ago 022019
 

rtinst

1. Introduction

Seedbox installation

rtorrent, rutorrent, nginx, vsftpd, and autodl-irssi will be installed and configured.

It takes about 10 minutes to run, depending on your server setup.

After you have run the script and everything is working, I suggest a reboot, the script does not automate this reboot, you need to do it manually using the reboot command.

As well as installing the various applications previously mentioned, a suite of scripts, will be available to automate a number of tasks for the user and also for the admin. See sections 3 and 4 of this guide for further details.

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ago 012019
 

Over the years, We’ve encountered many questions on how to correctly configure our Linux hosts to sync time to our enterprise NTP Servers.

So, We thought why not create an article that outlines in the simplest form possible the correct way to configure the NTP Client to synchronize with NTP Servers.

Sync CentOS with NTP Time Servers

First of all, we need to install the ntpd and ntpdate clients on our Linux host. I’m using CentOS, but it’s the same in Ubuntu and so forth.

# yum install ntp ntpdate
# systemctl start ntpd
# systemctl enable ntpd
# systemctl status ntpd

Now let’s run the following command to configure the NTP Servers.

# ntpdate -u -s 0.centos.pool.ntp.org 1.centos.pool.ntp.org 2.centos.pool.ntp.org

What we’re doing is telling the ntpdate to use an unprivileged port for outgoing packets with the -u switch and to write logging output to the system syslog facility using the -s switch.

Next let’s restart the ntpd daemon.

# systemctl restart ntpd

Now let’s check if NTP synchronization is enabled and running.

# timedatectl

And for the last, we will set the hardware clock to the current system time using the -w switch.

# hwclock -w

Congratulations! You’ve now successfully set your NTP client on CentOS.

jul 202019
 

Se você possui contas Google Drive, Dropbox, OneDrive e outras opções, veja como fazer para usar vários serviços de armazenamento na nuvem com RcloneBrowser no Ubuntu, Arch Linux e derivados.

 

Use vários serviços de armazenamento na nuvem com RcloneBrowser

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jun 292019
 

Se você usa Linux, alguma vez já notou uma lentidão extrema – a ponto de algumas vezes deixar o sistema irresponsivo – ao copiar arquivos grandes, de alguns gigabytes, para mídias lentas, como pendrives USB (especialmente aqueles “genéricos”, que oferecem baixa performance)? Se o seu computador é 64 bits e tem bastante memória RAM (8 GB ou mais), muito provavelmente já notou isso. Tanto é que até o Linus Torvalds já abordou esse problema [1], há alguns anos atrás; mesmo assim, ainda não há uma solução definitiva, mas existem tunings do subsistema de Virtual Memory do kernel do Linux que minimizam esse problema.

Antes de continuar, é preciso entender um pouco sobre alguns conceitos do gerenciamento de memória do Linux. Não vou entrar em muitos detalhes, pois este não é um artigo acadêmico, mas no final colocarei algumas referências para quem quiser se aprofundar mais. Um primeiro conceito que deve ficar claro é: o Linux trabalha por padrão com buffered I/O. De forma simplificada, isso significa que as operações de escrita simplesmente copiam os dados para a memória RAM [2], e depois, em background, o kernel vai fazendo a escrita em si (flush) no dispositivo destino. Dado isto, entra o segundo conceito: dirty memory, que é justamente essa informação que está temporariamente na memória RAM, esperando ser escrita em um dispositivo de armazenamento.

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abr 242019
 

Resumo

A alta disponibilidade compõe-se por uma arquitectura de dois ou mais computadores configurados para que possam trabalhar em conjunto. Desta forma, cada computador monitoriza os demais e em caso de falha assume os serviços que ficaram indisponíveis. Neste projecto são abordadas questões relativamente a hardware e software, privilegiando as soluções de alta disponibilidade baseadas em software. No mercado existem várias soluções para alcançar esse objectivo, mas o elevado custo de implementação e licenciamento impede a adopção desses sistemas por empresas economicamente limitadas. Para contornar essa limitação, foi utilizado software Open Source que permite a implementação de alta disponibilidade a baixo custo. Neste projecto é abordada a alta disponibilidade em servidores Web, recorrendo a software de código aberto e hardware vulgar. No capítulo direccionado aos conceitos básicos são apresentados alguns conceitos necessários para a compreensão do projecto, de seguida são explicados os diferentes tipos de cluster e respectivas vantagens de implementação, posteriormente os pontos de falha existentes nos sistemas computacionais bem como possíveis soluções. Finalmente é apresentada uma solução que garante alta disponibilidade através da utilização dos softwares Heartbeat, Keepalived, Haproxy, Apache, Mysql, GlusterFS e do módulo Bonding. Embora o objectivo deste projecto seja direccionado para os servidores Web, é possível recorrer aos mesmos mecanismos na implementação de outras soluções que exijam alta disponibilidade.

 

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abr 022019
 

Objetivo

 

Aqui falaremos rapidamente sobre os procedimentos que utilizamos para instalar o Proxmox. Antes de iniciar esse procedimento, recomendamos uma lida em nosso artigo (neste link, ou nas referências abaixo) comparando algumas soluções antispam, para lhe ajudar a decidir se esta solução é a melhor para seu caso.

Passos/Condutas

 

Lembre-se de alterar as partes em cinza para o padrão de sua empresa.

  • Preparar o Ambiente (Servidores):

Antes de iniciar, obtenha a ISO mais atual do Proxmox Mail Gateway no site da proxmox. É importante que o nome DNS esteja funcionando corretamente (neste exemplo os endereços serão quarentena.suaempresa.com.brmail.suaempresa.com.br e mail2.suaempresa.com.br)

Para a montagem do ambiente é importante demonstrar os pré-requisitos necessários para a instalação do, utilizamos a configuração padrão de servidores:

 

Ambiente/Função Nó1 Nó2 Nó3
Nome no HOST DMZ-041-MS DMZ-042-MS DMZ-043-MS
Nome de REDE quarentena.suaempresa.com.br mail2.suaempresa.com.br mail.suaempresa.com.br
Endereço SEU_IP_1 SEU_IP_2 SEU_IP_3
Função Quarentena de e-mail para usuários Filtro de mensagens Filtro de mensagens
Size 4GB de RAM
100GB de Disco
8GB de RAM
30GB de Disco
8GB de RAM
30GB de Disco

 

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abr 022019
 
  1. Navegue até ” Exim Configuration Editor ” no WHM. 
  2. Escolha ” Editor Avançado “.
  3. Adicione o seguinte em ” Seção: POSTMAILCOUNT ” (chating SMARTHOST ao seu nome de host SMTP)

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fev 122019
 

The Instant Scan depends on the inotify watches system, provided by the Linux Kernel.

Every Linux installation has a specific amount of inotify watches set by default.

If you want to know how many inotify watches your system has, execute the next command:

cat /proc/sys/fs/inotify/max_user_watches

You will need one inotify watch per watched directory. Thus, the more directories on the server, the greater the amount of things that will be needed.

You can increase the number of inotify watches performing the next command:

CentOS/RHEL/CloudLinux/Debian/Ubuntu:
echo fs.inotify.max_user_watches=999999 | tee -a /etc/sysctl.conf && sysctl -p

Increase the number 999999 as your needings.

fev 112019
 

On some of our development servers, we run many instances of the Apache httpd web server on the same system. By “many”, I mean 30 or more separate Apache instances, each with its own configuration file and child processes. This is not unusual on DevCamps setups with many developers working on many projects on the same server at the same time, each project having a complete software stack nearly identical to production.

On Red Hat Enterprise Linux 5, with somewhere in the range of 30 to 40 Apache instances on a server, you can run into failures at startup time with this error or another similar one in the error log:

[error] (28)No space left on device: Cannot create SSLMutex

The exact error will depend on what Apache modules you are running. The “space left on device” error does not mean you’ve run out of disk space or free inodes on your filesystem, but that you have run out of SysV IPC semaphores.

You can see what your limits are like this:

# cat /proc/sys/kernel/sem
250 32000 32 128

I typically double those limits by adding this line to /etc/sysctl.conf:

kernel.sem = 500 64000 64 256

That makes sure you’ll get the change at the next boot. To make the change take immediate effect:

# sysctl -p

With those limits I’ve run 100 Apache instances on the same server.

Alterar IP principal em um servidor CentOS com painel whm/cPanel

 Apache2, CentOS 7 / RHEL 7, Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Redes, Segurança  Comentários desativados em Alterar IP principal em um servidor CentOS com painel whm/cPanel
jan 262019
 

Em algum momento você poderá precisar alterar o IP principal de um servidor utilizando sistema Operacional CentOS e painel cPanel. Apesar de parecer um processo complexo, um usuário com conhecimento básico em comandos shell  e com acesso root poderá realizar sem maiores problemas em poucos passos.

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dez 072018
 

CONFIGURANDO O APACHE2 DO PRIMEIRO SERVIDOR

Vamos começar instalando o apache2 e algumas libs:

 sudo apt-get install apache2 php7.2 libapache2-mod-php7.2
$ sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php7.2-mysql
$ sudo apt-get install apache2-prefork-dev

Habilitando os módulos do apache para o redirecionamento e para o proxy pass:

 sudo a2enmod env proxy_ajp proxy_balancer proxy proxy_connect proxy_http rewrite ssl headers

Para desabilitar os mods basta usar:

 sudo a2dismod [nome-dos-módulos]

Agora iremos criar o arquivo na pasta do apache2:

 sudo nano /etc/apache2/sites-available/meuSite

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