nov 072019
 

This brief tutorial shows students and new users how to install LAMP + phpMyAdmin on Ubuntu 16.04 | 18.04 | 18.10 servers….

LAMP is an acronym for Linux (Ubuntu), Apache2 HTTP Server, MariaDB or MySQL Database Server and PHP Scripting Language… It is a group of open source software and building blocks of many of the web applications and majority of the content management systems (CMS) in use today…

phpMyAdmin is a web-based tool that allows you to interact with MariaDB databases, manage user accounts and privileges, execute SQL-statements, import and export data and much, much more.

If you’re going to be developing any PHP based applications or websites, then you’re probably going to be using the LAMP and phpMyAdmin allows you to easily manage your databases from your favorites web browsers…

This brief tutorial is going to show students and new users how to install Apache2, MariaDB, PHP with phpMyAdmin support on Ubuntu Linux 16.04 | 18.04 and 18.10 servers…

To get started with installing the LAMP Stack, follow the steps below:

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set 032019
 

PHP 7 foi lançado dezembro passado. Após testar o código localmente, é hora de atualizar o servidor de produção. Geralmente, a maioria dos sites funcionam bem nele.

Contudo, suspeitamos que não muitos sites atualizaram. É mais seguro e fácil continuar em versões anteriores. Na verdade, uma pesquisa de sites WordPress mostrou que alguns tem:

“Até Novembro de 2016, 53.9% dos sites WordPress rodam versões PHP menores que 5.5 Apenas, 3.4% dos sites rodam PHP 7, a versão atual do PHP.” via PHP Compatibility Checker.

Mas PHP 7 já está aí há quase um ano.

Nesse episódio, mostraremos uma abordagem para atualizar para PHP 7 no Ubuntu 14.x e resolver problemas com PHPMyAdmin, que muitos vanguardistas enfrentaram.

Por hora, se usamos WordPress, devemos instalar o plugin PHP Compatibility Checker para garantir que não encontraremos problemas inesperados com nossos Plugins.

Sempre gostamos de suas ideias e comentários. Se tiverem perguntas ou sugestões de tópicos, por favor, publique seus pensamentos na seção de comentários.

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INSTALANDO APACHE, MARIADB E PHP COM HTTPS NO ARCH LINUX

 Apache2, CentOS 7 / RHEL 7, Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Linux  Comentários desativados em INSTALANDO APACHE, MARIADB E PHP COM HTTPS NO ARCH LINUX
jul 262018
 

APACHE

 

Ambiente:

  • Sistema: Linux arch 4.17.3-1-ARCH
  • Domínio: dominio.com.br
  • Ip: 192.168.0.1

1. Update do sistema:

# pacman -Syu

2. Instalando Apache:

# pacman -S apache

Habilitando e iniciando servidor Apache:

# systemctl enable httpd
# systemctl restart httpd

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Migrando do PHP 4 para o PHP 5

 Clusterweb  Comentários desativados em Migrando do PHP 4 para o PHP 5
ago 212012
 

Essa sessão de faq ajudará a você migrar do PHP 4 para o PHP 5.

Migrando do PHP 4 para o PHP 5
Apesar do PHP 5 oferecer muitas vantagens novas, ele foi feito para ser o mais compatível possível com as versões anteriores com poucas funcionalidades sendo perdidas no processo.

Leia o apêndice de migração para o PHP 5 deste manual pois ele contêm ainda mais informações no tópico de migração para o PHP 5.

O MySQL funciona no PHP 5? Ele parece ter desaperecido.
MySQL é suportado com apenas a modificação de não ser mais habilitado por default in PHP 5. Isso essencialmente significa que o PHP não inclui a opção –with-mysql na linha configure então você deve fazer isso manualmente quando compilando o PHP. Usuários do Windows editarão php.ini e habilitarão a DLL php_mysql.dll já que no PHP 4 essa DLL não existia, era simplesmente montada no seus binários do PHP para o Windows.

Além disso, as bibliotecas de cliente do MySQL não são mais bundled com o PHP. Mais detalhes nesse tópico são abrangidas no seguinte FAQ e leia também a seção MySQL para detalhes sobre instalação do MySQL. Um exemplo de linha de configure seria –with-mysql=/usr enquanto usuários do Windows precisarão do arquivo libmySQL.dll disponível no sistema.

Eu ouvi que o PHP 5 tem um modelo de POO inteiramente novo, o meu código em POO já existente funcionará? Onde eu acho informação sobre essas novas caracterísicas de POO?
A principal mudança no PHP 5 é o modelo de POO já que o PHP 5 agora usa o Zend Engine 2.0. A diretiva zend.ze1_compatibility_mode permite compatibilidade com o Zend Engine 1.0 (PHP 4).

O novo modelo de POO está documentado nas seções OOP language reference e OOP migration appendix.

Então, além do novo modelo de POO, o que mais foi alterado no PHP 5? Além disso, existe numa versão específica do manual do PHP para a versão 5?
Algumas poucos modificações exitem, veja o apêndice 5 de migração para detalhes. Não haverá uma versão específica do manual do PHP para a versão 5 já que o cerne do PHP ainda é o mesmo.

Solucionando problemas com o charset

 Linux  Comentários desativados em Solucionando problemas com o charset
abr 232012
 

Um problema muito comum ao utilizar o Apache 2 sobre uma distribuição Linux recente é os caracteres acentuados das páginas hospedadas aparecerem trocados por interrogações, quadrados ou vírgulas em alguns navegadores, como nesse screenshot:

Isso acontece em situações onde os arquivos das páginas hospedadas no servidor foram salvos usando o charset ISO-8859-1 (ou outro dos charsets pré-unicode) e o servidor Apache está configurado para usar UTF-8, que é o default no Ubuntu e na maioria das distribuições atuais.

Para solucionar o impasse, você tem basicamente três opções. A primeira é especificar o charset correto no header de cada página do site, o que é feito adicionando uma tag “meta” dentro da seção “head” da página, como em:

<meta http-equiv=”Content-Type” content=”text/html; charset=UTF-8″ />
ou:
<meta http-equiv=”Content-Type” content=”text/html; charset=ISO-8859-1″ />

Algumas versões antigas do Internet Explorer entendem apenas a tag “http-equiv…”. Você pode adicioná-la também, de forma a manter compatibilidade com elas, como em:

<http-equiv=”Content-Type” content=”text/html; charset=utf-8″>

Continuando, a segunda opção é mudar a configuração do Apache para que ele passe a utilizar o ISO-8859-1 como charset padrão, em vez do UTF-8. Nas distribuições derivadas do Debian, isso é definido no arquivo “/etc/apache2/conf.d/charset“. Edite o arquivo, substituindo a linha:

AddDefaultCharset UTF-8

por:

AddDefaultCharset ISO-8859-1

Se, por acaso, o arquivo “/etc/apache2/conf.d/charset” não estiver disponível (ou a configuração não surtir efeito), edite o arquivo “/etc/apache2/apache2.conf“, descomentando (ou adicionando) a mesma linha.

No Fedora/CentOS a opção é incluída diretamente no arquivo “/etc/httpd/conf/httpd.conf” (perto do final do arquivo), basta substituir a linha “AddDefaultCharset UTF-8” por “AddDefaultCharset ISO-8859-1”, assim como no Debian.

Se o servidor hospeda páginas escritas em português, é recomendável editar também a linha:

LanguagePriority en da nl et fr de el it ja ko no pl pt pt-br ltz ca es sv tw

… no “/etc/apache2/apache2.conf”, mudando a ordem das linguagens, de forma que o pt-br e o pt fiquem no início:

LanguagePriority pt-br pt en da nl et fr de el it ja ko no pl ltz ca es sv tw

Para que a configuração entre em vigor, é preciso fazer com que o Apache 2 recarregue a configuração:

# /etc/init.d/apache2 reload

ou:
# service httpd reload

O charset padrão do servidor é aplicado a todas as páginas onde o charset não é diretamente especificado na seção <head>, ajudando em casos em que você tem um grande volume de páginas antigas, onde o charset não é especificado.

Uma terceira opção, mais radical, seria mudar o charset de todas as páginas hospedadas (se você usa um gestor de conteúdo, muitas vezes esta opção estará disponível nas configurações) de “ISO-8859-1” para “UTF-8”. Diversos editores de texto, incluindo o kwrite e o gedit, permitem trocar o charset usado, basta especificar qual quer usar nas configurações.

É possível também converter os arquivos diretamente, usando o comando “recode“, que está disponível nos repositórios de praticamente todas as distribuições que adotaram o uso do UTF8. Comece instalando o pacote, como em:

# apt-get install recode

ou:
# yum install recode

Para converter um arquivo, use o comando “recode -d ISO-8859-1..UTF-8” seguido pelo arquivo a ser convertido, como em:

$ recode -d ISO-8859-1..UTF-8 arquivo.txt

Você pode também converter de uma vez diversos arquivos, como em:

$ recode -d ISO-8859-1..UTF-8 *.html

ou:
$ recode -d ISO-8859-1..UTF-8 *.php

O recode não salva cópias dos arquivos originais, por isso é importante que você sempre execute o comando sobre uma cópia dos arquivos, substituindo os arquivos originais só depois de verificar e testar. Concluindo, é possível também fazer o caminho inverso, convertendo arquivos de UTF-8 para ISO-8859-1, invertendo a sintaxe do comando, como em:

$ recode -d UTF-8..ISO-8859-1 *.html

A principal observação nesse caso é que o recode só consegue converter caracteres UTF-8 que possuem um correspondente dentro da codificação ISO-8859-1, por isso não deve ser usado em textos que incluam caracteres de línguas asiáticas, por exemplo.