jun 292015
 

O jnettop é uma ferramenta muito interessante desenvolvida por Jakub Skopal, trata-se de um visualizador de trafego de rede. Com ele é possível acompanhar em tempo real o trafego de entrada e saída de uma interface, saber as portas envolvidas na sessão e conhecer também a banda consumida por cada requisição.

Atualmente o jnettop é suportado por muitas distribuições com pacotes RPM e DEB, mas se sua distribuição não suporta esses pacotes isso não é nenhum empecilho, pois trata-se de um programa muito simples, e mesmo uma pessoa sem experiência em compilação poderá instala-lo.

O nome jnettop tem origem no tradicional comando top usado largamente em vários sistemas unix, este tem como objetivo mostrar em tempo real o comportamento dos processos na maquina, exibindo os recursos consumidos, o tempo de execução e outras informações. O jnet tem origem na primeira letra do nome do autor do código (Jakub) seguida de net, abreviação de network. Em português pode parecer difícil falar jnettop, mas pelo contrário é muito simples, a pronuncia correta é jei-net-top. Continue reading »

Corrigir horário e data no CentOS

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jun 262015
 

Para corrigir no horário e data na distribuição CentOS 6 é muito simples, primeiro verifique a data e hora que está atualmente no servidor:

[root@server ~]# date
Tue Aug 20 16:53:15 EDT 2013

Assim pegamos a data completa e horário.
Para este exemplo vamos coloca-lo no horário oficial de Brasília (GMT -3).
Se o seu caso for um fuso horário diferente, liste todos os fusos disponíveis com o comando abaixo:

[root@server ~]# ls /usr/share/zoneinfo/America/

Entre com o comando seguinte para alterar o fuso horário, alterando “Sao_Paulo” pelo fuso desejado.

[root@server ~]# ln -sf /usr/share/zoneinfo/America/Sao_Paulo /etc/localtime

Agora confira a nova data e horário com usando o comando “date” novamente.

[root@user ~]# date
Tue Aug 20 18:01:35 BRT 2013

Pronto, agora o servidor está com data e horário corretos.

Comando de ftp (linha de comando)

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jun 252015
 
Começaremos com os comandos mais importantes terminando com os menos utilizados ao nosso entender.

OPEN

Com este comando se abre uma sessão com o ftp selecionado. Este comando não funcionaria sem previamente ter estabelecido conexão com o servidor FTP mediante a seguinte sintaxe:

ftp 212.152.1.22
Podendo substituir o endereço pelo nome do ftp do domínio ao que deseja acessar.

CLOSE

Como é evidente, com este comando se fecha sessão. Continue reading »

jun 232015
 

INSTALAÇÃO DO REDMINE E DEPENDÊNCIAS

 

Instalando alguns pacotes básicos.

Entre como superusuário e execute:

# aptitude install ruby
# aptitude install libapache2-mod-passenger
# aptitude install libmagickcore-dev
# aptitude install libmagickwand-dev
# aptitude install ruby-dev
# aptitude install libmysqlclient-dev
# aptitude install mysql-server

RESOLVENDO PROBLEMAS NA INSTALAÇÃO DO MYSQL-SERVER

Se você instalou sem problemas o mysql-server no comando acima pode pular para o próximo tópico.

Quando tentamos instalar o mysql-server ele pode apresentar um erro de repositório, pois busca os arquivos na unidade de cdrom.

Se isso acontecer, rode comando a seguir. Este comenta a linha referente ao cdrom e também roda o apt-get update para atualizar a lista de repositórios.

# mv /etc/apt/sources.list /etc/apt/sources.list0 && cat /etc/apt/sources.list0 | sed ‘s/deb cdrom:/#deb cdrom:/’ >> /etc/apt/sources.list && apt-get update
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jun 222015
 

INTRODUÇÃO

 

A. INFORMAÇÕES IMPORTANTES E REFERÊNCIAS

Primeiramente, informo que o presente artigo torna obsoletos os procedimentos descritos nas dicas e artigos anteriores:

REF. 1 – Usando ZRAM em Sabayon. Nova atualização

REF. 2 – Experimento: Swap diretamente na memória RAM – Testes para RAM e Swap

Lembro porém que apenas os métodos (descritos nos artigos anteriores) para implementar ZRAM em sistemas com Systemd, é obsoleto. ZRAM não o é, de modo algum e o conteúdo dos artigos ainda é útil, por isso, sugiro que você os leia ou consulte.

Mais uma informação. Se o pacote zram-utils estiver disponível nos repositórios da sua distro, o método deverá poder ser usado também em outras distribuições Linux, que não o Sabayon ou o Gentoo.

Reporto também que somente kerneis novos tem suporte (módulo) para usar ZRAM. Nos kerneis antigos, era necessário habilitar o módulo, ou mesmo recompilar o kernel:

REF. 3 – ZRAM (Compressed RAM) no Debian

REF. 4 – Ativando ZRAM no Slackware

REF.5 – Ativando ZRAM no Slackware-2

REF. 6 – ZRAM no Arch Linux

REF. 7 – Systemd + ZRAM no Debian Wheezy
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VISUAL STUDIO NO LINUX

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jun 212015
 

DOWNLOAD

 

E aí galera, tudo certo?

Muitos pensavam que isso não seria possível (e continua não sendo), mas a Microsoft liberou uma versão do Visual Studio, chamada deVisual Studio Code, que é multiplataforma (Windows, Mac OS e Linux).

É mais voltado para programação de várias linguagens, algo que (se não me falhe a memória) não era possível no Visual Studio convencional (tem o Visual C++, Visual C#, e por aí vai, mas não me lembro de algum que tenha syntax coloring).

Segundo o site, possui suporte às linguagens:

  • Batch
  • C++
  • Clojure
  • Coffee Script
  • DockerFile
  • F#
  • Go
  • Jade
  • Java
  • HandleBars
  • Ini
  • Lua Continue reading »
jun 192015
 

DHCP

 

Este pequeno guia faz parte de um artigo postado no site esli-nux.com, porém lá, além de DHCP Server usando GNU/Linux, também há um passo a passo demonstrando sob Windows Server, Equipamento CISCO (via CLI) e esses roteadores SOHO “tudo em 1”, de R$ 100.

Claro que meu foco é favorecer o uso do GNU/Linux para prover este serviço, para isto, mostro desde a configuração mais simples, até algumas avançadas, tanto em modo texto, quanto as mais variadas interfaces gráficas existentes no S.O., para configurar e monitorar este simples serviço de rede.

No GNU/Linux, abordo o DHCP Server mais utilizado no mundo (da ISC), as configurações mais utilizadas, o cliente de DHCP e alguns macetes a mais.
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jun 182015
 

INSTALAÇÃO

 

Recentemente, publiquei artigo referente à instalação e configuração do Nagios. Serviço muito utilizado para monitorar equipamentos e serviços de rede. Neste artigo, tentarei da forma didática, compartilhar meu conhecimento em continuidade ao artigo anterior (referente ao Nagios).

Como deve ser do conhecimento de muitos que já utilizam o Nagios para monitorar seus ativos de rede em algumas situações, será necessário instalar a agente cliente do Nagios nos computadores Windows para gerenciamento. Uma dessas situações, por exemplo, está relacionada à necessidade de ter acesso ao status do espaço de disco em uso, alguns serviços e memória usada.

O objetivo deste artigo é transmitir como por em prática o acesso a essas funcionalidades.

Aproveito para explicar como configurar o recurso de envio de alertas por e-mail, apesar de apresentar uma solução pouco profissional, mas posso garantir que nos testes realizados funcionou sem problemas, proporcionando uma maneira de ter conhecimento do status dos equipamentos e serviços de rede, sem necessariamente ter que estar em frente ao servidor.
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SOFTWARES PARA BIÓLOGOS NO LINUX

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jun 172015
 

SOFTWARES DIRETAMENTE RELACIONADOS À PRODUÇÃO CIENTÍFICA

 

A minha experiência de uso no sistema GNU/Linux de softwares científicos, não me deixou na mão até agora! Poucos são os que não possuem versão *Nix e para esses, poucos os que não funcionam via wine!

ESTATÍSTICA COM R E RCOMDR

Odiado ou amado, R é um pacote “crú” de estatística pura, em modo de linha de comando. O RCmdr torna as coisas mais palatáveis.

Sim! Alguns não acreditam quando digo que o R possui uma interface amigável. Aliás, uma não, várias, se procurar com carinho! =D

R e Rcmdr são softwares livres que instalam através da “Central de Programas” ou (nos Debian-like) do comando mágico:

$ sudo apt-get install r-base-core r-cran-rcmdr

jun 112015
 

  1. sudo apt-get update
  2. ———————————————————————–
  3. sudo apt-get install apache2
  4. ———————————————————————–
  5. sudo adduser –disabled-password –system –home /var/lib/deluge –gecos “SamRo Deluge server” –group deluge
  6. ———————————————————————–
  7. sudo touch /var/log/deluged.log
  8. ———————————————————————–
  9. sudo touch /var/log/deluge-web.log
  10. ———————————————————————–
  11. sudo chown deluge:deluge /var/log/deluge*
  12. ———————————————————————–
  13. sudo apt-get update
  14. ———————————————————————–
  15. sudo apt-get install deluged
  16. ———————————————————————–
  17. sudo apt-get install deluge-webui
  18. ———————————————————————–
  19. sudo nano /etc/default/deluge-daemon
  20. ———————————————————————–
  21. # Configuration for /etc/init.d/deluge-daemon
  22. # The init.d script will only run if this variable non-empty.
  23. DELUGED_USER=”deluge”
  24. # Should we run at startup?
  25. RUN_AT_STARTUP=”YES”
  26. ———————————————————————– Continue reading »
jun 092015
 

JENKINS

 

Linux: Integração Contínua com Jenkins - Instalação (Parte 1)

Jenkins é um dos softwares utilizados quando se fala em “Integração Contínua”, que é o responsável pelo desenvolvimento ágil, ou seja, a facilidade em detecção de bugs em códigos e o rápido deploy, em caso de falha por parte de um ou de um time de desenvolvedores, por exemplo.

O assunto vai muito além disso e não é o escopo deste tutorial. Focaremos em sua instalação e a utilização em uma simples aplicação Java para detectar possíveis vulnerabilidades, tendo como base as distribuições Debian, Ubuntu e CentOS.

Definição, segundo wikipédia:

“Jenkins is an open source continuous integration tool written in Java. The project was forked from Hudson after a dispute with Oracle. Jenkins provides continuous integration services for software development. It is a server-based system running in a servlet container such as Apache Tomcat.

It supports SCM tools including AccuRev, CVS, Subversion, Git, Mercurial, Perforce, Clearcase and RTC, and can execute Apache Ant and Apache Maven based projects as well as arbitrary shell scripts and Windows batch commands. The primary developer of Jenkins is Kohsuke Kawaguchi. Released under the MIT License, Jenkins is free software.”

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jun 082015
 

INTRODUÇÃO

 

A cerca de um ano, venho tentando achar o meu espaço no que convencionei chamar ‘Mundo de Tux’, todavia, foram tantos os percalços encontrados, que resolvi elencar aqui algumas sugestões para facilitar a vinda de futuro candidatos.

PRIMEIRO PONTO

Vai escolher uma Distro? Não se esqueça de compatibilizá-la às suas necessidades, ao seus conhecimentos e, acima de tudo, à sua vontade ou paciência de gastar, ou não, horas e horas em busca de códigos e respostas mirabolantes na internet para respostas que outras Distros ou Sabores, dessa mesma que pretende usar, já te trazem prontas.

SEGUNDO PONTO

Veja que dentro de cada Distro, existem vários ‘Sabores’ e que o ‘Fabricante’ elege um como oficial e, parece fazer o favor de disponibilizar os outros.

E estes outros, mesmo que em muitos casos se adequem muito melhor às suas necessidades, ficam tão escondidos e suas ferramentas são tão mal propagandeadas, que mesmo lá prontos pra te servir, se você não for alertado por alguém mais experiente ou fizer uma busca infindável a respeito, demorará um tempão para perceber e talvez até mude de Distro, sem necessidade por causa de detalhes que lhe foram mal explicados (aconteceu comigo, ao conhecer a openSUSE).

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jun 022015
 

INTRODUÇÃO

O teste foi feito entre: Postfix, Exim e Selor.

Eu tentei não cometer qualquer injustiça com um ou outro MTA, tanto que vou apresentar quais ferramentas, critérios e arquivos de configurações usados para qualquer um poder reproduzir os testes ou até mesmo conferir o que foi usado. Todos os arquivos de configurações usados estão no final deste documento.

Qualquer um pode fazer os mesmos testes e comprovar os resultados.

Peço que, se cometi qualquer injustiça com um MTA, mande-me uma mensagem para correção do erro.

Para o Postfix e o Exim, busquei no Google por técnicas de Tuning para deixá-los o mais rápido possível. Para o Postfix, segui os passos que encontrei, principalmente no site do próprio projeto:

Para o Exim, não achei praticamente nada e algumas coisas pedindo para mexer em parâmetros do sistema operacional, e isso eu não fiz, já que os outros MTAs rodariam neste mesmo sistema.

Não usei máquina virtual para rodar o Linux com os MTAs, simplesmente porque o S.O. hospedeiro atrapalha o desempenho dos testes e eles ficam totalmente inconstantes. Usei uma máquina dedicada.

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jun 012015
 

PROCEDIMENTO PRÁTICO

 

Para os que não são afeitos e ler muita teoria, ou são iniciantes, ou ainda são “preguiçosos de plantão”. (rsrsrs)

Descrevo o procedimento geral para realizar os testes, mesmo sem precisar ler o artigo inteiro:

1) Baixe as ISOs do Ubuntu (ou da distro que quer testar, 32 ou 64 bits), prepare o live-DVD da maneira usual.

2) Dê boot com ele, mas não instale a distro no HDD, use o boot do live-DVD mesmo.

3) Configure sua rede para ela funcionar. Óbvio, isso depende da distro e das características da sua rede.

4) Instale os pacotes de PHP em sua distro, no boot live-DVD, mesmo. Ficarão só residentes na RAM, e todos os experimentos serão feitos assim.