Como instalar o DbGate, um Administrador de banco de dados, no Ubuntu, Linux Mint, Fedora, Debian

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jul 172021
 

Ferramenta de administração de banco de dados de código aberto

O DbGate é uma ferramenta de administração de banco de dados. Uma ferramenta moderna de manipulação de dados de plataforma cruzada para Microsoft SQL Server, PostgreSQL, MySQL e MongoDB. Neste tutorial, saiba como instalar o administrador de banco de dados DbGate no Linux.

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fev 092021
 

Overview

Install and configure Fail2Ban to block attacking hosts using a null route or blackhole routes.

PRO:
– Works on all kernel versions and as no compatibility problems (back to debian lenny and WAY further).
– It’s FAST for very large numbers of blocked ips.
– It’s FAST because it Blocks traffic before it enters common iptables chains used for filtering.
– It’s per host, ideal as action against ssh password bruteforcing to block further attack attempts.
– No additional software required beside iproute/iproute2
CON:
– Blocking is per IP and NOT per service, but ideal as action against bruteforcing hosts.

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Como adicionar um usuário a um grupo no Linux via terminal

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fev 072021
 

Como adicionar um usuário a um grupo no Linux via terminal

Como devemos proceder para adicionar um usuário a um grupo no sistema operacional Linux? Tornar um usuário membro de um grupo é uma tarefa simples, que pode ser realizada com o uso dos comandos useradd, adduser, gpasswd ou usermod no terminal.

Os comandos useradd e adduser (que é um script na verdade) permitem criar um novo usuário no sistema, e além disso também permitem adicionar um usuário já existente a um grupo determinado. Já o comando usermod permite modificar a conta de um usuário, e isso inclui torná-lo membro de grupos existentes no sistema. Também vamos mostrar o comando gpasswd, que entre outras coisas permite gerenciar os grupos do sistema.

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dez 032020
 
Irei detalhar de forma bem pratica e funcional, pronto para já funcionar Fail2ban com Zimbra 8.8.x
  • Instale o fail2ban seguindo as instruções da sua distribuição – (Versão 0.9.6 pra cima)
Após instalado e sabendo que esta iniciando corretamente (por padrão) faça as devidas configurações.

mv /etc/fail2ban/jail.d/defaults-debian.conf /etc/fail2ban/jail.d/defaults-debian.conf.bkp
mv /etc/fail2ban/jail.conf /etc/fail2ban/jail.conf.bkp
vim /etc/fail2ban/jail.conf

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dez 032020
 

Problema

Neste artigo, explicaremos como mover / migrar um servidor zimbra para outra máquina.

Pré-requisitos

Os servidores zimbra de origem e de destino devem estar executando a mesma versão. Por exemplo, se a origem está rodando 8.6, o zimbra instalado no destino também deve ser 8.6.

Resolução

Resumindo, a solução é: interromper o zimbra no servidor de origem, fazer um backup de / opt / zimbra, instalar um novo servidor, interromper o servidor antigo, configurar a rede do novo servidor e configurar hosts, instalar o software zcs na nova máquina , substitua / opt / zimbra na nova máquina pelo backup já feito da máquina antiga, corrija as permissões, execute uma instalação normal do zcs.

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Migrating opensource Zimbra 8.6.0 on Centos 6.8 to Zimbra 8.7.1 on Centos 7 safely and with no downtime

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dez 032020
 

A bit of history for the context

After running a Zimbra mail server in a 500Gb Virtual Machine, for about 4 years, the server started feeling a bit crowded and with  #df -h reporting less than 50Gb of space left, it was time to move to a larger machine.

The version I was (and still am) running is the open source version, there are no migration tools available as part of the package, although you can find plenty of tutorials on the web forums about how to rsync stuff between the old and the new server. I was not comfortable with that. For starters, there would be down time involved, but apart from that I would have to rsync between two identical servers, meaning that the new server would still need to be zimbra 8.6 and running on an identical Centos 6 machine.

There was also the fact that some time ago, the server did a very bad shutdown (due to a power failure), and the database had been corrupted, and every so often a problem or two would crop up in the logs. This became very evident when an upgrade to 8.7.1 failed miserably, and the only thing that saved the day was the backup from the previous night ! I was afraid that most likely, an rsync migration would also transfer the problematic data, and that it would be back to haunt me down the road.

Since I was going to have to go through all the aches and  pains of  a server migration  I wanted to end up not only with more space,  but also to move to a newer O.S., and a newer release, so rsync was out of the question.

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nov 092020
 

Introdução

LVM significa Logical Volume Manager. Como o nome diz, essa ferramenta é capaz de gerenciar os chamados volumes lógicos, substituindo assim as tradicionais partições nos discos. Ao longo do tempo, várias empresas fizeram suas implementações de LVM e o Linux não ficou para trás: ele também possui uma implementação (e muito boa) de LVM, que na época da escrita deste documento está na versão 2.

Utilizar volumes lógicos ao invés do esquema de particionamento comum traz algumas boas vantagens. Mas antes de saber destas vantagens, precisamos saber o que são esses tais volumes lógicos. Um volume lógico é nada mais nada menos que uma representação virtuais de pedaços de um dispositivo fixo. Enquanto as partições definem estes pedaços “cruamente”, o volume lógico permite flexibilidade na hora de definir quem são esses pedaços. Por exemplo, um volume lógico pode ter seu espaço dividido em 3 ou mais HDs, mas para o sistema operacional vai parecer como se fosse apenas um dispositivo. Sendo assim começa a ficar clara as vantagens, não?

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nov 092020
 

To extend a logical volume you simply tell the lvextend command how much you want to increase the size. You can specify how much to grow the volume, or how large you want it to grow to:

# lvextend -L12G /dev/myvg/homevol
lvextend -- extending logical volume "/dev/myvg/homevol" to 12 GB
lvextend -- doing automatic backup of volume group "myvg"
lvextend -- logical volume "/dev/myvg/homevol" successfully extended

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nov 092020
 

Do you want to compress or decompress (zip/unzip/rar/unrar) files on Google Drive, Then watch this video until the end!

To do this, I’m using Google Colab.

Copiar Arquivos do Mega Para o Google Drive Utilizando O Colab

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set 092020
 

O Colab é uma mão na roda para desenvolvedores, e também é possível fazer várias tarefas de maneira bem simples como copiar arquivos entre diferentes serviços de nuvens, sem utilizar sua internet. Nesse vídeo, ensino como utilizar o colab para copiar arquivos para uma conta do google drive, ou um Drive Compartilhado (Drive de Equipes) de maneira super simples, sem nenhuma dificuldade, utilizando apenas seu navegador de internet.

 

ago 082020
 

Limpar todo Histórico do root via ssh (linha de comando) no CentOS

Fala pessoal, hoje vamos deixar mais essa dicar para nossos visitantes e clientes.

O comando é simples, veja:

cat /dev/null > ~/.bash_history && history -c && exit

Entendendo o comando:
~/.bash_history  – é responsável por armazenar todas as linhas de comando executadas;
cat /dev/null > ~/.bash_history  – você está nulificando o conteúdo do “bash_history“;
history -c  – você está limpando inclusive a linha usada para nulificar o histórico usada anteriormente;
exit – você desconecta do usuário sem deixar rastros.

Valeu pessoal, espero ter ajudado!

ago 082020
 

Em alguns casos as regras de firewall de seu servidor podem limitar seu acesso ou impedir que algum sistema funcione adequadamente.

Veja logo abaixo alguns comandos que auxiliam na manutenção das regras de firewall em seu servidor:

 

LISTAR TODAS AS REGRAS

# iptables -S

Exemplo:

# iptables -S
-P INPUT DROP
-P FORWARD DROP
-P OUTPUT DROP
-N ALLOWIN
-N ALLOWOUT
-N DENYIN
-N DENYOUT
-N INVALID
-N INVDROP
-N LOCALINPUT
-N LOCALOUTPUT
-N LOGDROPIN
-N LOGDROPOUT
-N SMTPOUTPUT
-N SYNFLOOD
-A INPUT ! -i lo -p tcp -m tcp --dport 8889 -m limit --limit 100/sec --limit-burst 150 -j ACCEPT
-A INPUT ! -i lo -p tcp -m tcp --dport 8888 -m limit --limit 100/sec --limit-burst 150 -j ACCEPT
-A INPUT -s 8.8.4.4/32 ! -i lo -p tcp -m tcp --dport 53 -j ACCEPT
-A INPUT -s 8.8.4.4/32 ! -i lo -p udp -m udp --dport 53 -j ACCEPT
-A INPUT -s 8.8.4.4/32 ! -i lo -p tcp -m tcp --sport 53 -j ACCEPT

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jul 052020
 

A mágica do GNU/Linux muitas vezes acontece sem que você tenha sequer uma interface gráfica para uso amigável, porém, o shell (ou o terminal) também tem suas malícias para agilizar o seu trabalho.

Você pode trabalhar com várias aplicações ao mesmo tempo sem ter que terminar o que estava fazendo para iniciar uma nova tarefa, isso graças aos comandos “jobs”, “fg” e “bg”. “Jobs” significa “Trabalhos” e serve para exibir tudo o que você está fazendo no shell do GNU/Linux mas que está em segundo plano. Claro, você precisa mandar as tarefas para segundo plano para poder utilizar o comando “jobs”.

“fg” (foreground) serve para trazer as tarefas que estão em segundo plano para o primeiro plano, assim você pode continuar fazendo o que estava fazendo anteriormente.

Já a última opção, “bg” (background) serve para continuar executando tarefas em segundo plano, para que o shell fique livre e você possa executar outras tarefas sem interromper a tarefa anterior.

Vamos ver alguns exemplos práticos para que você entenda melhor.

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jun 182020
 

INTRODUÇÃO

O objetivo de um mecanismo de replicação de dados é permitir a manutenção de várias cópias idênticas de um ­­­­mesmo dado em vários servidores de bancos de dados (SGBD). Os principais benefícios da replicação de dados são a redundância, o que torna o sistema tolerante a falhas, a possibilidade de um balanceamento de carga do sistema, já que o acesso pode ser distribuído entre as réplicas, e finalmente, ter-ser o backup online dos dados, já que todas as replicas estariam sincronizadas. Este artigo, apresenta uma introdução ao mecanismo de replicação do MySQL, bem como as configurações básicas para realização desta tarefa.

VISÃO GERAL DA REPLICAÇÃO

O MySQL permite um tipo de replicação conhecido como Master-Slave, onde temos um servidor atuando como master e um ou mais servidores atuando como slave. O master grava em um log binário de alteração todos os comandos de atualizações da base de dados. Desta forma, todas as alterações ocorridas no master são imediatamente replicadas para os outros servidores slave.

A replicação no mysql é principalmente compatível com a anterior, isto é, um servidor mais novo pode normalmente ser um escravo de um servidor mais velho sem nenhum problema. Porém, versões mais antigas dos servidores são, freqüentemente, incapazes de servir como slaves de versões mais novas, pois eles não podem entender novas características ou a sintaxe SQL que o servidor mais novo utiliza, e pode haver diferenças no formato dos arquivos que a replicação usa, por exemplo, você não pode replicar de um master MySQL 5.0 para um slave MySQL 4.0.

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