ago 082020
 

Com as invasões de PCs, máquinas zumbis e outras coisas que podem ser um incômodo (principalmente quando se trata de um servidor), medidas de segurança nunca são demais.

Hoje, eu vou mostrar um simples script que criei para o IPtables. Eu fiz isso no Slackware 14.0, mas você poderá também executar este script em outra distribuição.

Bloqueando portas de entrada:

#!/bin/sh
#Iptables configuração.
#Script criado por Pangas

iptables -A INPUT -p icmp –icmp-type echo-request -j DROP
iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 80 -j DROP
iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 443 -j DROP
iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 22 -j DROP
iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 1234 -j DROP
iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 21 -j DROP
iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 12345 -j DROP
iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 20 -j DROP

A opção -A INPUT diz que o Firewall deverá bloquear todas as portas de entradas que forem definidas. Nesse caso, eu resolvi criar um script que possa ser usado tanto em computadores domésticos, quanto em servidores.

Podem ver, que eu bloqueei também a porta do X e a porta padrão do NetBus. Pois fiquei sabendo de patches para GNU/Linux. Nenhum sistema operacional é 100% seguro, tanto que, até o Android da Google também é infectado.

A opção -p indica o protocolo. Você pode usar TCP ou UDP.

Já a –destination-port indica a porta de destino. Ou seja, qual serviço deve ser bloqueado ou liberado pelo IPtables. A opção -j DROP indica que a porta será bloqueada. Deve ser definida logo após a porta destino.

ago 082020
 

Limpar todo Histórico do root via ssh (linha de comando) no CentOS

Fala pessoal, hoje vamos deixar mais essa dicar para nossos visitantes e clientes.

O comando é simples, veja:

cat /dev/null > ~/.bash_history && history -c && exit

Entendendo o comando:
~/.bash_history  – é responsável por armazenar todas as linhas de comando executadas;
cat /dev/null > ~/.bash_history  – você está nulificando o conteúdo do “bash_history“;
history -c  – você está limpando inclusive a linha usada para nulificar o histórico usada anteriormente;
exit – você desconecta do usuário sem deixar rastros.

Valeu pessoal, espero ter ajudado!

ago 082020
 

Em alguns casos as regras de firewall de seu servidor podem limitar seu acesso ou impedir que algum sistema funcione adequadamente.

Veja logo abaixo alguns comandos que auxiliam na manutenção das regras de firewall em seu servidor:

 

LISTAR TODAS AS REGRAS

# iptables -S

Exemplo:

# iptables -S
-P INPUT DROP
-P FORWARD DROP
-P OUTPUT DROP
-N ALLOWIN
-N ALLOWOUT
-N DENYIN
-N DENYOUT
-N INVALID
-N INVDROP
-N LOCALINPUT
-N LOCALOUTPUT
-N LOGDROPIN
-N LOGDROPOUT
-N SMTPOUTPUT
-N SYNFLOOD
-A INPUT ! -i lo -p tcp -m tcp --dport 8889 -m limit --limit 100/sec --limit-burst 150 -j ACCEPT
-A INPUT ! -i lo -p tcp -m tcp --dport 8888 -m limit --limit 100/sec --limit-burst 150 -j ACCEPT
-A INPUT -s 8.8.4.4/32 ! -i lo -p tcp -m tcp --dport 53 -j ACCEPT
-A INPUT -s 8.8.4.4/32 ! -i lo -p udp -m udp --dport 53 -j ACCEPT
-A INPUT -s 8.8.4.4/32 ! -i lo -p tcp -m tcp --sport 53 -j ACCEPT

Continue reading »

Como Montar Serviços de Nuvem no Windows como HD Externo usando o Rclone

 Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Leitura Recomendada, Linux, Midia, Profissional de TI, Redes, Sistemas de Armazenamento, Windows  Comentários desativados em Como Montar Serviços de Nuvem no Windows como HD Externo usando o Rclone
ago 012020
 

Nesse vídeo, irei demonstrar como montar qualquer serviço de cloud suportado pelo rclone, como um serviço, e ainda alterar o ícone do drive.

Pelo exemplo de montagem abaixo, você poderá utilizar inclusive seus vídeos em nuvens para criar um servidor de media como Plex, Emby, Jellyfin ou outro.

Requisitos:

1 – Sistema operacional Windows

2 – Rclone última versão

3 – Algum serviço de Nuvem suportado pelo rclone

4 – Fuse para Windows 5 – Nssm na pasta do rclone

Programas adicionais necessários:

1 – WinFsp

2 – Nssm

Opcional:

Programa Change Drive Icon:

Driver Icon

Exemplo de montagem:

mount –log-file C:\rclone\logs\rclone.log –log-level INFO –allow-non-empty –allow-other –fuse-flag sync_read –tpslimit 10 –tpslimit-burst 10 –dir-cache-time=160h –buffer-size=64M –attr-timeout=1s –vfs-read-chunk-size=2M –vfs-read-chunk-size-limit=2G –vfs-cache-max-age=5m –vfs-cache-mode=writes –cache-dir D:\DriveFSCache sftp: M: –config C:\Users\Usuario\.config\rclone\rclone.conf

jun 182020
 

INTRODUÇÃO

O objetivo de um mecanismo de replicação de dados é permitir a manutenção de várias cópias idênticas de um ­­­­mesmo dado em vários servidores de bancos de dados (SGBD). Os principais benefícios da replicação de dados são a redundância, o que torna o sistema tolerante a falhas, a possibilidade de um balanceamento de carga do sistema, já que o acesso pode ser distribuído entre as réplicas, e finalmente, ter-ser o backup online dos dados, já que todas as replicas estariam sincronizadas. Este artigo, apresenta uma introdução ao mecanismo de replicação do MySQL, bem como as configurações básicas para realização desta tarefa.

VISÃO GERAL DA REPLICAÇÃO

O MySQL permite um tipo de replicação conhecido como Master-Slave, onde temos um servidor atuando como master e um ou mais servidores atuando como slave. O master grava em um log binário de alteração todos os comandos de atualizações da base de dados. Desta forma, todas as alterações ocorridas no master são imediatamente replicadas para os outros servidores slave.

A replicação no mysql é principalmente compatível com a anterior, isto é, um servidor mais novo pode normalmente ser um escravo de um servidor mais velho sem nenhum problema. Porém, versões mais antigas dos servidores são, freqüentemente, incapazes de servir como slaves de versões mais novas, pois eles não podem entender novas características ou a sintaxe SQL que o servidor mais novo utiliza, e pode haver diferenças no formato dos arquivos que a replicação usa, por exemplo, você não pode replicar de um master MySQL 5.0 para um slave MySQL 4.0.

Continue reading »

jun 032020
 

When an application puts a socket into LISTEN state using the listen syscall, it needs to specify a backlog for that socket. The backlog is usually described as the limit for the queue of incoming connections.

TCP state diagram

Continue reading »

Como desativar IPv6 no Ubuntu

 Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Linux, Profissional de TI, Redes, Segurança, Ubuntu  Comentários desativados em Como desativar IPv6 no Ubuntu
abr 192020
 

O IPv6 ainda não é uma maioria no Brasil, se a sua rede não suporta ainda a nova tecnologia, você pode desativá-la!

Desativar o IPv6 no Ubuntu ou somente no APT pode ser a solução para alguns usuários do Ubuntu que estão tendo problemas com o IPv6 por conta de alguns repositórios de terceiros. A gente sabe que o IPv6 é o futuro, mas nem todos os repositórios estão utilizando o novo protocolo. Neste caso, para evitar falhas é necessário que o IPv6 seja desativado, mas não se preocupe o IPv4 não foi desativado e de forma particular, ainda vai demorar um pouco para que isso aconteça.

Vamos mostrar como desativar o IPv6 de duas formas, somente para o APT ou de forma geral no sistema, escolha a que for mais interessante para você. Se o seu problema for apenas com o APT então desative somente para ele, se for com outros recursos como aplicativos então desative de forma geral.

Como desativar o IPv6 somente no APT do Ubuntu?

Como disse anteriormente, se o seu problema é apenas com repositórios, recomendamos desativar o IPv6 somente no APT, siga as instruções abaixo:

$ sudo nano /etc/apt/apt.conf.d/99force-ipv4

Dentro do arquivo cole o seguinte conteúdo:

$ Acquire::ForceIPv4 “true”;
Salve e feche o arquivo, automaticamente o APT vai usar somente o IPv4 da sua conexão!

Como desativar o IPv6 no Ubuntu inteiro?

Esta opção, é recomendada se você quer desativar o IPv6 completamente, de todo o sistema, neste caso no Ubuntu, vamos fazer algumas alterações no Linux Kernel, para que o IPv6 possa ser desativado de maneira correta.

Vamos editar uma configuração no sysctl:

Agora, dentro do arquivo cole o conteúdo abaixo:

net.ipv6.conf.all.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.default.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.lo.disable_ipv6 = 1

Agora, salve e feche o arquivo e em seguida recarregue as instruções acima com o comando abaixo:

$ sudo sysctl -p

Por último vamos fazer um teste para saber se o Ipv6 foi desativado com sucesso, execute o comando abaixo:

$ cat /proc/sys/net/ipv6/conf/all/disable_ipv6
Se o resultado for 1, então esta tudo certo!
Para reativar o IPv6 no Ubuntu, basta remover essas 3 linhas no arquivo 99-sysctl.conf e executar o comando com sudo sysctl -p para carregar as alterações.
abr 192020
 

rsync é uma ferramenta de cópia e sincronização de arquivos e diretórios muito versátil e simples de utilizar. Com o rsync é possível copiar arquivos localmente (no mesmo sistema de arquivos), ou para um outro host na rede utilizando qualquer shell remoto, ou ainda por meio de um daemon remoto do rsync.

O rsync utiliza um algoritmo de transferência de dados que permite enviar apenas as diferenças entre os arquivos enviados e os existentes no destino, desta forma diminuindo a quantidade de dados enviados, e aumentando a performance da transferência. Por isso, é largamente utilizado como ferramenta de backup de dados, assim como comando de cópia normal do dia-a-dia.

O rsync também possui suporte à cópia de links, dispositivos, proprietários, grupos e permissões, além de não necessitar de privilégios de superusuário (root) para realizar seu trabalho.

Para que os dados sejam transferidos com segurança, o rsync assume que um servidor SSH esteja em execução ao menos em um dos hosts onde ocorrerá a transferência de arquivos.

Continue reading »

SHELL IN A BOX – ACESSANDO O SHELL LINUX PELO NAVEGADOR WEB

 Apache2, Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Redes, Shell Script, Ubuntu  Comentários desativados em SHELL IN A BOX – ACESSANDO O SHELL LINUX PELO NAVEGADOR WEB
abr 192020
 

Esta, é apenas uma dica que tem o intuito de mostrar e divulgar uma ferramenta para acessar o Linux / Shell através de um navegador Web. Sendo assim, não entrarei em detalhes sobre instalação e configuração do mesmo.

No entanto, com a evolução das distribuições Linux, já existem pacotes que podem ser executados e instalados automaticamente, como no caso o Shell in A Box, que oferece o pacote de instalação no formato “.deb”, podendo ser instalado diretamente em distro baseadas no Debian / Ubuntu.

A FERRAMENTA

O Shell in A Box é ideal quando há necessidade de acessar remotamente um computador. Muitas vezes ‘sendo obrigado’ ou, não tendo outras maneiras de acessá-lo, tendo apenas o Navegador Web.

Uma das grandes vantagens do Shell in A Box, é que o mesmo já traz consigo um servidor Web próprio que escuta a porta 4200, sendo assim, logo após instalá-lo, já está disponível para acesso via Web sem a necessidade de nenhuma outra configuração.

Para acessá-lo, basta apenas abrir um Navegador Web, e digitar o seguinte endereço: https://localhost:4200

Desta maneira, você terá acesso no computador local.

Para acessá-lo remotamente, basta digitar o seguinte endereço: https://IP_Servidor_Shell_in_A_Box:4200/

Linux: Shell In A Box - Acessando o Shell Linux pelo Navegador Web

O Shell in A Box suporta atividades diretas com editores de texto, podendo usar editores como VI, VIM, JOE, entre outros.

Ao acessar o servidor pelo navegador, o Shell in A Box não permite acesso direto ao root, sendo assim, há necessidade de acessar com outro usuário, e depois de fazer o login como root.

Para baixá-lo, basta acessar o seguinte link:

FreeNAS – configure o armazenamento de objetos de repositório do Veeam Backup conectado ao FreeNAS (MinIO)

 Backup, Clusterweb, ClusterWeb, FreeNAS, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Redes, Segurança, Sistemas de Armazenamento, Vmware ESXi  Comentários desativados em FreeNAS – configure o armazenamento de objetos de repositório do Veeam Backup conectado ao FreeNAS (MinIO)
abr 122020
 

Se o víssemos em um diagrama muito simples, teríamos o seguinte: uma combinação de extensões locais (Repositórios de Backup) denominada Camada de Desempenho, à qual é adicionada uma Camada de Capacidade baseada no Armazenamento de Objetos, para a qual são enviadas as cópias que não fazemos precisa ter no nível de desempenho:

Continue reading »

FreeNAS – Como implantar um certificado SSL

 Clusterweb, FreeNAS, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Programação, Redes, Segurança, SSL  Comentários desativados em FreeNAS – Como implantar um certificado SSL
abr 122020
 

Uma das coisas mais importantes nesse tipo de caso é ter segurança quando ativamos os serviços de compartilhamento de espaço, seja FTP, armazenamento de objetos etc. É por isso que hoje, vamos ver como implantar um certificado SSL Let’s Encrypt sobre o FreeNAS 11.x.

Conexão SSH ao nosso FreeNAS 11.x

O primeiro passo será poder acessar nosso FreeNAS via SSH, para isso iremos para a parte de serviços e, no SSH, clicaremos em Ações para editar as opções:

Continue reading »

O que é PTT – Peering – Trânsito?

 Clusterweb, ClusterWeb, Leitura Recomendada, Profissional de TI, Redes  Comentários desativados em O que é PTT – Peering – Trânsito?
set 142019
 

Em tempos onde tudo está conectado, a Internet é cada vez mais importante e muito se tem  feito para ampliar e melhorar essas comunicações em capacidade, velocidade e segurança.

 

Uma forma de reduzir as distâncias e custo para essas conexões são os chamados Pontos de Troca de Tráfego, ou PTT.

Continue reading »

ago 202019
 

Em um projeto recente precisei fazer o balanceamento de links no linux, o cliente possuía saída por dois provedores, sendo o primeiro NET/Virtua e o segundo Embratel, seu link Embratel estava ocioso e ele queria acabar com essa ociosidade.

A solução foi usar o iproute2 para criar uma tabela com balanceamento de links para alguns pacotes, em conjunto usei o iptables para marcar os pacotes que deveriam sair por essa tabela.

Além disto o cliente usava o Embratel para alguns serviços, logo existia um redirecionamento DNAT para rede interna e isso precisava ser levado em conta.

Vamos a solução para essa necessidade.

Ambiente

Vamos descrever as configurações de rede do ambiente

Interface eth0 está com rede interna (10.1.x.x/xx)
Interface eth1 está conectado ao modem virtua (189.x.x.x)
Interface eth2 está conectado ao modem embratel (200.x.x.x)

Se isto está entendido, vamos continuar.

Continue reading »