GNU/Linux no mundo corporativo

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abr 292014
 

Linux em Ambientes corporativos 

Introdução

Apenas para facilitar, abordarei os seguintes temas:

  • Como está hoje?
  • Minha empresa quer migrar, meu Deus!
  • O futuro.
  • O Mercado para empreendedores.
  • Para finalizar.

Como está hoje?

De fato, encontramos o GNU/Linux no ambiente corporativo, cada vez mais, o número de empresas que utilizam nossa plataforma livre, está aumentando. O problema, ou a questão principal, não é a utilização, e sim o uso em si.

Atualmente, a maior parcela de utilização está baseada em servidores com finalidade de Firewall, Proxy e WEB. Concordamos que, já são bons números e de extrema importância, mas, e os Desktops?

Aí está, de certa forma, a nossa maior dificuldade. A grosso modo, tudo não passa de uma questão cultural.

Pessoas habituadas na utilização do S.O. do Gates desde que nasceram, geralmente, criam uma própria barreira psicológica e banem qualquer percentual de capacidade para aprender algo novo (estamos falando sobre sistemas, ok?). E o pior, é que isso é humano, ou seja, ocorre desde de CEOs a funcionários.

Em palavras mais claras, as pessoas não querem (ou ao menos evitam) tentar algo novo, totalmente diferente, sair do comum, etc. É um mal da nossa sociedade atual.

Mas, é só cultural?

Não, não é só cultural. Infelizmente, o GNU/Linux é muito visto como “O Sistema de Graça”. Isso nos tira uma certa credibilidade e faz com que a ideia de implementação só aconteça quando alguém lá dentro pensa em cortar custos. Ou seja, enquanto tiverem dinheiro, viverão longe do GNU/Linux.

Além disso, o custo de mão de obra qualificada para esses projetos não é baixo. De certa forma, a mão de obra para GNU/Linux ainda é um pouco escassa. Qualquer pessoa faz tudo no Windows, mas, quando se fala em GNU/Linux, já tem medo (“Nunca mexi com isso, não sei, não quero estragar”).

Com isso, acaba sendo mais cômodo e “barato” deixar as coisas do jeito que estão, até mesmo para aqueles que gostam de piratear.

Minha empresa quer migrar, e agora?

Primeira conquista feita, então, partiremos para análises. Continue reading »

Instale/Reinstale/Recupere o Ubuntu sem perder seus arquivos

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abr 282014
 
Introdução / Configurações

Introdução

Realizo este procedimento no Ubuntu há algum tempo e sempre com sucesso!

*** Mas, sempre mantenho backup atualizado de meus arquivos. Acidentes podem acontecer… e acontecem! ***

Não podemos contar apenas com nossa experiência no procedimento, e se acabar a energia? E se, no procedimento, nos distrairmos pensando na Angelina Jolie e marcar alguma opção errada? Já era…

Na verdade, é um procedimento muito simples! E, se corretamente realizado, vai instalar/reinstalar/recuperar seu sistema sem perder seus arquivos e algumas configurações. 🙂

Medidas antecipadas

Leia todo o texto antes de começar.

Tomar algumas medidas ao realizar uma instalação, se tem múltiplo-boot:

  1. Anote e guarde em local seguro, o local do sistema ( / ) na partição do HD. Exemplo: sda4, sda5, ou outra.
  2. Também, anote a partição onde está a /home.
  3. Seu nome de usuário deve ser o mesmo. Neste processo, sempre!

Uma coisa que pode acontecer ao reiniciar, mas sem ser um problema, se tiver instalado um novo tema (seja de janelas, ícones e mouse) diferente do padrão do Ubuntu (Ambiance), ao reinstalar o sistema, este voltará desconfigurado.

Afinal, o tema que instalou será removido no processo (se o tema estava em /usr/share/themes). Instale o Unity Tweak Tool, para voltar ao tema padrão.

Tendo temas de janelas, ícones, mouse e fontes, como arquivos ocultos na pasta pessoal, estes serão mantidos. É uma opção pessoal instalar temas dessa forma. Eu prefiro instalar em /usr/share, pois assim será aplicado a todo o sistema, mas também, perco tudo no processo.

Aliás, não somente temas serão removidos, todos os aplicativos que instalou também serão removidos. Ficarão apenas os pré-instalados.

A vantagem desse procedimento, é que terá uma instalação limpa, sem perder suas configurações pessoais de alguns programas (como o Firefox – nesse, além dos favoritos, as extensões também serão mantidas). Tudo o que estiver em sua pasta pessoal (documentos, músicas, imagens, etc.), seus arquivos ocultos, pasta do Dropbox e configs – tudo será mantido!

Se os aplicativos que instalou têm suas configs ocultas na pasta pessoal (como: Firefox, Terminator, Vim, Conky, etc.), suas configurações serão recuperadas ao reinstalar esses aplicativos. Estará tudo salvo na partição /home. 🙂 Continue reading »

DSpace no Ubuntu 12.04 – Instalação via Banco de Dados Oracle 11g

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abr 242014
 
Introdução

DSpace é um repositório digital construído para indexação, preservação e compartilhamento de produções intelectuais em formato digital, tais como: imagens, artigos, teses, dissertações, vídeos e etc, permitindo a disponibilização destes conteúdos na Internet.

O sistema DSpace é utilizado, principalmente, como repositório institucional e desempenha alguns papéis importantes:

  • Facilita o depósito e a gestão dos documentos;
  • Agiliza o acesso aos documentos através de listas e pesquisas;
  • Aumenta a preservação dos documentos ao longo do tempo;
  • Possibilita a publicação rápida de produções científicas;
  • Aumenta a visibilidade da produção cientifica;
  • Centralização das produções científicas em um único local;
  • Facilita a quantificação de quantos downloads foram efetuados para cada uma das produções e quantas vezes foram visualizadas;
  • Possibilita definir um identificador único para cada documento.

Referências: projeto.rcaap.pt – sistema_dspace.html

A instalação foi construída no seguinte cenário:

  • Distribuição/Versão de S.O: Ubuntu 12.04.4 LTS
  • Aplicação/Versão: dspace-4.1-release
  • Banco/Versão: Banco de dados Oracle 11g release (11.2)
Instalação de dependências

1. Atualize a lista de pacotes dos repositórios do Ubuntu Linux:

$ sudo apt-get upadete Continue reading »

abr 232014
 
Instalação e Configuração

Introdução

Como o objetivo é só a instalação do Zimbra, não fiz a instalação do CentOS por entender que já tenham uma Lab com um máquina instalada.

A instalação foi feita do zero, usando a instalação minimal do CentOS, só com o pacotes básicos, pois o Zimbra já inclui todos os pacotes necessários para o seu funcionamento.

Softwares necessários

Para iniciar o processo de configuração, primeiramente precisamos baixar/instalar alguns pacotes. São eles:

  • bind;
  • nc;
  • sysstat;
  • perl;
  • weget;
  • vim;
  • zimbra.

Ao instalar o CentOS, é instalado por default um servidor de e-mail para envio de mensagens locais, o Postfix. Precisamos, assim, parar e remover o Postfix da inicialização, pois o Zimbra já possui o Postfix e, se deixarmos ele rodando, o Zimbra não vai subir.

Sendo assim, vamos parar e tirar o serviço do boot:

# service postfix stop
# chkconfig –del postfix

Agora, vamos instalar os pacotes para podermos iniciar a instalação:

# yum install bind bind-utils nc sysstat perl wget vim

Pronto, agora estamos com o todos o requisitos necessários para a configuração do DNS e a instalação do Zimbra em si. Continue reading »

FreeNAS 9.2.1.4-RELEASE is now available

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abr 192014
 

Hi folks,

Well, we’ve successfully rolled another good 9.2.1.x point release! Please come and get it from the usual location. Also as usual, the issues we fixed in this release are best described by looking at the list of fixed tickets in the 9.2.1.4 milestone. We improved replication speed, we fixed more issues with CIFS, we brought in some ZFS fixes (addressing the zpool history 100% CPU spin, among other things), and just basically did our best to keep whittling away at the issues that made 9.2.1.3 less than complaint-free.

So, since the bug database does a better job than we ever could of describing what we’ve fixed in 9.2.1.4, let us take this opportunity to talk a bit about the 9.2.1.x series and our plans for 9.2.2! Continue reading »

PostgreSQL básico – Testado e pronto para ser usado

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abr 182014
 
Características

PostgreSQL é um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) objeto-relacional de código aberto, com mais de 15 anos de desenvolvimento. É extremamente robusto e confiável, além de ser extremamente flexível e rico em recursos.Suas características são:

  • Tamanho máximo do banco de dados: ilimitado;
  • Tamanho máximo da tabela: 32 TB;
  • Tamanho máximo de linha: 1.6 TB;
  • Tamanho máximo de campos: 1 GB;
  • Máximo de linhas por tabela: ilimitado;
  • Colunas máximas por tabela: 250~1600 dependendo do tipo da coluna;
  • Os índices máximos por tabela são ilimitados.

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10 Things To Do After Installing Ubuntu 14.04 LTS

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abr 172014
 

Ubuntu 14.04 is the latest Long Term Support release of Ubuntu from Canonical, and is backed by a huge five years of support and security updates. 

But once you’ve downloaded and installed it you may be wondering what to do next. To help, we’ve compiled a list of the top 10 things to do after installing Ubuntu 14.04 LTS.

1. See What’s New

Like any new release of Ubuntu there are a host of new changes, features and updated apps to check out. Not all of these are immediately obvious so they’re easy to miss. We’ve put together a short video, viewable below, that will bring you bang up to speed with all the essential new bits and pieces.

2. Local App Menus

lim

Since Unity was introduced back in 2011 there’s been one pet peeve griped about more than others: app menus being located at the top of the screen.

While this certainly helps save on wasted screen space, it’s not ideal or practical for everybody. For Ubuntu 14.04 developers have added an option to show app menus in application windows.

To enable this:

  • Open up System Settings > Appearance
  • Select the ‘Behaviour’ tab
  • Go to section titled ‘Show Menus for a Window’
  • Check the box next to ‘in the window’s title bar’

Changes are applied immediately. To undo the change click the ‘Restore Default Behaviour’ button.

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Ubuntu 14.04 é disponibilizado para download

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abr 172014
 

Seguindo o cronograma de lançamento do Ubuntu 14.04 LTS, a versão final do Ubuntu 14.04 está disponível para download. O Ubuntu 14.04 LTS terá suporte por cinco anos para Ubuntu Desktop, Ubuntu Server, Ubuntu Core, Kubuntu, Edubuntu, Ubuntu e Kylin. Todos os outros sabores serão suportados por três anos.

Ubuntu

Entre as novidades da nova versão estão: possibilidade de reduzir ícones e o lançador do Unity abaixo dos 32 pixels, chegando até 16 pixels; escolher se o menu das aplicações ficará no painel principal do Unity ou na própria janela; colocar o nome de usuário no painel junto ao Menu Principal; ter janelas sem bordas e cantos de janelas com Antialiase; visualizar o redimensionamento de janela em tempo real por padrão; selecionar entre as janelas abertas digitando o nome dela no Dash; e usar uma tela de bloqueio do próprio Unity. Continue reading »

Dando uma nova cara ao Ubuntu

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abr 172014
 
Introdução

Para este artigo, usei o Ubuntu 13.10.

O objetivo, é deixar o Ubuntu parecido com o que se vê nas seguintes imagens:

Linux: Dando uma nova cara ao Ubuntu   Linux: Dando uma nova cara ao Ubuntu   Linux: Dando uma nova cara ao Ubuntu   Linux: Dando uma nova cara ao Ubuntu   Linux: Dando uma nova cara ao Ubuntu

* Obs.: não me responsabilizo por problemas que podem acontecer durante a configuração do ambiente.

Assumindo que você está usando o Ubuntu 13.10, instale o Gnome Shell e outras coisas:

$ sudo apt-get install gnome-shell gnome-shell-extensions gnome-tweak-tool

Opcionalmente, se você quiser transformar o Ubuntu em um verdadeiro Ubuntu GNOME, pode usar o seguinte comando ao invés do anterior:

$ sudo apt-get install ubuntu-gnome-desktop gdm

Quando for perguntado qual gerenciador de login deseja usar, escolha GDM. Mas só se você realmente quiser transformar o Ubuntu em um Ubuntu GNOME. Caso contrário, basta usar apenas o primeiro comando.

Após executar um desses comandos, reinicie o sistema. Na tela de login, antes de logar, escolha o ambiente GNOME. No primeiro login do GNOME, pode ser que demore um pouco para aparecer a área de trabalho.

Agora, instale algumas extensões. Para isso, após logar no ambiente GNOME, pressione a tecla Super (que tem a bandeirinha do Windows) para acessar a Dashboard. Lá, procure por Firefox e clique para abrir.

Acesse o seguinte endereço: https://extensions.gnome.org

Habilite as seguintes extensões, clicando no botão, para mudar de OFF para ON (só funciona com Firefox):

Nagios enviando alertas via WhatsAPP

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abr 162014
 
Requisitos

1. Servidor Linux Rodando o Nagios:

Testado em CentOS 5.5 e 6.4 x86_64. No entanto, nada impede de ser implementado em outras distros.

2. yowsup:

Este é o ‘cara’ deste artigo.

O que é: escrito em Python, é uma Interface de Linha de Comando utilizada para interagir com o WhatsAPP, para ser mais claro, é um WhatsAPP via linha de comando. Dentre todas as funcionalidades deste, usaremos apenas 3, vistas mais adiante.

3. Um número/CHIP:

Neste caso, um número de Celular. Este será responsável por registrar-se junto aos servidores do WhatsAPP e enviar as mensagens de alertas.

Obs: use um número/chip apenas para esta função. Se registrado posteriormente, via Smartphone, por exemplo, a aplicação deixará de funcionar. Os servidores do WhatsAPP só permitem a utilização/registro em um único equipamento por vez.

4. Dependências:

  • python 2.6 ou superior (python26)
  • python26-libs
  • python26-argparse
  • python26-dateutil

Obs: estou usando CentOS.

* Importante: este artigo não aborda a instalação de um servidor Nagios. Sendo assim, partimos do principio de que você já tem um ambiente com o Nagios funcionando.  Continue reading »

DHCP e VLANs no CentOS 6.5 – Instalação e configuração

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abr 152014
 
vconfig / VLANs e interfaces

Instalar o pacote vconfig

1. Primeiro, vamos instalar o pacote vconfig para gerenciar as VLANs:

# yum -y install vconfig

2. Agora, vamos editar o arquivo /etc/sysconfig/network:

# vim /etc/sysconfig/network

Dentro do arquivo, vamos ativar o suporte para VLAN, colocando o seguinte parâmetro:

VLAN=YES

3. Algo bom fazer, é verificar se o módulo de encapsulamento 8021q está ativo no kernel.

Verificando se o módulo está ativo:

# lsmod | grep 8021q

Para ativar:  Continue reading »

Proxy Squid com SquidGuard + Controle de Banda e Autenticação NTLM no Samba 4 (CentOS 6.5 – 64 bits Minimal)

 Apache2, Clusterweb, Leitura Recomendada, Linux, Redes, Segurança, Squid  Comentários desativados em Proxy Squid com SquidGuard + Controle de Banda e Autenticação NTLM no Samba 4 (CentOS 6.5 – 64 bits Minimal)
abr 152014
 
Configurações iniciais

Instalando repositórios:# rpm -Uvh http://fedora.uib.no/epel/6/i386/epel-release-6-8.noarch.rpm
# yum clean all
# yum -y update

Desativando o Firewall e o SELinux:

# chkconfig iptables off
# chkconfig ip6tables off
# setenforce 0

# vi /etc/selinux/config
 selinux=disabled 

Instalando dependências e pacotes necessários:

# yum -y install flex bison squid squidGuard samba samba-client samba-common samba-winbind pam_krb5 bind-utils httpd

Ajustando a inicialização dos programas:

# chkconfig httpd on
# chkconfig squid on
# chkconfig smb on
# chkconfig nmb on
# chkconfig winbind on

Ajustando resolução de nomes:

Obs.: faça primeiro um backup do arquivo original:

# cp -Rfa /etc/resolv.conf{,.bkp}

# vi /etc/resolv.conf
 search dominio.local
nameserver 192.168.100.11  # IP DO SERVIDOR AD OU SAMBA 4 

Executando testes:

# nslookup dominio.local
 Server: 192.168.100.11
Address: 192.168.100.11#53

Name:   dominio.local
Address: 192.168.100.11

Ajustando a hora:

# yum -y install ntpdate
# ntpdate -u ntp.usp.br
    # Se tiver NTP da rede local aponte para o IP/nome dele Continue reading »

Inventário “like a boss” com OCS Server

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abr 132014
 
Introdução

OCS é um software livre que permite aos usuários deste serviço criar inventários de toda a sua estrutura de TI. Ele coleta informações tanto do hardware quanto do software das máquinas da rede que utilizam seu client. Todo o resultado desta busca é visualizada em sua interface Web.O OCS é dividido em 3 partes:

  • Server;
  • Agente;
  • Interface Web.

O Server utiliza-se das tecnologias PERL de programação, servidor Web Apache e banco de dados MySQL, sendo assim, o OCS é multiplataforma funcionando tanto em UNIXs quanto em Microsoft Windows.

Os agentes responsáveis pela coleta de informações também são multiplataformas e podem ser instalados em:

  • Microsoft Windows;
  • GNU/Linux;
  • Mac OS X;
  • Sun Solaris;
  • IBM AIX;
  • FreeBSD, NetBSD, OpenBSD;
  • HP-UX;
  • Android.

A interface Web, escrita em PHP, é responsável pela visualização dos dados encontrados.

Instalando as dependências

Instalando o repositório EPEL:

# rpm -Uvh http://fedora.uib.no/epel/6/x86_64/epel-release-6-7.noarch.rpm

Instalando os pacotes:

# yum install perl-XML-Simple perl-Net-SNMP perl-Compress-Zlib perl-Net-IP perl-LWP* perl-Digest-MD4* perl-Net-SSLeay perl-DBI perl-DBD-MySQL perl-Apache-DBI perl-SOAP-Lite perl-XML-Entities perl-Crypt-SSLeay perl-Proc-Daemon perl-Proc-PID-File perl-ExtUtils-MakeMaker perl-YAML perl-XML-SAX-Base mod_perl cpan libvirt -y –skip-broken

# cpan
cpan> install ExtUtils::MakeMaker

Configurando o banco de dados:

# mysql
create database OCS character set utf8;
grant all privileges on OCS.* to ocs@localhost identified by ‘ocs’;
flush privileges;

Instalando o OCS Server:

# wget https://launchpad.net/ocsinventory-server/stable-2.0/2.0.5/+download/OCSNG_UNIX_SERVER-2.0.5.tar.gz
# tar -zxvf OCSNG_UNIX_SERVER-2.0.5.tar.gz
# cd OCSNG_UNIX_SERVER-2.0.5/
# ./setup.sh

Obs.: Aceitar todas as configurações padrão de instalação. Continue reading »

Udev – Funcionamento e Regras

 Clusterweb, Leitura Recomendada, Linux, Sistemas de Armazenamento  Comentários desativados em Udev – Funcionamento e Regras
abr 132014
 
Detecção e ativação de dispositivos e a função do udev nesse processo

Introdução

Udev (Userspace devfs) é um sistema de arquivos presente desde o kernel 2.6 e substitui o devfs completamente.

É responsável por gerenciar os arquivos de dispositivos do diretório /dev, criando e removendo os mesmos dinamicamente. O udev também tem função do hotplug, trabalhando em conjunto com o HAL (Hardware Abstraction Layer), adicionando os dispositivos conforme são instalados na máquina. Sem ele, seria impossível acessar seu pendrive, webcam e impressora, por exemplo, quando conectados.

Funcionamento

Entendendo como os dispositivos são detectados e adicionados no sistema GNU/Linux.

O sistema GNU/Linux faz uso do kernel e de serviços para detectar e adicionar dispositivos ao sistema, para que os mesmos fiquem disponíveis para uso do usuário e do próprio sistema.

Abaixo, é mostrada a hierarquia no processo de detecção e adição de dispositivos:

Linux: Udev - Funcionamento e Regras

Como visto na figura acima, existe todo um processo até os dispositivos estarem disponíveis para uso do sistema e/ou usuários, que vai desde a detecção do device pelo kernel até a criação de um arquivo de dispositivo no diretório /dev pelo udev.

Todo processo começa com o kernel detectando os dispositivos e exportando informações sobre os mesmos para o sistema de arquivos virtual Sysfs (que está montado no diretório /sys) e ao mesmo tempo, enviando um evento para o daemon do serviço udev.

O evento informa ao udev uma ação no dispositivo, esta ação pode ser um adição, remoção ou alteração de um dispositivo conectado à máquina.

Quando o udev é informado pelo kernel sobre o evento, trata de usar as informações do diretório /sys para identificar o device conectado, carregar o módulo correto e criar um arquivo especial no diretório /dev com exceção da placa de rede que é tratada no kernel.

Aí você pergunta: E o HAL?

Simples, o HAL é um serviço que informa aos programas do sistema se um dispositivo está disponível, foi alterado ou removido a todo tempo.

Na verdade, o HAL já não é essencial para este trabalho, pois algumas distribuições atualmente, conseguem fazer todo este trabalho somente pelo udev, ou em conjunto com o serviço D-Bus. No entanto, para outras distribuições, isso torna-se essencial.

É importante destacar que todo este processo de detectar e ativar os devices explicado anteriormente, não só acontece em Hotplug, ou seja, os dispositivos são instalados com o sistema em uso, mas também em Coldplug, os dispositivos são conectados (instalados) com a máquina desligada e o sistema, quando em uso, detecta-os.

Observe que quem realmente faz o trabalho de hotplug, é o udev.

Os arquivos de dispositivos criados no diretório /dev nada mais são que arquivos especiais, obtidos pela combinação de dois endereços do kernel, um chamado de major number e outro de minor number.

Sendo que:

  • major number → É usado para identificar uma categoria de dispositivos.
  • minor number → Identifica o dispositivo.

Veja na figura abaixo, um exemplo destes números:

Hierarquia dos dispositivos e chaves do udev
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