Como instalar o DbGate, um Administrador de banco de dados, no Ubuntu, Linux Mint, Fedora, Debian

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jul 172021
 

Ferramenta de administração de banco de dados de código aberto

O DbGate é uma ferramenta de administração de banco de dados. Uma ferramenta moderna de manipulação de dados de plataforma cruzada para Microsoft SQL Server, PostgreSQL, MySQL e MongoDB. Neste tutorial, saiba como instalar o administrador de banco de dados DbGate no Linux.

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Como usar o EXPLAIN para perfilar o desempenho da consulta no Banco de Dados do Azure para MariaDB

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maio 232021
 

EXPLAIN é uma ferramenta útil para otimizar consultas. A instrução EXPLAIN pode ser utilizada para obter informações sobre como as instruções SQL são executadas. A saída a seguir mostra um exemplo da execução de uma instrução EXPLAIN.

SQL

mysql> EXPLAIN SELECT * FROM tb1 WHERE id=100\G
*************************** 1. row ***************************
           id: 1
  select_type: SIMPLE
        table: tb1
   partitions: NULL
         type: ALL
possible_keys: NULL
          key: NULL
      key_len: NULL
          ref: NULL
         rows: 995789
     filtered: 10.00
        Extra: Using where

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Como adicionar um usuário a um grupo no Linux via terminal

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fev 072021
 

Como adicionar um usuário a um grupo no Linux via terminal

Como devemos proceder para adicionar um usuário a um grupo no sistema operacional Linux? Tornar um usuário membro de um grupo é uma tarefa simples, que pode ser realizada com o uso dos comandos useradd, adduser, gpasswd ou usermod no terminal.

Os comandos useradd e adduser (que é um script na verdade) permitem criar um novo usuário no sistema, e além disso também permitem adicionar um usuário já existente a um grupo determinado. Já o comando usermod permite modificar a conta de um usuário, e isso inclui torná-lo membro de grupos existentes no sistema. Também vamos mostrar o comando gpasswd, que entre outras coisas permite gerenciar os grupos do sistema.

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Instale o Chrome OS no seu PC

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jan 062021
 

Aprenda a instalar o Chrome OS no seu computador tradicional com processador Intel utilizando o projeto Brunch.

Além dos conceitos e da instalação, este vídeo também cobre o sistema de atualização do Chrome OS usando o Brunch e as imagens de Recovery, sempre que alguma nova forma lançada.

Seja por curiosidade ou por algum aspecto técnico, muitas pessoas têm o interesse de testar o Chrome OS, o sistema operacional do Google destinado aos Chromebooks. Assim como os computadores da Apple, os Chromebooks costumam ter hardwares específicos e ao contrário de outras distros Linux, a empresa ainda não libera ISOs para download e instalação em outras máquinas.
Chromebooks estão ficando mais populares, ainda que no Brasil eles não tenham toda a atenção devida, internacionalmente o sucesso vem chegando aos poucos.
O Google vem investindo muito dinheiro no desenvolvimento de recursos interessantes para o sistema operacional, como a integração com Apps e Smartphones Android, além do suporte ao ecossistema Linux através de um container rodando Debian.
O quão fantástico é o Chrome OS?Vale muito a pena conferir o vídeo que preparamos para te demonstrar o funcionamento do Chrome OS, dessa forma, você terá uma noção completa do que o sistema é capaz de fazer.
Um detalhe interessante do vídeo é que estamos rodando o Chrome OS em um laptop Lenovo Yoga 12, com processador Intel Core i5 de quinta geração, um computador que vem com Windows 10 de fábrica.

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Migrating opensource Zimbra 8.6.0 on Centos 6.8 to Zimbra 8.7.1 on Centos 7 safely and with no downtime

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dez 032020
 

A bit of history for the context

After running a Zimbra mail server in a 500Gb Virtual Machine, for about 4 years, the server started feeling a bit crowded and with  #df -h reporting less than 50Gb of space left, it was time to move to a larger machine.

The version I was (and still am) running is the open source version, there are no migration tools available as part of the package, although you can find plenty of tutorials on the web forums about how to rsync stuff between the old and the new server. I was not comfortable with that. For starters, there would be down time involved, but apart from that I would have to rsync between two identical servers, meaning that the new server would still need to be zimbra 8.6 and running on an identical Centos 6 machine.

There was also the fact that some time ago, the server did a very bad shutdown (due to a power failure), and the database had been corrupted, and every so often a problem or two would crop up in the logs. This became very evident when an upgrade to 8.7.1 failed miserably, and the only thing that saved the day was the backup from the previous night ! I was afraid that most likely, an rsync migration would also transfer the problematic data, and that it would be back to haunt me down the road.

Since I was going to have to go through all the aches and  pains of  a server migration  I wanted to end up not only with more space,  but also to move to a newer O.S., and a newer release, so rsync was out of the question.

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Redimensionar ou expandir partições de disco no Linux sem precisar desligar o computador

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nov 092020
 

Um recurso, tradicionalmente, adotado por administradores de sistemas Linux, para gerenciar partições no disco, é usar o Gerenciador de Volume Lógico (LVM).

Ele é um método para alocar espaço do disco rígido, em volumes lógicos, que podem ser facilmente redimensionados; diferentemente das partições salvas nas tabelas de partições.

Uma das grandes vantagens do uso do LVM é poder criar uma camada lógica sobre um disco rígido ou conjunto de discos e ter condições de de criar, excluir, redimensionar e expandir partições no disco sem precisar desligar o computador ou mover dados.

Lembre-se de que toda operação com partições é perigosa, por melhor que seja a técnica. Tenha sempre um backup de seus arquivos. Esta operação é por sua conta e risco!É pré-requisito, importante, que o usuário tenha conhecimentos intermediários/avançados das ferramentas de manipulação de disco no Linux.

 

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nov 092020
 

Introdução

LVM significa Logical Volume Manager. Como o nome diz, essa ferramenta é capaz de gerenciar os chamados volumes lógicos, substituindo assim as tradicionais partições nos discos. Ao longo do tempo, várias empresas fizeram suas implementações de LVM e o Linux não ficou para trás: ele também possui uma implementação (e muito boa) de LVM, que na época da escrita deste documento está na versão 2.

Utilizar volumes lógicos ao invés do esquema de particionamento comum traz algumas boas vantagens. Mas antes de saber destas vantagens, precisamos saber o que são esses tais volumes lógicos. Um volume lógico é nada mais nada menos que uma representação virtuais de pedaços de um dispositivo fixo. Enquanto as partições definem estes pedaços “cruamente”, o volume lógico permite flexibilidade na hora de definir quem são esses pedaços. Por exemplo, um volume lógico pode ter seu espaço dividido em 3 ou mais HDs, mas para o sistema operacional vai parecer como se fosse apenas um dispositivo. Sendo assim começa a ficar clara as vantagens, não?

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Como Montar Serviços de Nuvem no Windows como HD Externo usando o Rclone

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ago 012020
 

Nesse vídeo, irei demonstrar como montar qualquer serviço de cloud suportado pelo rclone, como um serviço, e ainda alterar o ícone do drive.

Pelo exemplo de montagem abaixo, você poderá utilizar inclusive seus vídeos em nuvens para criar um servidor de media como Plex, Emby, Jellyfin ou outro.

Requisitos:

1 – Sistema operacional Windows

2 – Rclone última versão

3 – Algum serviço de Nuvem suportado pelo rclone

4 – Fuse para Windows 5 – Nssm na pasta do rclone

Programas adicionais necessários:

1 – WinFsp

2 – Nssm

Opcional:

Programa Change Drive Icon:

Driver Icon

Exemplo de montagem:

mount –log-file C:\rclone\logs\rclone.log –log-level INFO –allow-non-empty –allow-other –fuse-flag sync_read –tpslimit 10 –tpslimit-burst 10 –dir-cache-time=160h –buffer-size=64M –attr-timeout=1s –vfs-read-chunk-size=2M –vfs-read-chunk-size-limit=2G –vfs-cache-max-age=5m –vfs-cache-mode=writes –cache-dir D:\DriveFSCache sftp: M: –config C:\Users\Usuario\.config\rclone\rclone.conf

jul 052020
 

A mágica do GNU/Linux muitas vezes acontece sem que você tenha sequer uma interface gráfica para uso amigável, porém, o shell (ou o terminal) também tem suas malícias para agilizar o seu trabalho.

Você pode trabalhar com várias aplicações ao mesmo tempo sem ter que terminar o que estava fazendo para iniciar uma nova tarefa, isso graças aos comandos “jobs”, “fg” e “bg”. “Jobs” significa “Trabalhos” e serve para exibir tudo o que você está fazendo no shell do GNU/Linux mas que está em segundo plano. Claro, você precisa mandar as tarefas para segundo plano para poder utilizar o comando “jobs”.

“fg” (foreground) serve para trazer as tarefas que estão em segundo plano para o primeiro plano, assim você pode continuar fazendo o que estava fazendo anteriormente.

Já a última opção, “bg” (background) serve para continuar executando tarefas em segundo plano, para que o shell fique livre e você possa executar outras tarefas sem interromper a tarefa anterior.

Vamos ver alguns exemplos práticos para que você entenda melhor.

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Como desativar IPv6 no Ubuntu

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abr 192020
 

O IPv6 ainda não é uma maioria no Brasil, se a sua rede não suporta ainda a nova tecnologia, você pode desativá-la!

Desativar o IPv6 no Ubuntu ou somente no APT pode ser a solução para alguns usuários do Ubuntu que estão tendo problemas com o IPv6 por conta de alguns repositórios de terceiros. A gente sabe que o IPv6 é o futuro, mas nem todos os repositórios estão utilizando o novo protocolo. Neste caso, para evitar falhas é necessário que o IPv6 seja desativado, mas não se preocupe o IPv4 não foi desativado e de forma particular, ainda vai demorar um pouco para que isso aconteça.

Vamos mostrar como desativar o IPv6 de duas formas, somente para o APT ou de forma geral no sistema, escolha a que for mais interessante para você. Se o seu problema for apenas com o APT então desative somente para ele, se for com outros recursos como aplicativos então desative de forma geral.

Como desativar o IPv6 somente no APT do Ubuntu?

Como disse anteriormente, se o seu problema é apenas com repositórios, recomendamos desativar o IPv6 somente no APT, siga as instruções abaixo:

$ sudo nano /etc/apt/apt.conf.d/99force-ipv4

Dentro do arquivo cole o seguinte conteúdo:

$ Acquire::ForceIPv4 “true”;
Salve e feche o arquivo, automaticamente o APT vai usar somente o IPv4 da sua conexão!

Como desativar o IPv6 no Ubuntu inteiro?

Esta opção, é recomendada se você quer desativar o IPv6 completamente, de todo o sistema, neste caso no Ubuntu, vamos fazer algumas alterações no Linux Kernel, para que o IPv6 possa ser desativado de maneira correta.

Vamos editar uma configuração no sysctl:

Agora, dentro do arquivo cole o conteúdo abaixo:

net.ipv6.conf.all.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.default.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.lo.disable_ipv6 = 1

Agora, salve e feche o arquivo e em seguida recarregue as instruções acima com o comando abaixo:

$ sudo sysctl -p

Por último vamos fazer um teste para saber se o Ipv6 foi desativado com sucesso, execute o comando abaixo:

$ cat /proc/sys/net/ipv6/conf/all/disable_ipv6
Se o resultado for 1, então esta tudo certo!
Para reativar o IPv6 no Ubuntu, basta remover essas 3 linhas no arquivo 99-sysctl.conf e executar o comando com sudo sysctl -p para carregar as alterações.
abr 192020
 

rsync é uma ferramenta de cópia e sincronização de arquivos e diretórios muito versátil e simples de utilizar. Com o rsync é possível copiar arquivos localmente (no mesmo sistema de arquivos), ou para um outro host na rede utilizando qualquer shell remoto, ou ainda por meio de um daemon remoto do rsync.

O rsync utiliza um algoritmo de transferência de dados que permite enviar apenas as diferenças entre os arquivos enviados e os existentes no destino, desta forma diminuindo a quantidade de dados enviados, e aumentando a performance da transferência. Por isso, é largamente utilizado como ferramenta de backup de dados, assim como comando de cópia normal do dia-a-dia.

O rsync também possui suporte à cópia de links, dispositivos, proprietários, grupos e permissões, além de não necessitar de privilégios de superusuário (root) para realizar seu trabalho.

Para que os dados sejam transferidos com segurança, o rsync assume que um servidor SSH esteja em execução ao menos em um dos hosts onde ocorrerá a transferência de arquivos.

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FreeNAS – Habilite e configure o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x compatível com APIs S3 – com base no MinIO

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abr 122020
 

Hoje, trago a você o passo a passo para configurar o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x, que utiliza o MinIO como uma plataforma para atender às APIs do S3.

O que é o MinIO?

O MinIO é um servidor de armazenamento de objetos de código aberto lançado sob a licença Apache v2. É compatível com o serviço de armazenamento em nuvem do Amazon S3. O MinIO segue uma filosofia de design minimalista.

O MinIO é leve o suficiente para ser empacotado com a pilha de aplicativos. Está localizado no lado do NodeJS, Redis, MySQL e similares. Diferentemente dos bancos de dados, o MinIO armazena objetos como fotos, vídeos, arquivos de log, backups, imagens de contêiner / VM etc. O MinIO é mais adequado para armazenar notas de informações que variam de KBs a TBs cada. Em um sentido simplista, é como um servidor FTP com uma simples API get / put sobre HTTP.

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Como visualizar o uso do espaço em disco no Linux

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set 172019
 

Você pode encontrar na Internet um monte de ferramentas que visualizam o uso do espaço em disco no Linux. Nem precisava. O próprio sistema operacional já apresenta uma solução robusta chamadadf. O comando “df” significa “disk filesystem” e pode ser facilmente utilizada para avaliar o espaço em disco no sistema de arquivos do Linux.

Vamos estudar agora dez pontos do comando:

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