jun 292019
 

Se você usa Linux, alguma vez já notou uma lentidão extrema – a ponto de algumas vezes deixar o sistema irresponsivo – ao copiar arquivos grandes, de alguns gigabytes, para mídias lentas, como pendrives USB (especialmente aqueles “genéricos”, que oferecem baixa performance)? Se o seu computador é 64 bits e tem bastante memória RAM (8 GB ou mais), muito provavelmente já notou isso. Tanto é que até o Linus Torvalds já abordou esse problema [1], há alguns anos atrás; mesmo assim, ainda não há uma solução definitiva, mas existem tunings do subsistema de Virtual Memory do kernel do Linux que minimizam esse problema.

Antes de continuar, é preciso entender um pouco sobre alguns conceitos do gerenciamento de memória do Linux. Não vou entrar em muitos detalhes, pois este não é um artigo acadêmico, mas no final colocarei algumas referências para quem quiser se aprofundar mais. Um primeiro conceito que deve ficar claro é: o Linux trabalha por padrão com buffered I/O. De forma simplificada, isso significa que as operações de escrita simplesmente copiam os dados para a memória RAM [2], e depois, em background, o kernel vai fazendo a escrita em si (flush) no dispositivo destino. Dado isto, entra o segundo conceito: dirty memory, que é justamente essa informação que está temporariamente na memória RAM, esperando ser escrita em um dispositivo de armazenamento.

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fev 112019
 

On some of our development servers, we run many instances of the Apache httpd web server on the same system. By “many”, I mean 30 or more separate Apache instances, each with its own configuration file and child processes. This is not unusual on DevCamps setups with many developers working on many projects on the same server at the same time, each project having a complete software stack nearly identical to production.

On Red Hat Enterprise Linux 5, with somewhere in the range of 30 to 40 Apache instances on a server, you can run into failures at startup time with this error or another similar one in the error log:

[error] (28)No space left on device: Cannot create SSLMutex

The exact error will depend on what Apache modules you are running. The “space left on device” error does not mean you’ve run out of disk space or free inodes on your filesystem, but that you have run out of SysV IPC semaphores.

You can see what your limits are like this:

# cat /proc/sys/kernel/sem
250 32000 32 128

I typically double those limits by adding this line to /etc/sysctl.conf:

kernel.sem = 500 64000 64 256

That makes sure you’ll get the change at the next boot. To make the change take immediate effect:

# sysctl -p

With those limits I’ve run 100 Apache instances on the same server.

set 032018
 

3.6.1 ClamAV

Objectivo

Instalação do pacote anti-vírus ClamAV. Este pode posteriormente ser integrado num sistema de filtragem de emails ou ficheiros.

Instalação

root@server:~# aptitude install clamav clamav-docs clamav-daemon clamav-freshclam

Para que o ClamAV possa verificar ficheiros compactados, devem ser também instalados alguns pacotes para descompactar ficheiros:

root@server:~# aptitude install arc arj bzip2 cabextract lzop nomarch p7zip pax tnef unrar-free unzip zoo

Se tiver acesso aos repositórios “non-free”, é possível instalar mais alguns pacotes:

root@server:~# aptitude install lha unrar 

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jul 182018
 

Se você quer usar o WhatsApp no seu sistema, sem ficar preso a um navegador, conheça e veja como instalar o WhatsApp Desktop no Linux.

WhatsApp Desktop é um cliente de desktop WhatsApp não oficial de código aberto para Linux construído com o Framawork Electron, que é um conteiner de serviços web. Ou seja, ele é uma janela de navegador autônoma que usa o WhatsApp Web.

Descubra como instalar o WhatsApp Desktop no Linux
Descubra como instalar o WhatsApp Desktop no Linux

O programa oferece todas as características que seus clientes contemporâneos fazem, incluindo notificações de desktop nativas e suporte para atalhos com teclado, bem como opções extras, por exemplo, suporte para a folha de estilo CSS personalizada.

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LIVRENFE – O EMISSOR NFE OPEN SOURCE PARA LINUX

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jun 282017
 

INSTALAÇÃO

 

Em 2016, o SEFAZ anunciou que o emissor de Nfe gratuito seria descontinuado. Isto me motivou a procurar algumas soluções open source para Linux de emissor de NFe, porém, não encontrei nenhum projeto que me atenda, só bibliotecas ou emissores para Windows.

Decidi começar um projeto do zero, um emissor de NFe para Linux como principal S.O. Já estou terminando os últimos detalhes para poder fazer o primeiro release beta e pensei em apresentá-lo neste site. Embora o SEFAZ já anunciou que o emissor gratuito deles não será mais descontinuado, talvez alguns de vocês estejam procurando outra alternativa para emitir Nfe usando ferramentas de código aberto.

O código está no GitHub. Abaixo, estão os passos para instalar o emissor no Debian 8.
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COMO REALIZAR MIGRAÇÃO DE WINDOWS PARA LINUX EM UMA EMPRESA

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abr 032017
 

FAZENDO A MIGRAÇÃO DO SISTEMA PROPRIETÁRIO PARA O LINUX

 

PLATAFORMA DO SOFTWARE PROPRIETÁRIO (WINDOWS)

O parque de máquinas da empresa usa o sistema operacional Windows, porém, grande parte do parque de máquinas não possui licenças do sistema, foi detectada a necessidade de adotar um sistema operacional livre para gerar economia para a empresa na compra de licenças e, também, trazer mais segurança para a rede de computadores da empresa, pois a maioria dos softwares maliciosos, conhecidos como vírus, foram desenvolvidos para os sistemas operacionais proprietários.

 

DISTRIBUIÇÃO LINUX UTILIZADA

A distribuição escolhida para implantação foi o Debian 8, codinome Jessie, com a interface gráfica LXDE. A distribuição Debian é conhecida mundialmente por sua estabilidade, cada pacote do sistema passa por diversos testes. Após 2 anos de testes, é lançada uma nova versão do sistema operacional estável para download. A distribuição Debian tem um ótimo suporte, pois possui uma comunidade de usuários e mantenedores grande.
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COMO INSTALAR MICROSOFT SQL SERVER NO OPENSUSE LINUX

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fev 222017
 

INTRODUÇÃO

Autor: Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) <cabelo at opensuse.org>
Data: 06/02/2017

MS SQL Server voltando as origens (*NIX), pois foi criado em parceria com SYBASE. Até a versão 4.X (se não me engano), os dois banco de dados era praticamente idênticos. Utilizei muito o SYBASE no Conectiva Linux em 1998.

Agora o MS SQL está voltando ao ambiente Linux, baseado no SQL Server 2016, o pacote SQL Server for Linux proporciona todos os recursos para criar e desenvolver em uma única plataforma Linux produtos de acesso em banco de dados, além do gerenciamento de dados e análise de negócios.

Satya Nadella, o CEO da Microsoft assumiu prover uma maior abertura ao GNU/Linux, e assim está acontecendo. Pois o produto SQL Server, uma das peças mais populares de software na estante Microsoft, foi disponibilizado para Linux, e veremos neste artigo como utilizá-lo.

Paula Bellizia e Alessandro Faria (Cabelo)

O SQL Server for Linux apresenta todas as principais características que os usuários esperam deste produto. Depois de tornar open source o framework .NET para levá-lo ao Linux e OS X, além de ter criado uma fundação para promover software de código aberto, acredito que a decisão de disponibilizar este banco de dados no ambiente GNU/Linux é um marco. Muitas máquinas poderão sair da ilegalidade com o Windows Server e utilizar a plataforma Linux junto ao servidor MSSQL.

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nov 232015
 
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Planos de Hospedagem

VISUAL STUDIO NO LINUX

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jun 212015
 

DOWNLOAD

 

E aí galera, tudo certo?

Muitos pensavam que isso não seria possível (e continua não sendo), mas a Microsoft liberou uma versão do Visual Studio, chamada deVisual Studio Code, que é multiplataforma (Windows, Mac OS e Linux).

É mais voltado para programação de várias linguagens, algo que (se não me falhe a memória) não era possível no Visual Studio convencional (tem o Visual C++, Visual C#, e por aí vai, mas não me lembro de algum que tenha syntax coloring).

Segundo o site, possui suporte às linguagens:

  • Batch
  • C++
  • Clojure
  • Coffee Script
  • DockerFile
  • F#
  • Go
  • Jade
  • Java
  • HandleBars
  • Ini
  • Lua Continue reading »

SOFTWARES PARA BIÓLOGOS NO LINUX

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jun 172015
 

SOFTWARES DIRETAMENTE RELACIONADOS À PRODUÇÃO CIENTÍFICA

 

A minha experiência de uso no sistema GNU/Linux de softwares científicos, não me deixou na mão até agora! Poucos são os que não possuem versão *Nix e para esses, poucos os que não funcionam via wine!

ESTATÍSTICA COM R E RCOMDR

Odiado ou amado, R é um pacote “crú” de estatística pura, em modo de linha de comando. O RCmdr torna as coisas mais palatáveis.

Sim! Alguns não acreditam quando digo que o R possui uma interface amigável. Aliás, uma não, várias, se procurar com carinho! =D

R e Rcmdr são softwares livres que instalam através da “Central de Programas” ou (nos Debian-like) do comando mágico:

$ sudo apt-get install r-base-core r-cran-rcmdr

MEU LINUX, MINHA VIDA!

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abr 232015
 

O INÍCIO…

 

Comecei com GNU/Linux aos meus 11 anos. Algo muito complexo naquela época para mim, devido à falta de recurso que se tinha, não era como hoje, que conseguimos ter um grande portal como o Viva ao Linux para tirarmos nossas dúvidas. Após 1 semana de uso, tive um “nojo” de Linux – ahhah! Quem nunca, não é/

Aos 17 anos, quando comecei a estudar programação, a partir do incentivo de meu pai, que é atualmente programador a mais de 20 anos e com grande conhecimento na parte de redes e servidores, senti a necessidade de utilizar um sistema mais estável para programar e fazer outras tarefas, que não vem ao caso, foi aí que conheci Linux BackTrack 4, me apaixonei:
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KERNEL 4.0 NO DEBIAN, LINUX MINT E UBUNTU – ATUALIZAÇÃO RÁPIDA

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abr 192015
 

INTRODUÇÃO

 

Olá, pessoal.

Estou realizando uma nova contribuição na comunidade GNU/Linux, descrevendo de forma rápida, a atualização do kernel do Debian e suas variações (Ubuntu, Linux Mint, Lubuntu etc) para a versão 4.0, lançada em 12/04/2015.

O Kernel Linux 4.0, codinome “Hurr durr eu sou uma ovelha” – não, realmente – traz consigo um conjunto pequeno de novo suporte de hardware, ajustes de performance, correções de bugs e afins.
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PORQUÊ A MASCOTE DO LINUX É UM PINGUIM

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abr 072015
 

A ORIGEM DO TUX

O símbolo do software foi escolhido pelo seu criador, Linus Torvalds, que um dia estava no zoológico e foi surpreendido pela mordida de um pinguim. Fato curioso e discutido até hoje.

COMO TUDO COMEÇOU

Em 1996, muitos integrantes da lista de discussão “Linux-Kernel” estavam discutindo sobre a criação de um logotipo ou de um mascote que representasse o Linux. Muitas das sugestões eram paródias ao logotipo de um sistema operacional concorrente e muito conhecido (Windows). Outros eram monstros ou animais agressivos.

A ESCOLHA DA MASCOTE

Linus Torvalds acabou entrando nesse debate ao afirmar em uma mensagem que gostava muito de pinguins. Isso foi o suficiente para dar fim à discussão. Depois disso, várias tentativas foram feitas numa espécie de concurso para que a imagem de um pinguim servisse aos propósitos do Linux, até que Larry Ewing sugeriu a figura de um “pinguim sustentando o mundo”.

Em resposta, Linus Torvalds declarou que achava interessante que esse pinguim tivesse uma imagem simples: um pinguim “gordinho” e com expressão de satisfeito, como se tivesse acabado de comer uma porção de peixes.