Como Montar Serviços de Nuvem no Windows como HD Externo usando o Rclone

 Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Leitura Recomendada, Linux, Midia, Profissional de TI, Redes, Sistemas de Armazenamento, Windows  Comentários desativados em Como Montar Serviços de Nuvem no Windows como HD Externo usando o Rclone
ago 012020
 

Nesse vídeo, irei demonstrar como montar qualquer serviço de cloud suportado pelo rclone, como um serviço, e ainda alterar o ícone do drive.

Pelo exemplo de montagem abaixo, você poderá utilizar inclusive seus vídeos em nuvens para criar um servidor de media como Plex, Emby, Jellyfin ou outro.

Requisitos:

1 – Sistema operacional Windows

2 – Rclone última versão

3 – Algum serviço de Nuvem suportado pelo rclone

4 – Fuse para Windows 5 – Nssm na pasta do rclone

Programas adicionais necessários:

1 – WinFsp

2 – Nssm

Opcional:

Programa Change Drive Icon:

Driver Icon

Exemplo de montagem:

mount –log-file C:\rclone\logs\rclone.log –log-level INFO –allow-non-empty –allow-other –fuse-flag sync_read –tpslimit 10 –tpslimit-burst 10 –dir-cache-time=160h –buffer-size=64M –attr-timeout=1s –vfs-read-chunk-size=2M –vfs-read-chunk-size-limit=2G –vfs-cache-max-age=5m –vfs-cache-mode=writes –cache-dir D:\DriveFSCache sftp: M: –config C:\Users\Usuario\.config\rclone\rclone.conf

jul 052020
 

A mágica do GNU/Linux muitas vezes acontece sem que você tenha sequer uma interface gráfica para uso amigável, porém, o shell (ou o terminal) também tem suas malícias para agilizar o seu trabalho.

Você pode trabalhar com várias aplicações ao mesmo tempo sem ter que terminar o que estava fazendo para iniciar uma nova tarefa, isso graças aos comandos “jobs”, “fg” e “bg”. “Jobs” significa “Trabalhos” e serve para exibir tudo o que você está fazendo no shell do GNU/Linux mas que está em segundo plano. Claro, você precisa mandar as tarefas para segundo plano para poder utilizar o comando “jobs”.

“fg” (foreground) serve para trazer as tarefas que estão em segundo plano para o primeiro plano, assim você pode continuar fazendo o que estava fazendo anteriormente.

Já a última opção, “bg” (background) serve para continuar executando tarefas em segundo plano, para que o shell fique livre e você possa executar outras tarefas sem interromper a tarefa anterior.

Vamos ver alguns exemplos práticos para que você entenda melhor.

Continue reading »

Como desativar IPv6 no Ubuntu

 Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Linux, Profissional de TI, Redes, Segurança, Ubuntu  Comentários desativados em Como desativar IPv6 no Ubuntu
abr 192020
 

O IPv6 ainda não é uma maioria no Brasil, se a sua rede não suporta ainda a nova tecnologia, você pode desativá-la!

Desativar o IPv6 no Ubuntu ou somente no APT pode ser a solução para alguns usuários do Ubuntu que estão tendo problemas com o IPv6 por conta de alguns repositórios de terceiros. A gente sabe que o IPv6 é o futuro, mas nem todos os repositórios estão utilizando o novo protocolo. Neste caso, para evitar falhas é necessário que o IPv6 seja desativado, mas não se preocupe o IPv4 não foi desativado e de forma particular, ainda vai demorar um pouco para que isso aconteça.

Vamos mostrar como desativar o IPv6 de duas formas, somente para o APT ou de forma geral no sistema, escolha a que for mais interessante para você. Se o seu problema for apenas com o APT então desative somente para ele, se for com outros recursos como aplicativos então desative de forma geral.

Como desativar o IPv6 somente no APT do Ubuntu?

Como disse anteriormente, se o seu problema é apenas com repositórios, recomendamos desativar o IPv6 somente no APT, siga as instruções abaixo:

$ sudo nano /etc/apt/apt.conf.d/99force-ipv4

Dentro do arquivo cole o seguinte conteúdo:

$ Acquire::ForceIPv4 “true”;
Salve e feche o arquivo, automaticamente o APT vai usar somente o IPv4 da sua conexão!

Como desativar o IPv6 no Ubuntu inteiro?

Esta opção, é recomendada se você quer desativar o IPv6 completamente, de todo o sistema, neste caso no Ubuntu, vamos fazer algumas alterações no Linux Kernel, para que o IPv6 possa ser desativado de maneira correta.

Vamos editar uma configuração no sysctl:

Agora, dentro do arquivo cole o conteúdo abaixo:

net.ipv6.conf.all.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.default.disable_ipv6 = 1
net.ipv6.conf.lo.disable_ipv6 = 1

Agora, salve e feche o arquivo e em seguida recarregue as instruções acima com o comando abaixo:

$ sudo sysctl -p

Por último vamos fazer um teste para saber se o Ipv6 foi desativado com sucesso, execute o comando abaixo:

$ cat /proc/sys/net/ipv6/conf/all/disable_ipv6
Se o resultado for 1, então esta tudo certo!
Para reativar o IPv6 no Ubuntu, basta remover essas 3 linhas no arquivo 99-sysctl.conf e executar o comando com sudo sysctl -p para carregar as alterações.
abr 192020
 

rsync é uma ferramenta de cópia e sincronização de arquivos e diretórios muito versátil e simples de utilizar. Com o rsync é possível copiar arquivos localmente (no mesmo sistema de arquivos), ou para um outro host na rede utilizando qualquer shell remoto, ou ainda por meio de um daemon remoto do rsync.

O rsync utiliza um algoritmo de transferência de dados que permite enviar apenas as diferenças entre os arquivos enviados e os existentes no destino, desta forma diminuindo a quantidade de dados enviados, e aumentando a performance da transferência. Por isso, é largamente utilizado como ferramenta de backup de dados, assim como comando de cópia normal do dia-a-dia.

O rsync também possui suporte à cópia de links, dispositivos, proprietários, grupos e permissões, além de não necessitar de privilégios de superusuário (root) para realizar seu trabalho.

Para que os dados sejam transferidos com segurança, o rsync assume que um servidor SSH esteja em execução ao menos em um dos hosts onde ocorrerá a transferência de arquivos.

Continue reading »

FreeNAS – Habilite e configure o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x compatível com APIs S3 – com base no MinIO

 Backup, Banco de Dados, Clusterweb, ClusterWeb, FreeNAS, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Sistemas de Armazenamento  Comentários desativados em FreeNAS – Habilite e configure o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x compatível com APIs S3 – com base no MinIO
abr 122020
 

Hoje, trago a você o passo a passo para configurar o Armazenamento de Objetos no FreeNAS 11.x, que utiliza o MinIO como uma plataforma para atender às APIs do S3.

O que é o MinIO?

O MinIO é um servidor de armazenamento de objetos de código aberto lançado sob a licença Apache v2. É compatível com o serviço de armazenamento em nuvem do Amazon S3. O MinIO segue uma filosofia de design minimalista.

O MinIO é leve o suficiente para ser empacotado com a pilha de aplicativos. Está localizado no lado do NodeJS, Redis, MySQL e similares. Diferentemente dos bancos de dados, o MinIO armazena objetos como fotos, vídeos, arquivos de log, backups, imagens de contêiner / VM etc. O MinIO é mais adequado para armazenar notas de informações que variam de KBs a TBs cada. Em um sentido simplista, é como um servidor FTP com uma simples API get / put sobre HTTP.

Continue reading »

Como visualizar o uso do espaço em disco no Linux

 CentOS 7 / RHEL 7, Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Ubuntu  Comentários desativados em Como visualizar o uso do espaço em disco no Linux
set 172019
 

Você pode encontrar na Internet um monte de ferramentas que visualizam o uso do espaço em disco no Linux. Nem precisava. O próprio sistema operacional já apresenta uma solução robusta chamadadf. O comando “df” significa “disk filesystem” e pode ser facilmente utilizada para avaliar o espaço em disco no sistema de arquivos do Linux.

Vamos estudar agora dez pontos do comando:

Continue reading »

Como criar um Novo Usuário e Conceder Permissões no MySQL

 Banco de Dados, CentOS 7 / RHEL 7, Clusterweb, ClusterWeb, Debian, Leitura Recomendada, Linux, MySQL, Profissional de TI, Ubuntu  Comentários desativados em Como criar um Novo Usuário e Conceder Permissões no MySQL
set 132019
 

O que representa o Vermelho

As linhas que o usuário precisa digitar ou customizar estarão em vermelho neste tutorial! O restante pode na maior parte ser copiado e colado.

Sobre o MySQL

O MySQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados open source que ajuda os usuários a armazenar, organizar, e posteriormente, recuperar dados. Ele possui uma variedade de opções para conceder a usuários específicos permissões diferenciadas dentro de tabelas e bases de dados – este tutorial vai lhe dar um breve resumo de algumas das muitas opções.

Continue reading »

ago 202019
 

Em um projeto recente precisei fazer o balanceamento de links no linux, o cliente possuía saída por dois provedores, sendo o primeiro NET/Virtua e o segundo Embratel, seu link Embratel estava ocioso e ele queria acabar com essa ociosidade.

A solução foi usar o iproute2 para criar uma tabela com balanceamento de links para alguns pacotes, em conjunto usei o iptables para marcar os pacotes que deveriam sair por essa tabela.

Além disto o cliente usava o Embratel para alguns serviços, logo existia um redirecionamento DNAT para rede interna e isso precisava ser levado em conta.

Vamos a solução para essa necessidade.

Ambiente

Vamos descrever as configurações de rede do ambiente

Interface eth0 está com rede interna (10.1.x.x/xx)
Interface eth1 está conectado ao modem virtua (189.x.x.x)
Interface eth2 está conectado ao modem embratel (200.x.x.x)

Se isto está entendido, vamos continuar.

Continue reading »

Como ativar o logon automático no Windows

 Clusterweb, ClusterWeb, Leitura Recomendada, Profissional de TI, Windows  Comentários desativados em Como ativar o logon automático no Windows
jul 232019
 

Resumo


Este artigo descreve como configurar o Windows para automatizar o processo de logon, armazenando a sua senha e outras informações pertinentes no banco de dados do Registro. Com esse recurso, outros usuários podem iniciar seu computador e usar a conta que você estabelecer para fazer logon automaticamente.

Importante O recurso de logon automático é fornecido como uma conveniência. No entanto, ele pode ser um risco de segurança. Se você definir um computador para fazer logon automático, qualquer pessoa que tiver acesso físico ao computador poderá acessar todo o seu conteúdo, incluindo as redes às quais o computador esteja conectado. Além disso, quando o logon automático está ativado, a senha é armazenada no Registro em texto sem formatação. A chave do Registro específica que armazena esse valor pode ser lida remotamente pelo grupo Usuários Autenticados. Essa configuração é recomendada apenas para casos em que o computador está fisicamente seguro e todas as medidas necessárias foram tomadas para garantir que usuários não confiáveis não consigam acessar remotamente o Registro.

Executando aplicativos como serviço no Windows

 Clusterweb, ClusterWeb, Leitura Recomendada, Profissional de TI, Programação, Windows  Comentários desativados em Executando aplicativos como serviço no Windows
jul 122019
 

Neste post iremos criar um novo serviço no Windows, assim toda vez que iniciar o Windows esse serviço será inicializado automaticamente.

Para criar o serviço no Windows, utilizaremos uma aplicação simples chamada de NSSM (Non-Sucking Service Manager).

 

Configuração utilizada:

  • Versão do Windows Utilizada: Windows 8.1 Pro e Windows Server 2012 R2 Standard
  • Versão do NSSM utilizado: nssm 2.24 (2014-08-31)

 

Baixando o NSSM

 

Para fazer o download acesse o site: https://nssm.cc/download , será baixado um arquivo “nssm-2.24.zip”, descompacte para uma pasta de sua preferência.

 

Vá até o diretório descompactado e acesse a pasta win64 ou win32 dependendo da sua versão do Windows, pelo Prompt de comando na pasta execute o seguinte comando “nssm.exe”, a saída deve ser parecida com a figura abaixo:

 

 

 

Continue reading »

KVM usando o DHCP no Proxmox

 Clusterweb, ClusterWeb, Leitura Recomendada, Linux, Profissional de TI, Proxmox  Comentários desativados em KVM usando o DHCP no Proxmox
jun 022019
 

Atribuir IPs estáticos a convidados do KVM usando o DHCP no Proxmox

Esta é a minha configuração ao atribuir IPs estáticos a convidados do KVM usando o DHCP no Proxmox. Atualmente, tenho 1 IP público e 2 IP de failover (o IP de failover tem endereço MAC anexado).

Instale o servidor DHCP:

apt install isc-dhcp-server

Edite a configuração:

vi /etc/default/isc-dhcp-server

# Add below lines. The default bridge is vmbr0.
INTERFACES="vmbr0"

Modifique o /etc/dhcp/dhcpd.conf. Exemplo:

subnet 0.0.0.0 netmask 0.0.0.0 {
authoritative;
default-lease-time 21600000;
max-lease-time 432000000;
}

# Bind IP by MAC
host VM1 {
hardware ethernet 192:44:xx:xx:xx:x1;
option routers 72.xxx.xxx.1;
option subnet-mask 255.255.255.255;
fixed-address xxx.xxx.xxx.114;
option domain-name-servers 8.8.8.8,8.8.4.4;  
}

host VM2 {
hardware ethernet 192:44:xx:xx:xx:x2;
option routers 72.xxx.xxx.1;
option subnet-mask 255.255.255.255;
fixed-address xxx.xxx.xxx.254;
option domain-name-servers 8.8.8.8,8.8.4.4;  
}

Certifique-se de que o servidor dhcp esteja em execução após a reinicialização:

systemctl enable isc-dhcp-server
reboot

Mais tarde, ao criar a VM, basta especificar o endereço MAC para um IP específico e usar o DHCP para obter o IP atribuído.

maio 242019
 

PRELIMINARES

 

Um pouco da história sobre este estudo.

Resolvi criar este artigo devido à dificuldade em encontrar material de apoio sobre como utilizar o script “ghettoVCB.sh” para efetuar snapshots de máquinas virtuais de servidores ESXi 5.0, de forma automatizada.

O script ghettoVCB é simples, prático e fácil de configurar na sua forma básica (caminho_destino + número_cópias), que é o que, na prática, todo administrador precisa (efetuar snapshot das máquinas virtuais quentes salvando no destino desejado).

E é com este intuito que escrevi este tutorial. O meu objetivo era montar uma solução *FREE* automatizada para snapshot das VMs, utilizando recursos simples e básicos.

Para isso, utilizei também um servidor (em VM) Ubuntu Server 11.04 64 bits. Neste material, cito a possibilidade de backup através de um servidor NFS na rede, mostrando de forma simples e objetiva, como instalar e configurar este recurso.

Resumindo, este artigo trata da minha experiência na configuração do script, efetuando snapshot das VMs quentes, com agendamento programado em um servidor GNU/Linux com Ubuntu Server 11.04, salvando as snapshots em um case de HD conectado à porta USB da máquina física ESXi e também em um storage com FreeNAS instalado em máquina física através de NFS e iSCSI.

Como abordo de forma simples o script ghettoVCB, sugiro visitar a comunidade VMware para informações específicas sobre o funcionamento da ferramenta:

Executando aplicativos como serviço no Windows

 Clusterweb, ClusterWeb, Desktop, Leitura Recomendada, Windows  Comentários desativados em Executando aplicativos como serviço no Windows
maio 142019
 

Neste post iremos criar um novo serviço no Windows, assim toda vez que iniciar o Windows esse serviço será inicializado automaticamente.

Para criar o serviço no Windows, utilizaremos uma aplicação simples chamada de NSSM (Non-Sucking Service Manager).

 

Configuração utilizada:

  • Versão do Windows Utilizada: Windows 8.1 Pro e Windows Server 2012 R2 Standard
  • Versão do NSSM utilizado: nssm 2.24 (2014-08-31)

Continue reading »