OpenVZ: Virtualização para servidores Linux

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mar 252014
 
Prólogo

  • Título: OpenVZ: Soluções OpenSource para virtualização
  • Interface: Português
  • Assunto: /Linux/Virtualização
Esta publicação online não oferece nenhum tipo de suporte ou garantia sobre os softwares e informações aqui demonstrados, a não ser o que foi declarado e testado durante o desenvolvimento do mesmo. Não me responsabilizo por algum eventual problema com o sistema ou o software. Siga por sua própria conta e risco.A divulgação e publicação em outros portais fica permitida desde que eu seja comunicado e também sejam mantidos os créditos do autor, assim como a integridade do artigo.
Introdução ao OpenVZ

O que é o OpenVZ

OpenVZ é uma solução de virtualização em nível de sistema operacional. OpenVZ cria ambientes virtuais isolados, que funcionam como servidores standalone convencionais, porém utilizando um único hardware em comum. Estes ambientes virtuais seguros são conhecidos como VE ou como VPS (virtual private server).

VPS’s podem ser reinicializados independentes uns dos outros. Todos possuem hostname, acesso de root, endereço IP e tudo mais que um servidor pode ter, sendo assim uma solução extremamente confiável e funcional de virtualização.

OpenVZ é a base do sistema comercial chamado Virtuozzo, muito conhecido pelo pessoal que costuma alocar servidores em datacenters no exterior. Estas empresas costumam oferecer o VPS por um preço bem mais acessível que um servidor standalone.  Continue reading »

Migrar do WordPress para Joomla

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mar 052014
 

Embora WordPress seja um sistema poderoso de gerenciamento de conteúdo, particularmente para usado em blogs, Joomla tem vantagens em muitas áreas, oferecendo páginas mais completas com seções estilizadas. Caso queira migrar do WordPress para Joomla, é possível fazê-lo com a extensão “JConverter”, um plug-in grátis para Joomla. Caso não tenha os detalhes em sua “database” do WordPress, os obtenha através da configuração de acesso a arquivos “FTP”.

 

Instruções

  1. 1

    Visite a página de extensão “JConverter” e clique no botão “Download” para salvá-lo em seu computador.

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    Entre na área de administração Joomla. Essa deve ser uma instalação recente, com os arquivos de exemplo deletados. Clique em “Extensões,” depois “Instalar ; Desinstalar.” Clique em “Navegador”, vá até o arquivo “JConverter”, então clique em “Upload Arquivo e Instale”.

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    Clique em “Extensões,” “JConverter,” e “Configuração global.”. No campo de texto que aparecerá, digite os detalhes de seu banco de dados WordPress. Isso inclui o seu “hostame”, nome do “database”, usuário, senha e prefixo do “database” (geralmente “wp_”). Caso não possua essa informação, entre em sua conta “FTP” e navegue até a pasta de instalação de seu blog. Abra “config.php” e procure a informação no alto do arquivo com o cabeçalho “Minhas configurações SQL.”

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    Selecione a opção que você queira utilizando o “Configurações Globais” que fica no cabeçalho. Perceba que não será necessário selecionar “Importar comentários do JomComment?” a não ser que já tenha instalado a extensão “JomComments”. Isso é necessário somente se você quiser importar os comentários de seu blog.

  5. 5

    Clique em “Salvar,” então clique no botão “Iniciar conversação.”

  6. 6

    Vá para a área de “Gerenciamento de arquivos” em seu Joomla e tenha certeza que as informações foram importadas corretamente. Examine cada publicação e corrija os erros, tal como parágrafos faltantes ou carácteres especiais.

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    Verifique a seção “Gerenciamento de categoria” na área de administração do Joomla. Em Joomla 1.5, categorias podem ser alinhadas com apenas duas camadas de profundidades – “Seções” e “Categorias”. Porém, na versão 1.6, hierarquias mais complexas são permitidas. Verifique as categorias importadas e tenha certeza que a estrutura esteja orreta. Caso não seja possível importar as hierarquias do WordPress, é possível ou utilizar uma camada a partir de agora, ou fazer uma lista de links no módulo que irá mostrá-las na estrutura desejada.

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    Vá para a seção “Gerenciamento de usuário” e tenha certeza que os usuários e endereços de e-mail foram importados corretamente. Caso não tenham sido, faça as correções necessárias.

Ansible – Automatizando o Data Center

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mar 052014
 
Introdução

Ansible é uma solução para gerenciar os complexos ambientes de hoje em dia – Clouds, ambientes virtualizados, um crescente número de servidores e a sempre demanda por mais.

É um modo seguro, consistente e confiável de gerenciar seu ambiente, sem os problemas de outras ferramentas que adicionam mais complexidade ainda, a um problema que já está complicado.

Site oficial: Ansible « Simple IT Automation

Foi projetado para ser pequeno, consistente, seguro e altamente confiável, com uma curva de aprendizado extremamente baixa para suporte, desenvolvedores e gerentes de TI. As configurações do Ansible são simples descrições de sua infraestrutura em texto, facilmente compreensíveis e simples de modificar.

O Ansible não precisa, nada mais que uma senha ou chave SSH para começar e não precisa que seja instalado nenhum agente, interferindo o mínimo possível em seu ambiente atual. É uma solução super simples, que evita o problema de gerenciar o gerenciamento. Não existe a preocupação se os agentes estão ativos, se precisa atualizá-los, fazer a segurança deles, etc.

Ansible implementa um modelo de idempotência, onde você apenas descreve o estado desejado do sistema ou serviço, não as tarefas para chegar a aquele estado. Assim, não importa em qual estado o sistema esteja, o Ansible sabe como fazer as mudanças até chegar ao estado desejado. Isso permite aplicação de configurações confiáveis e repetíveis, evitando os problemas de scripts que quebram e executam ações irreversíveis.

Baseado no mais seguro sistema de gerenciamento remoto existente, o OpenSSH. Disponível praticamente em todas as plataformas, é muito leve e problemas de segurança são rapidamente resolvidos.

Como previamente falado, Ansible não precisa de agentes remotos. Ele funciona enviando os módulos e executando as tarefas necessárias para chegar às configurações desejadas.

Esses módulos são executados com credenciais fornecidas pelo usuário, incluindo suporte ao sudo e Kerberos, e não deixam seus rastros no servidor, depois de executar (qualquer arquivo temporário, é limpo após a execução).

Ele não precisa de acesso root, chaves SSH ou usuários dedicados e respeita o modelo de segurança do sistema. Ele não exige que o sistema funcione ou esteja configurado de um determinado modo. Assim, o Ansible é muito fácil de instalar/configurar e muito seguro.  Continue reading »

Próximas Tecnologias do Sistema GNU/Linux

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mar 052014
 

Tudo é Um e Um é Tudo

Resolvi fazer este artigo para quem está curioso sobre as próximas tecnologias do sistema GNU/Linux que, provavelmente, estarão em seu Desktop dentro de alguns anos (ou alguns meses, para quem usa Arch Linux).Minha última atividade aqui, no Viva o Linux, tem alguns meses (talvez anos) e eu tinha um artigo em construção, no qual o objetivo era apostar quais seriam as próximas tecnologias e, no futuro, descobrir se eu tinha acertado. Mas, fui acumulando preguiça de desenvolver um artigo longo e valioso, e tive a ideia de condensar o artigo.

Instalando OpenWrt no TP-LINK WR740N(BR)

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mar 052014
 
Introdução

O firmware OpenWrt, é uma distribuição GNU/Linux para pontos de acesso (APs).

Este firmware tem como objetivo, adicionar novas funcionalidades e potencializar a capacidade de processamento do Hardware (AP). Diferente dos firmwares proprietários, onde normalmente não temos muitos recursos e a interface é toda travada e problemática, no OpenWrt a história é diferente!

O OpenWrt retira os limites de software, afinal, com ele podemos personalizar tudo no AP, até o botãozinho que não nos serve para nada, agora pode ter alguma serventia.

Por ser uma distribuição GNU/Linux, ele trabalha com pacotes para adicionar novos recursos, sistema de logs, gráficos de acesso e banda, Firewall, múltiplos SSIDs, segurança com criptografia avançada, possibilidade de configuração via linha de comando (SSH) ou interface WEB, monitoramento de memória, etc.

Após esta breve introdução, vamos ao que interessa! Continue reading »

Criando servidor de arquivos GNU/Linux com RAID virtual e DFS em rede Windows

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mar 052014
 
Introdução

Evidente, que estas configurações funcionaram para mim, e espero que auxilie a outros, entretanto (como é de praxe salientar), eu não me responsabilizo por possíveis problemas que possam surgir ao utilizá-lo.

O sistema operacional utilizado foi o Ubuntu Server 12.04.3 x64 e o Hardware foi um computador comum Duo Core com 1 GB de RAM, 1 slot IDE (PATA), 4 slots SATA, comunicação de rede onboard Ethernet e acesso à Internet.

O slot PATA foi particularmente interessante, pois ainda é comum encontrar placas-mãe com ela. Como eu possuía um HD PATA de 160 GB novo (por assim dizer), aproveitei e o utilizei no sistema operacional. Conectei dois HDs SATA iguais de 500 GB para o RAID e servir para armazenar os dados disponibilizados na rede.

Assim, me restaram mais dois slots SATA livres para um upgrade de outro array RAID1, se eu precisar.

A utilização de um HD exclusivo para o sistema operacional não é uma regra, mas, é uma boa prática. Mesmo se eu não tivesse o HD PATA, teria adicionado outro HD SATA dedicado ao sistema operacional ou, pensaria em soluções alternativas, como instalar o Ubuntu Server em um Disk-on-key, em vez de um HD.

Instalei o Ubuntu sem adicionar nenhum pacote extra com o SSH, LAMP, etc. A instalação do Ubuntu, não será abordada no texto.

Para a edição dos arquivos de configuração, utilizei o editor de texto nano, mas não tente usar outro editor como Vi ou Emacs, pois as configurações não irão funcionar. 😉

Vale ressaltar, que todos os comandos listados abaixo precisaram de direitos de administrador ou root.  Continue reading »