Como desativar IPv6 no Ubuntu

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abr 192020
 

O IPv6 ainda não é uma maioria no Brasil, se a sua rede não suporta ainda a nova tecnologia, você pode desativá-la!

Desativar o IPv6 no Ubuntu ou somente no APT pode ser a solução para alguns usuários do Ubuntu que estão tendo problemas com o IPv6 por conta de alguns repositórios de terceiros. A gente sabe que o IPv6 é o futuro, mas nem todos os repositórios estão utilizando o novo protocolo. Neste caso, para evitar falhas é necessário que o IPv6 seja desativado, mas não se preocupe o IPv4 não foi desativado e de forma particular, ainda vai demorar um pouco para que isso aconteça.

Vamos mostrar como desativar o IPv6 de duas formas, somente para o APT ou de forma geral no sistema, escolha a que for mais interessante para você. Se o seu problema for apenas com o APT então desative somente para ele, se for com outros recursos como aplicativos então desative de forma geral.

Como desativar o IPv6 somente no APT do Ubuntu?

Como disse anteriormente, se o seu problema é apenas com repositórios, recomendamos desativar o IPv6 somente no APT, siga as instruções abaixo:

$ sudo nano /etc/apt/apt.conf.d/99force-ipv4

Dentro do arquivo cole o seguinte conteúdo:

$ Acquire::ForceIPv4 “true”;
Salve e feche o arquivo, automaticamente o APT vai usar somente o IPv4 da sua conexão!

Como desativar o IPv6 no Ubuntu inteiro?

Esta opção, é recomendada se você quer desativar o IPv6 completamente, de todo o sistema, neste caso no Ubuntu, vamos fazer algumas alterações no Linux Kernel, para que o IPv6 possa ser desativado de maneira correta.

Vamos editar uma configuração no sysctl:

Agora, dentro do arquivo cole o conteúdo abaixo:

net.ipv6.conf.all.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.default.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.lo.disable_ipv6 = 1

Agora, salve e feche o arquivo e em seguida recarregue as instruções acima com o comando abaixo:

$ sudo sysctl -p

Por último vamos fazer um teste para saber se o Ipv6 foi desativado com sucesso, execute o comando abaixo:

$ cat /proc/sys/net/ipv6/conf/all/disable_ipv6
Se o resultado for 1, então esta tudo certo!
Para reativar o IPv6 no Ubuntu, basta remover essas 3 linhas no arquivo 99-sysctl.conf e executar o comando com sudo sysctl -p para carregar as alterações.
abr 192020
 

rsync é uma ferramenta de cópia e sincronização de arquivos e diretórios muito versátil e simples de utilizar. Com o rsync é possível copiar arquivos localmente (no mesmo sistema de arquivos), ou para um outro host na rede utilizando qualquer shell remoto, ou ainda por meio de um daemon remoto do rsync.

O rsync utiliza um algoritmo de transferência de dados que permite enviar apenas as diferenças entre os arquivos enviados e os existentes no destino, desta forma diminuindo a quantidade de dados enviados, e aumentando a performance da transferência. Por isso, é largamente utilizado como ferramenta de backup de dados, assim como comando de cópia normal do dia-a-dia.

O rsync também possui suporte à cópia de links, dispositivos, proprietários, grupos e permissões, além de não necessitar de privilégios de superusuário (root) para realizar seu trabalho.

Para que os dados sejam transferidos com segurança, o rsync assume que um servidor SSH esteja em execução ao menos em um dos hosts onde ocorrerá a transferência de arquivos.

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abr 192020
 

Esta dica irá mostrar um exemplo de configuração do lshell, em um sistema Debian Squeeze, para limitar a execução de comandos previamente liberados para um determinado usuário ou grupo, bem como os diretórios aos quais o usuário poderá ter acesso, dentre outras opções relacionadas ao seu ambiente shell.

Instalação do lshell:

# aptitude install lshell

Configuração do lshell – /etc/lshell.conf:

# gedit /etc/lshell.conf

[global]

## Diretório de logs.
## Usuário deve ser membro do grupo lshell.

logpath     : /var/log/lshell/

## Nível de log: 0, 1, 2 ou 3.
loglevel      : 3

## Nome do arquivo de log. (Padrão %u.log. Ex: usuario.log)
logfilename   : %y%m%d-%u

## Configuração padrão. Poderão ser criadas configurações
## separadas para cada usuário ou grupo.
## Ex: [usuariox], [grp:users]

[default]

## Lista de comandos permitidos ao usuário. Use ‘all’ para permitir
## todos os comandos na variável PATH do usuário.

allowed     : [‘ls’,’echo’,’cd’,’ll’,’date’,’hora’,’vim’,’vi’,’cat’]

## Lista de comandos ou caracteres proibidos.
forbidden     : [‘;’, ‘&’, ‘|’,’`’,’>’,'<‘, ‘$(‘, ‘${‘, ‘cat’]

## Lista de comandos permitidos quando usados com sudo.
## Devem estar previamente configurados em /etc/sudoers.

sudo_commands    : [‘modprobe’, ‘iptables’]

## Número de avisos que o usuário terá antes de ser desconectado
## após tentar entrar em um diretório não permitido ou executar
## um comando da lista ‘forbidden’.

warning_counter : 5

## Aliases para comandos. (alias e comando devem estar na lista ‘allowed’)
aliases     : {‘ll’:’ls -l’, ‘vi’:’vim’, ‘hora’:’date +%H:%M’}

## Texto a ser exibido ao iniciar o lshell.
intro      : “== Ambiente restrito ==\nDigite ‘?’ ou ‘help’ para ver a lista de comandos permitidos.”

## Tempo máximo de inatividade em segundos antes
## do usuário ser automaticamente desconectado.

timer      : 300

## Lista de pastas as quais poderão ser acessadas pelo usuário.
path      : [‘/tmp/’,’/var’]

## Define o diretório home do usuário. Se não especificado,
## sera utilizado o valor da variável de ambiente $HOME.
#home_path    : ‘/home/usuario/’

## Altera a variável de ambiente PATH do usuário.
#env_path    : ‘:/usr/local/bin:/usr/sbin’

## Permite ou proíbe o uso de SCP pelo usuário. ( 1 permitir – 0 negar)
scp      : 1

## Permite ou proíbe uploads com SCP ( 1 permitir – 0 negar).
## Parâmetro ‘scp’ deve possuir valor 1.

scp_upload    : 1

## Permite ou proíbe downloads com SCP ( 1 permitir – 0 negar).
## Parâmetro ‘scp’ deve possuir valor 1.

scp_download    : 0

## Permite ou proíbe o uso de SFTP ( 1 permitir – 0 negar).
sftp      : 1

## Lista de comandos permitidos através de SSH.
## Ex: ssh [email protected] ‘ls ~’

overssh      : [‘ls’,’rsync’]

## Considerar ou não comandos inválidos como ação proibida, se 1,
## comandos inválidos irão gerar avisos que poderão desconectar
## o usuário, conforme parâmetro ‘warning_counter’.

strict      : 0

## Forçar pasta de destino para arquivos enviados por SCP.
scpforce      : “/tmp”

## tamanho máximo do arquivo history.
history_size    : 100

## Nome do arquivo contendo o hipótrico de comandos.
history_file    : “/home/%u/.lshell_history”

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SHELL IN A BOX – ACESSANDO O SHELL LINUX PELO NAVEGADOR WEB

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abr 192020
 

Esta, é apenas uma dica que tem o intuito de mostrar e divulgar uma ferramenta para acessar o Linux / Shell através de um navegador Web. Sendo assim, não entrarei em detalhes sobre instalação e configuração do mesmo.

No entanto, com a evolução das distribuições Linux, já existem pacotes que podem ser executados e instalados automaticamente, como no caso o Shell in A Box, que oferece o pacote de instalação no formato “.deb”, podendo ser instalado diretamente em distro baseadas no Debian / Ubuntu.

A FERRAMENTA

O Shell in A Box é ideal quando há necessidade de acessar remotamente um computador. Muitas vezes ‘sendo obrigado’ ou, não tendo outras maneiras de acessá-lo, tendo apenas o Navegador Web.

Uma das grandes vantagens do Shell in A Box, é que o mesmo já traz consigo um servidor Web próprio que escuta a porta 4200, sendo assim, logo após instalá-lo, já está disponível para acesso via Web sem a necessidade de nenhuma outra configuração.

Para acessá-lo, basta apenas abrir um Navegador Web, e digitar o seguinte endereço: https://localhost:4200

Desta maneira, você terá acesso no computador local.

Para acessá-lo remotamente, basta digitar o seguinte endereço: https://IP_Servidor_Shell_in_A_Box:4200/

Linux: Shell In A Box - Acessando o Shell Linux pelo Navegador Web

O Shell in A Box suporta atividades diretas com editores de texto, podendo usar editores como VI, VIM, JOE, entre outros.

Ao acessar o servidor pelo navegador, o Shell in A Box não permite acesso direto ao root, sendo assim, há necessidade de acessar com outro usuário, e depois de fazer o login como root.

Para baixá-lo, basta acessar o seguinte link:

FreeNAS – Habilite e configure o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x compatível com APIs S3 – com base no MinIO

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abr 122020
 

Hoje, trago a você o passo a passo para configurar o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x, que utiliza o MinIO como uma plataforma para atender às APIs do S3.

O que é o MinIO?

O MinIO é um servidor de armazenamento de objetos de código aberto lançado sob a licença Apache v2. É compatível com o serviço de armazenamento em nuvem do Amazon S3. O MinIO segue uma filosofia de design minimalista.

O MinIO é leve o suficiente para ser empacotado com a pilha de aplicativos. Está localizado no lado do NodeJS, Redis, MySQL e similares. Diferentemente dos bancos de dados, o MinIO armazena objetos como fotos, vídeos, arquivos de log, backups, imagens de contêiner / VM etc. O MinIO é mais adequado para armazenar notas de informações que variam de KBs a TBs cada. Em um sentido simplista, é como um servidor FTP com uma simples API get / put sobre HTTP.

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FreeNAS – configure o armazenamento de objetos de repositório do Veeam Backup conectado ao FreeNAS (MinIO)

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abr 122020
 

Se o víssemos em um diagrama muito simples, teríamos o seguinte: uma combinação de extensões locais (Repositórios de Backup) denominada Camada de Desempenho, à qual é adicionada uma Camada de Capacidade baseada no Armazenamento de Objetos, para a qual são enviadas as cópias que não fazemos precisa ter no nível de desempenho:

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FreeNAS – Como implantar um certificado SSL

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abr 122020
 

Uma das coisas mais importantes nesse tipo de caso é ter segurança quando ativamos os serviços de compartilhamento de espaço, seja FTP, armazenamento de objetos etc. É por isso que hoje, vamos ver como implantar um certificado SSL Let’s Encrypt sobre o FreeNAS 11.x.

Conexão SSH ao nosso FreeNAS 11.x

O primeiro passo será poder acessar nosso FreeNAS via SSH, para isso iremos para a parte de serviços e, no SSH, clicaremos em Ações para editar as opções:

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