem é responsável por manter o site no ar e funcionando, proteger de ataques maliciosos e transferir seu conteúdo (texto, imagens, arquivos) do servidor até o navegador do visitante.

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dez 072018
 

CONFIGURANDO O APACHE2 DO PRIMEIRO SERVIDOR

Vamos começar instalando o apache2 e algumas libs:

 sudo apt-get install apache2 php7.2 libapache2-mod-php7.2
$ sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php7.2-mysql
$ sudo apt-get install apache2-prefork-dev

Habilitando os módulos do apache para o redirecionamento e para o proxy pass:

 sudo a2enmod env proxy_ajp proxy_balancer proxy proxy_connect proxy_http rewrite ssl headers

Para desabilitar os mods basta usar:

 sudo a2dismod [nome-dos-módulos]

Agora iremos criar o arquivo na pasta do apache2:

 sudo nano /etc/apache2/sites-available/meuSite

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out 042018
 

O gerenciador de cluster Proxmox VE pvecm é uma ferramenta para criar um grupo de servidores físicos. Esse grupo é chamado de cluster . Usamos o Mecanismo de cluster do Corosyncpara comunicação de grupo confiável, e esses clusters podem consistir de até 32 nós físicos (provavelmente mais, dependendo da latência da rede).

O pvecm pode ser usado para criar um novo cluster, unir nós a um cluster, deixar o cluster, obter informações de status e executar várias outras tarefas relacionadas ao cluster. A P rox m o x Cbrilho F ile S istema ( “pmxcfs”) é utilizado para distribuir de forma transparente a configuração de cluster para todos os nós de fragmentação.

O agrupamento de nós em um cluster possui as seguintes vantagens:

  • Gerenciamento centralizado baseado na web
  • Clusters multi-mestre: cada nó pode fazer toda tarefa de gerenciamento
  • pmxcfs : sistema de arquivos baseado em banco de dados para armazenar arquivos de configuração, replicado em tempo real em todos os nós usando o corosync .
  • Fácil migração de máquinas virtuais e containers entre hosts físicos
  • Implantação rápida
  • Serviços em todo o cluster, como firewall e HA

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